Política MT
Delegado Claudinei defende concessão de insalubridade aos servidores da PJC
O deputado ainda fez a indicação nº 1484, solicitando a antecipação do 13º salário dos servidores da área de Saúde e de todos os que atuam nas Forças de Segurança
Foto: Assessoria
A concessão do adicional de insalubridade aos servidores da Polícia Judiciária Civil (PJC) não apenas durante a pandemia de Covid-19, mas em caráter permanente. Essa foi uma das indicações (nº 1487/2020) apresentada pelo deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), durante a sessão plenária online desta última quarta-feira (15).
“Entendemos que os servidores da Polícia Civil trabalham expostos a agentes nocivos à saúde, seja nas ruas ou nas dependências de delegacias, no atendimento aos mais diversos públicos, fato que nos ressalta aos olhos diante da pandemia da Covid-19, que tem assolado toda a população diante do alto índice de mortes em todos os países afetados, inclusive, o Brasil”, argumenta o deputado.
O parlamentar lembra ainda que, mesmo diante do isolamento social, os servidores da PJC não pararam de trabalhar porque são profissionais essenciais no combate ao coronavírus.
“Para cumprir suas atividades, esses servidores não estão expostos apenas a Covid-19, mas também a outras diversas enfermidades atemporais transmitidas pelo ar ou contato, bem como doenças de caráter psicológico, físico , entre outras. Por isso, compreendemos que têm direito não só em tempos de pandemia, mas em caráter permanente”.
Em sua justificativa, o parlamentar chega a citar artigos da Constituição Federal, que preveem o adicional de insalubridade e periculosidade, garantido por norma pública e vinculado à segurança do trabalho. Aponta também que a Lei Complementar Estadual nº 04/90 concede ao funcionário público o direito à insalubridade em caráter permanente, pelo exercício de atividades insalubres, perigosas ou penosas.
ANTECIPAÇÃO DO 13º – O deputado ainda fez a indicação nº 1484, em que pede ao governador Mauro Mendes e ao secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, que façam a antecipação do 13º salário dos servidores públicos da área de Saúde e também de todos aqueles que atuam nas Forças de Segurança do Estado.
“Está evidente e temos acompanhado que, no Brasil, Mato Grosso e municípios vários servidores da área de Saúde que estão contaminados pela Covid-19. E, com certeza, terão gastos extras com medicamentos, ainda que fiquem em casa em isolamento ao se recuperarem para voltar a linha de frente no combate à pandemia. E com os profissionais de segurança é a mesma coisa”.
Ao final da sessão plenária de ontem, o Delegado Claudinei fez um pedido aos demais colegas parlamentares para que quando tiverem um projeto, indicação que beneficie alguma categoria da Segurança Pública, não deixe de incluir as demais. Foi o caso de algumas indicações feitas, anteriormente, para que o Governo incluísse o adicional de insalubridade e periculosidade, mas em que os servidores da PJC não foram incluídos. “Por isso, fizemos a indicação de insalubridade para os profissionais da Polícia Civil e de caráter permanente porque já é uma luta antiga”, conclui.
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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