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Assembleia instala CST para debater prevenção à depressão na comunidade acadêmica

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Assembleia Legislativa instalou na tarde dessa quinta-feira (10), a Câmara Setorial Temática (CST) para debater e discutir a Prevenção da Depressão de Alunos, Professores e Colaboradores nas Escolas de Mato Grosso. A iniciativa foi dos deputados Faissal Calil e Oscar Bezerra, ambos do PV, que, a partir de uma solicitação dos alunos e professores do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), campus Várzea Grande, materializaram a formatação do grupo.

A ideia inicial é fazer reuniões quinzenalmente para depois montar um plano de atuação, e, consequentemente, concluir os trabalhos técnico-científicos para elaboração de um projeto de lei com o propósito de adotar práticas nas escolas de Mato Grosso que combatam a doença.

“Temos que destacar a iniciativa do IFMT, que é fundamental e de grande relevância. Se o governo do estado entender da mesma forma que a Assembleia, poderemos ter ao longo de muito tempo a prevenção ou inibir o suicídio por causa da depressão”, explicou Bezerra.

Ele citou que no ranking nacional de suicídios, um  mapa da violência elaborado pelo governo federal, Mato Grosso está entre os estados que mais registra números de suicídios no país.

“Para reverter essa taxa, vamos convidar setores específicos da Seduc, Ministério Público, assistências sociais, universidades e sociedade civil em geral, para criarmos um documento contendo sugestões de melhorias e apresentá-lo ao governo do estado”, explicou Oscar Bezerra.

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Conforme pesquisa da Secretaria de Estado e Segurança Pública (Sesp), de janeiro a maio de 2019 foram registrados 107 suicídios em Mato Grosso. Os dados de 2019 apontam que uma pessoa tira a própria vida a cada 36 horas (um dia e meio). No mesmo período de 2018, foram 97 casos.

Para a professora da disciplina “Estado, Governo e Administração”, do curso de Gestão Pública do IFMT, Hellen Caroline Ordones Bucair, o conceito partiu do interesse dos próprios alunos e nasceu dentro da sala de aula.

“Dentro desse contexto, propusemos que elaborassem um projeto de lei de iniciativa popular e o tema ficaria a cargo dos alunos, que marcasse relevância com a sociedade. A depressão ganhou força entre eles. Esperamos um embasamento de discussão com a sociedade para ganhar força e que o projeto tramite trazendo o interesse público para os debates”, disse Bucair.

O presidente da CST, José Lacerda, lembrou que o Brasil figura entre os países onde mais pessoas cometem suicídio, na 8ª. posição do ranking mundial e como segundo colocado da estatística na América Latina.

“É de fundamental importância a criação de uma lei para tratar de um tema de total relevância para o estado. Estamos falando de uma questão que atinge mais de 300 milhões de pessoas no mundo e de 11 milhões no Brasil, entendo que o país precisa ter um olhar diferenciado para este modelo real, de fato, no Brasil. Atualmente, existe um volume muito grande de pessoas atingidas no país, inclusive, em consequência da depressão em suicídio”, apontou Lacerda.

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Na ocasião, o presidente da CST lembrou também que dados do Ministério da Saúde mostram que o país corre o risco de piorar ainda mais sua posição, pois um estudo internacional realizado entre os anos de 2000 e 2016 indica que o número de ocorrências suicidas saltou de 6,7 mil para 11,7, o que representa um crescimento de 73% em menos de 20 anos.

“São números alarmantes que nos deixam preocupados, mas entendo que com o apoio de órgãos públicos e da sociedade em geral, esta câmara setorial vai dar um passo importante em busca de soluções para conter esse problema”, destacou Lacerda.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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