Política MT
CCJR analisou 22 projetos em reunião ordinária nesta terça-feira
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou na tarde desta terça-feira (16) sua 13ª reunião ordinária. Os deputados analisaram 22 propostas, 17 foram aprovadas e cinco rejeitadas. Outras duas matérias foram retiradas de pauta.
O Projeto de Lei Complementar nº 5/2018, que altera dispositivos da Lei Orgânica da Defensoria Pública, foi uma das propostas que recebeu parecer favorável da comissão. O órgão ainda é tema do Projeto de Lei nº 206/2018, também aprovado durante a reunião, que dispõe sobre estrutura organizacional, quadro de pessoal e plano de carreira dos servidores.
“São algumas mudanças sem acarretar impacto financeiro para melhorar a estrutura da Defensoria”, explica o presidente da CCJR, Max Russi (PSB). O PLC nº 5/2018 agora segue para Plenário para ser votado em redação final, já o PL nº 206/2018 será encaminhado para segunda votação também no Plenário.
Os parlamentares também aprovaram, por exemplo, o Projeto de Resolução nº 602/2018. A matéria tem o objetivo de definir os quóruns de votação do Parlamento. No caso de o quórum exigido representar um número não inteiro, será considerado o número inteiro superior ao do número quebrado. “Não vai ter mais dúvidas em relação a isso”, completa Russi.
O deputado ainda destacou a aprovação do Projeto de Lei nº 254/2018, que declara de utilidade pública a Casa de Apoio Vinde Hospedaria Rotativa. “É uma casa que recebe pessoas do interior que procuram serviços públicos na capital. Isso garante alguns benefícios importantes em relação a impostos”, afirma Russi.
Foram retirados de pauta o Projeto de Lei nº 186/2016 (Mensagem nº 25/2016), que dispõe sobre o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) e o Projeto de Lei nº 572/2017, que declara Patrimônio Cultural de Mato Grosso o queijo cabacinha produzido em Alto Araguaia.
Participaram do encontro dessa terça-feira os deputados Max Russi, presidente da comissão, Oscar Bezerra (PV), Dilmar dal Bosco (DEM), além do deputado Wilson Santos (PSDB).
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Pivetta afirma “pular para dentro e resolver” falta de água em VG
O governador citou que escassez do recurso revela omissão e falta de humanismo das gestões anteriores

Foto-Assessoria
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta segunda-feira (13) nas suas redes sociais, afirmou que irá “pular para dentro e resolver” o problema da falta de água em Várzea Grande.
Pivetta acrescentou que o recurso é indispensável para os várzea-grandense viverem com dignidade e, por isso, não aguardará soluções externas serem apresentadas.
“Não admito que nos dias de hoje, com tudo que temos, alguém ainda em Mato Grosso não tenha esse bem básico para viver com o mínimo de dignidade. Nós vamos procurar em vez de criticar ou esperar. Vamos pular para dentro e ajudar a resolver”, pontuou.
Recentemente, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que precisa receber ajuda do governo estadual para melhorar a distribuição da água. Ela relatou que a prefeitura não tem recursos para regularizar as pendências do Departamento de Água e Esgoto (DAE).
Pivetta, então, classificou as gestões anteriores do município como omissas e sem humanismo por não solucionarem a escassez da água.
“É muito difícil estar governando e aceitar isso como algo normal. Eu não aceito. Vamos trabalhar para resolver a saga desse povo mato-grossense. Nosso plano está sendo elaborado. Muito em breve, faremos a aliança pela água. Considero omissas as gestões que deixaram essa situação durante muito tempo. Falta de humanismo, porque água é necessidade primária, ninguém vive sem água”, avaliou.
O governador concluiu dizendo conhecer os transtornos causados pela falta de água, porque enfrentou a falta do recurso quando chegou em Cuiabá. Ele nasceu no Rio Grande do Sul e mudou-se para a capital mato-grossense no ano de 1982.
“Eu sei, porque experimentei o que é não ter casa sem água. Chegamos em Mato Grosso e, durante os dez primeiros dez anos, nós pegávamos água de balde, de poço e levávamos para casa fazer comida, tomar banho. Sei o que é viver sem água”, completou.
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