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Atividade física e Longevidade

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Dr. Max Wagner de Lima

Se existisse uma “pílula” capaz de reduzir o risco de morte e ainda melhorar o cérebro, o sono e a energia, ela se chamaria MOVIMENTO.

Essa frase não é hipérbole: traduz de forma simples o que décadas de pesquisa em saúde têm documentado.

Longevidade não é apenas viver mais tempo, mas viver com autonomia, mobilidade, cognição preservada e proteção cardiovascular até idades avançadas. A atividade física consistente é um dos fatores modificáveis mais impactantes nesse processo, com efeitos mensuráveis sobre mortalidade, doenças cardiovasculares e funcionalidade ao longo da vida.

O que as evidências mais atuais dizem:

Diretrizes base e recomendações:

As instituições internacionais de saúde, como a American Heart Association (AHA), recomendam que adultos façam pelo menos 150 a 300 minutos por semana de atividade física aeróbica de intensidade moderada, ou 75 a 150 minutos por semana de atividade vigorosa, ou uma combinação equivalente. Além disso, deve-se incluir atividades de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias por semana.

Essas recomendações têm respaldo robusto em múltiplos estudos epidemiológicos e meta-análises: adultos que seguem esse padrão consistente de atividade apresentaram redução substancial do risco de mortalidade por todas as causas e de morte cardiovascular, em comparação a indivíduos inativos.

Dose–resposta: mais movimento, mais benefício

Pesquisas mostram que o benefício da atividade física segue um padrão de dose–resposta:

* Mesmo volumes moderados, como cerca de 75 minutos por semana, já se associam a uma diminuição significativa do risco de morte em comparação ao sedentarismo.

* À medida que o volume aumenta até valores próximos ou acima das recomendações (por exemplo, mais de 150 minutos/semana), os benefícios continuam a crescer, com uma tendência de *platô* acima de certo ponto, sem evidência consistente de prejuízo em altos volumes de atividade física.

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“Mais passos” significa melhor saúde!!!!!

Além de minutos de exercício formal, estudos recentes com pedômetros e acelerômetros reforçam que acumular passos ao longo do dia está associado a desfechos de saúde positivos. Em um estudo com mulheres idosas, caminhar pelo menos 4 000 passos por dia, mesmo em alguns dias da semana, foi associado a redução significativa no risco de morte e de eventos cardiovasculares em comparação com pessoas que caminham menos.

Esse tipo de evidência reforça a mensagem prática: mais passos é melhor; não precisa perfeição absoluta para começar a colher benefícios.

Aptidão cardiorrespiratória: um sinal vital de longevidade

Medidas de aptidão cardiorrespiratória frequentemente expressas em termos de VO₂masão um dos preditores mais fortes de risco futuro de mortalidade e eventos cardiovasculares. Em meta-análises, indivíduos com melhor condicionamento cardiorrespiratório apresentaram menor risco de morte por todas as causas e por causas cardiovasculares em comparação com aqueles com menor condicionamento.

Variedade de modalidades traz mais benefícios

A literatura atual não se limita ao aerobico tradicional.

Diretrizes emergentes apontam que um regime multifacetado combinando exercício aeróbico, resistência muscular, equilíbrio e flexibilidade está associado a benefícios maiores para a longevidade, especialmente em adultos mais velhos.

Por que isso funciona (explicação fisiológica simplificada)

A atividade física melhora a fisiologia do corpo de múltiplas formas:

Pressão arterial, glicemia e inflamação: O movimento regular ajuda a reduzir a pressão arterial, melhora o controle da glicose e diminui marcadores inflamatórios no sangue.

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Massa muscular como “órgão endócrino”:O músculo esquelético libera substâncias benéficas (*miocinas*) que melhoram metabolismo e comunicação celular.

Mitocôndrias e envelhecimento metabólico:  O exercício estimula a biogênese mitocondrial, potencializando a eficiência energética celular e reduzindo estresse oxidativo.

Sono, saúde mental e cognição: A atividade física melhora a qualidade do sono e está associada a menor risco de depressão e declínio cognitivo.

Endotélio/vasos e proteção cardiovascular:O exercício melhora a função endotelial e a flexibilidade das artérias, fatores cruciais na prevenção de doenças cardiovasculares.

 Prescrição prática: do “mínimo eficaz” ao “ideal realista”:

Aqui estão diretrizes práticas em termos leigos, organizadas em três “pacotes”:

  1. Mínimo eficaz (para sair do zero)

Frequência:  diário

Intensidade:leve a moderada (andar rápido ou bicicleta leve)

Tempo:10–20 minutos por dia

Tipo caminhada, subir escadas, tarefas ativas

Força:2 sessões semanais curtas (exercícios de resistência com peso corporal)

Objetivo: reduzir o risco de doenças e começar a melhorar o condicionamento.

  1. Padrão ouro (saúde e longevidade)

Frequência: 5–7 dias por semana

Intensidade:moderada a vigorosa

Tempo:150–300 minutos por semana (pode ser dividido em sessões de 30–60 minutos)

Tipo: caminhada rápida, corrida leve, bicicleta, natação

Força: 2–3 sessões/semana

Mobilidade/Equilíbrio: 2–3 sessões/semana

Objetivo: maximizar os benefícios cardiovasculares, metabólicos e funcionais.

  1. Performance com segurança

Intensidade:incluir 1–2 sessões semanais de treinos intervalados (curtos e intensos), conforme avaliação clínica e perfil individual.

Progressão:aumentar gradualmente volume e intensidade sob orientação.

Esses pacotes seguem o princípio FITT-VP (Frequência, Intensidade, Tempo, Tipo, Volume, Progressão), mas explicados em termos acessíveis.

Segurança: triagem e sinais de alerta

Antes de iniciar ou intensificar um programa de exercícios, algumas pessoas devem considerar uma avaliação médica, especialmente se apresentarem:

* Dor no peito ou desconforto torácico com esforço

* Falta de ar desproporcional à atividade

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* Síncope (desmaio) ou perda de consciência

* Palpitações intensas

* Histórico conhecido de doença coronariana, insuficiência cardíaca ou múltiplos fatores de risco

 

Durante a atividade, interrompa o exercício e procure orientação se ocorrerem:

* Dor torácica persistente

* Tontura intensa

* Falta de ar súbita e significativa

* Desmaio

Em contextos de competição ou treinos intensivos, existem protocolos específicos de avaliação e monitorização em cardiologia esportiva, que podem ser recomendados por profissionais especializados.

Plano de 7 dias para começar (sugestão)

  1. Dia 1:Caminhada rápida — 20 minutos
  2. Dia 2: Caminhada leve — 15 minutos + 10 minutos de exercícios de força (agachamentos, flexões modificadas)
  3. Dia 3: Bicicleta ou elíptico – 25 minutos
  4. Dia 4:Caminhada rápida – 30 minutos
  5. Dia 5:Força -20 minutos (ênfase em membros superiores e core)
  6. Dia 6: Caminhada leve – 20 minutos + alongamento
  7. Dia 7: Atividade de lazer ativa (natação, dança, jardinagem ativa) -30 minutos

Dica:escolha horários que funcionem para sua rotina e aumente gradualmente conforme conforto e adaptação.

Conclusão:

A atividade física regular é uma das intervenções mais consistentes e robustas que a ciência tem para *melhorar a saúde e aumentar a probabilidade de viver mais com qualidade funcional*.

Ela atua em múltiplos mecanismos fisiológicos, reduz o risco de mortalidade por todas as causas e promove proteção cardiovascular. O importante é começar, adaptar e progredir com segurança, mesmo mudanças pequenas e consistentes trazem impacto real. Se você tem fatores de risco, sintomas ou quer treinar com segurança e eficiência, procure uma avaliação individualizada com profissionais qualificados

Dr. Max Wagner de Lima Cardiologista – CRM 6194 / RQE 2308
Fundador da Luminae – Excelência em SaúdeCriador do Protocolo ROTINA

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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?

Publicado

 

Foto- Assessoria

 

Mato Grosso vive um paradoxo. De um lado, pessoas entregando currículos e esperando por uma oportunidade. Do outro, empresários afirmando que não conseguem encontrar profissionais preparados. Há gente querendo trabalhar e empresas precisando contratar. Então, por que essa conta não fecha?

O estado encerrou 2025 com taxa de desemprego de apenas 2,2%, a menor do país, e com o maior nível de ocupação do Brasil, de 66,7%. Ainda assim, milhares de pessoas continuam procurando espaço no mercado de trabalho.

Os dados do Sine ajudam a mostrar esse desencontro. Em 2025, foram ofertadas mais de 36 mil vagas em Mato Grosso, mas pouco mais de 11 mil trabalhadores foram efetivamente colocados. Isso não significa que todas as demais vagas tenham permanecido abertas, mas revela que anunciar uma oportunidade e concretizar uma contratação são coisas diferentes.

No campo, o problema é ainda mais evidente. Levantamento do Sistema Famato, elaborado pelo Imea em parceria com o Senar-MT mostra que 62,6% dos produtores enfrentam grande dificuldade para contratar e 69,2% apontam a falta de qualificação técnica como um dos principais obstáculos. A função mais demandada é a de operador de máquinas agrícolas, que exige domínio de equipamentos com tecnologias cada vez mais avançadas.

Parte do problema está na distância entre aquilo que os cursos oferecem e o que as empresas realmente precisam. Abrem-se turmas, entregam-se certificados, mas pouco se acompanha quantos alunos conseguiram emprego depois da formação. E certificado sem oportunidade não muda a vida de ninguém.

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Também seria injusto atribuir toda a responsabilidade ao trabalhador. Nem toda vaga difícil de preencher resulta da falta de qualificação. Pesam salários pouco atrativos, falta de transporte, distâncias e jornadas incompatíveis. Da mesma forma, as empresas não podem esperar que todo profissional chegue pronto. Quem contrata também precisa investir em treinamento interno e oferecer a primeira oportunidade.

A solução passa por aproximar empresas, poder público, Sine, Sistema S, institutos federais e escolas técnicas. Antes de abrir um curso, é preciso saber onde estão as vagas, quais habilidades são exigidas e quais empresas estão dispostas a contratar.

O sucesso de uma política de qualificação não deve ser medido apenas pelo número de matrículas ou certificados, mas por quantas pessoas conseguiram emprego e aumentaram a renda.

Mato Grosso não precisa apenas formar mais trabalhadores. Precisa formar melhor e conectar melhor. Quando os cursos responderem às necessidades reais, as vagas chegarem a quem procura trabalho e as empresas participarem da formação, essa conta finalmente começará a fechar.

*Irajá Lacerda é ex-secretário executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária e ex-presidente da Comissão de Direito Agrário da OAB-MT

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O agro no centro do mundo

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Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário

Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.

Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.

Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.

Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.

Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.

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Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.

A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.

O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.

Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.

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O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.

Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos

“Se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.” #RM12.8
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

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Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.
Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.
Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.
Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.

O que a ciência mostra :

 
Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.
Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.
Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.
Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.

Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?

 
Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.
Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.
O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.

Por que o músculo influencia a saúde cerebral?

A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.
A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.
Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.

Como enfrentar cientificamente esse problema ?

 
O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.
O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.
A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.
Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.

Envelhecer bem ,exige preservar força

A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.
Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.
Porque o objetivo não é apenas perder peso.É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.
 
Saúde não é sorte. É rotina.
Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.
Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.
Veja Mais:  Fim de ano e a importância da família  
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