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Cerimônia de plantio de mudas inicia o Congresso Mundial da Iufro 2019

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O XXV Congresso Mundial da União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal 2019 (Iufro, da sigla em inglês) começou nesse domingo (29) com a cerimônia de plantio de árvores, no Jardim Botânico de Curitiba (PR). Faz parte da tradição abrir todas as edições com o plantio de mudas de espécie típicas da região onde ocorre o evento.

O presidente da Iufro, Mike Wingfield, o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto, e o chefe da Embrapa Florestas, Edson Iede; o presidente e a vice-presidente do Comitê Organizador da Iufro 2019, respectivamente, Joberto Veloso e Yeda de Oliveira; a vice-reitora da UFPR, Graciela Muniz; e o professor da UFPR, Flávio Zanetti, abriram os trabalhos desta edição com plantação de mudas de araucária do tipo Araucana e Augustifolia. A araucária é uma espécie arbórea com na região sul do país.

O presidente da Iufro, Mike Wingfield, destacou a importância da realização do primeiro Congresso na América do Sul. “Conduzir o Congresso aqui permite a participação de centenas de pesquisadores sul americanos, muitos dos quais não têm esta oportunidade em razão das distâncias. Eles poderão se engajar e trocar experiências e este será o que considero o maior impacto deste evento para o futuro. Não somos militantes, mas pesquisadores, e podemos, à luz da ciência, mostrar ao mundo como fazer frente à destruição massiva das florestas que assistimos hoje em dia”, disse.

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Wingfield ressaltou ainda o fato de o Congresso ter início com o plantio de Araucárias. “Este é realmente o início do Congresso e que ótima maneira de começar um encontro focado em florestas e em pesquisa florestal. Embora seja uma tradição o Congresso da Iufro iniciar com plantio de árvores, este caso é muito especial porque esta incrível árvore é tida como “jurássica” e isto dá muito significado ao nosso ato”, finalizou.

Para Valdir Colatto, a iniciativa destacou a importância de o evento acontecer em Curitiba, por ser a capital da araucária, e com o plantio de mudas dessa espécie é possível reforçar o trabalho de reconstrução da mata de araucária no Brasil, com a possibilidade de fazer o manejo. “O Congresso Mundial da Iufro 2019, que inicia hoje e termina no próximo dia 5, transforma Curitiba na capital mundial do estudo, da pesquisa e dos assuntos da floresta e, com certeza, sairão daqui muitas luzes para que a gente possa trabalhar, administrar e saber exatamente como fazer o desenvolvimento sustentável, cuidando da floresta mas também cuidando da questão econômica e social”, concluiu.

Joberto Veloso afirmou que a escolha de Curitiba se deu por ser uma bela cidade e, também, por estar próxima a uma grande variedade de florestas, plantadas e naturais. “As árvores que plantamos hoje estarão aqui por muitos e muitos anos. Não se trata apenas de um registro da Iufro – que é louvável – mas também símbolo da importância que este congresso tem no longo prazo, pelos seus resultados e pelo incentivo a todos os participantes a construírem um futuro para a sociedade, para a economia e para o planeta”, completou.

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Programação

O primeiro dia do Iufro teve ainda a recepção de boas-vindas aos congressistas e a abertura da área de exposição do Congresso. Nessa área, haverá em torno de 150 estandes, incluindo o Espaço Brasil, onde o Serviço Florestal Brasileiro estará presente com a apresentação de vídeos e materiais de impressos sobre os principais programas que gerencia, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), as Concessões Florestais e Monitoramento, o Inventário Florestal Nacional, o Laboratório de Pesquisas Florestais, o Portal Saberes da Floresta, dentre outros. O Serviço Florestal também terá participação efetiva nas mesas técnicas, side events e mini talks, que acontecerão no Congresso.

A abertura oficial do XXV Congresso Mundial da IUFRO 2019 ocorre nesta segunda (30).

Side Events

O diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto, apresentará ainda nesta segunda, às 12h, uma palestra durante o side event  “Parcerias interinstitucionais para o alcance da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável”, organizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O secretário de Políticas Agrícolas do Mapa, Eduardo Sampaio; o diretor executivo do Instituto Brasileiro de Árvores, José Carlos da Fonseca Júnior; e a integrante do secretariado do Fórum de Florestas das Nações Unidas (UNFF, da sigla em inglês) também participam do debate.

A diretora de Cadastro e Fomento Florestal, Jaine Cubas, apresentará também às 12:00, de amanhã, o Side Event sobre o Código Florestal Brasileiro, que será aberto por Valdir Colatto e pelo primeiro secretário de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável da Embaixada da Alemanha no Brasil, Simon Triebel.

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Às 14h, o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto, se reunirá com a chefe do Serviço Florestal dos Estados Unidos, Vicky Christiansen, para tratarem de assuntos e acordos de cooperação entre os dois países.

Os debates ocorrerão todos os dias, exceto na quinta-feira, quando os participantes do congresso farão visitas técnicas a áreas de interesse florestal, próximas a Curitiba. Nesta edição, os temas são: Florestas para as pessoas; Florestas e mudanças climáticas; Florestas e produtos florestais para um futuro mais verde; Biodiversidade, serviços ambientais e invasões biológicas e; Florestas, interações com solo e água.

Até o momento, o Iufro tem cerca de 3 mil inscritos, 1,7 mil apresentações técnicas, 900 pôsteres, 30 expositores, 51 reuniões administrativas da Iufro e 28 eventos paralelos. O congresso é organizado pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e pela Embrapa.

Com informações do Serviço Florestal Brasileiro 

Informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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