Mato Grosso
Contas de gestão da Sinfra/MT do exercício de 2017 são julgadas regulares
| Assunto: CONTAS ANUAIS DE GESTAO ESTADUAL Interessado Principal: SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGISTICA |
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| JAQUELINE JACOBSEN CONSELHEIRA INTERINA |
DETALHES DO PROCESSO |
| INTEIRO TEOR |
| VOTO DO RELATOR |
| ASSISTA AO JULGAMENTO |
Julgadas regulares pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso as contas anuais de gestão da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra/MT), referentes ao exercício de 2017, sob a responsabilidade do secretário Marcelo Duarte Monteiro. O Processo nº 323276/2018 foi julgado na sessão ordinária desta terça-feira (15/10). Por unanimidade, os membros do Tribunal Pleno acompanharam voto da relatora, conselheira interina Jaqueline Jacobsen, em consonância com parecer do Ministério Público de Contas, pela regularidade, com recomendações.
Entre elas para que a atual gestão da Sinfra/MT adote as medidas necessárias para que o planejamento das ações reflita a realidade econômica e financeira do Estado, possibilitando o cumprimento das metas estabelecidas nas peças orçamentárias. Foi constatado pela equipe técnica graves falhas de planejamento, perceptíveis nas alterações ocorridas nas dotações orçamentárias das ações relacionadas ao projeto “Mato Grosso Pró-Estrada”. “É inconcebível que haja discrepâncias tão relevantes entre o planejado e o executado, conforme ocorreu no exercício de 2017 nas ações governamentais da Sinfra”, observou a conselheira no voto.
A conselheira reiterou ainda à atual gestão da Sinfra/MT para que promova, junto à Seges, estudo acerca das reais possibilidades do Governo do Estado em realizar concurso público com a finalidade de prover a defasagem existente no quadro de engenheiros fiscais da Sinfra. Isso porque o Tribunal de Contas já havia feito essa recomendação à Secretaria, mas apesar dos esforços do gestor, ela não foi atendida.
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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