Mato Grosso
CGE inicia inscrições para seletivo de analista de tecnologia da informação

Foto: Assessoria
A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) iniciou, nesta quinta-feira (25/11), o período de inscrições para o seletivo simplificado destinado à formação de cadastro de reserva para contratação de analista de tecnologia da informação (nível sênior), na carreira dos profissionais de Desenvolvimento Econômico Social.
As inscrições ficarão abertas até o dia 06 de dezembro de 2021, exclusivamente por meio eletrônico, no link http://reserva.controladoria.mt.gov.br. No ato da inscrição, conforme previsto no Edital do Processo Seletivo nº 01/2021/CGE, o candidato deve anexar os seguintes documentos digitalizados em formato pdf, de modo legível e com tamanho máximo individual de 2 MB:
a) frente e verso do Registro Geral (RG) ou de outro documento oficial de identidade com foto;
b) Cadastro de Pessoa Física (CPF), se o documento do item “a” não contiver o número do CPF;
c) Comprovante de residência expedido há, no máximo, 3 meses da publicação do edital;
d) Documentos comprobatórios de escolaridade exigida para a função;
e) Documentos elencados no item 5.4 do Edital, a serem utilizados na avaliação de certificações, títulos e experiência profissional;
f) Documentos elencados no item 2.6.8 do edital, se candidato à vaga destinada a pessoas com deficiência (PcD).
Para se inscrever, os candidatos devem possuir graduação de nível superior e atuação na área dos seguintes perfis: analista desenvolvedor/implementador (Java e .NET), analista de projetos, analista de banco de dados (administrador de banco de dados), analista de banco de dados (cientista de dados) e analista de infraestrutura e segurança.

A contratação, condicionada à eventual e real necessidade da CGE-MT, será para jornada de trabalho de 40 horas semanais, com subsídio de R$ 10 mil mensais. O efetivo exercício dos analistas será realizado em Cuiabá (MT), com a possibilidade de a jornada ser executada em regime de teletrabalho, a critério da administração pública, quando houver compatibilidade com o serviço a ser prestado.
O processo seletivo está sob a condução de Comissão Organizadora instituída pela Portaria nº 0079/2021/CGE/MT e formada por nove servidores lotados na Superintendência de Inteligência, Coordenadoria de Infraestrutura de TI e Coordenadoria Administrativa da CGE-MT.
Inscrições e informações complementares: http://reserva.controladoria.mt.gov.br
Leia mais:
CGE divulga edital para seletivo de analista de tecnologia da informação
Clique AQUI e entre no grupo de WhatsApp do Portal MT e receba notícias em tempo real
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
Mato Grosso
Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:56Prefeitura de Rondonópolis prorroga investigação sobre contrato da Construtora Amil para obra da Avenida Bandeirantes
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:14Reunião entre organização da Cavalgada da Exposul e Juvam renova ações de conduta para a 38ª edição
-
Rondonópolis20/07/2026 - 12:20TJMT declara inconstitucional lei das emendas impositivas de Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:40CONSEMMA aprova até R$ 60 mil por mês para custear horas delegadas dos Bombeiros no combate às queimadas em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:10Inscrições de animais para o 32º Torneio Leiteiro da Exposul se encerram hoje
-
Mato Grosso21/07/2026 - 19:29Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:46Sistema Fiemt realiza nos próximos dias várias ações em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 17:50Associados da CDL terão capacitações exclusivas antes do Liquidaqui








