Saúde
Doenças bucais afetam 3,5 bilhões de pessoas e motivam iniciativas que ampliam acesso a tratamentos odontológicos
No Brasil, tratamentos de cáries somam cerca de R$ 180 bilhões; parcerias entre dentistas e programas de benefícios ajudam a reduzir barreiras financeiras

A Mexican female dentist doing dental treatment on a young girl with the male assistant helping her
O acesso à saúde bucal permanece como um dos principais gargalos dos sistemas de saúde ao redor do mundo, e o impacto econômico desse cenário se torna cada vez mais evidente. Uma pesquisa publicada na Alemanha no fim de 2024, que analisou dados de 194 países, incluindo o Brasil, destaca a urgência de priorizar a saúde bucal em programas de saúde pública e benefícios corporativos, já que essas condições afetam mais de 3,5 bilhões de pessoas no mundo. O dado é reforçado por um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), que indica que quase metade da população mundial vive com algum tipo de doença bucal.
As cáries são uma das principais patologias que podem levar à perda dentária e, quando isso ocorre, os implantes tornam-se uma alternativa eficaz de reabilitação oral. O peso financeiro, porém, recai tanto sobre os pacientes quanto sobre os sistemas de saúde. Estimativas da Economist Impact mostram que, no Brasil, apenas os custos ligados ao tratamento de cáries ultrapassam R$ 180 bilhões, reforçando a necessidade de ampliar políticas públicas e privadas, fortalecer modelos de prevenção e desenvolver iniciativas que permitam ao paciente realizar tratamentos de forma viável, sem comprometer a excelência clínica nem a rentabilidade das práticas odontológicas.
Nesse cenário, dentistas também sentem o impacto desse quadro, já que a limitação financeira da população impacta diretamente o fluxo de atendimento e a continuidade dos tratamentos. Entre as ações voltadas a reduzir as barreiras de acesso está o Neodent+, programa lançado pela Neodent em parceria com o Bradesco. A iniciativa oferece condições diferenciadas de pagamento e desconto para clientes do banco que realizarem tratamentos com dentistas parceiros da companhia. O programa conecta uma rede de profissionais qualificados a uma base de mais de 60 milhões de clientes do Bradesco, permitindo que procedimentos odontológicos se tornem mais viáveis para o paciente e abrindo oportunidades de crescimento para consultórios.
Segundo o vice-presidente de Finanças da Neodent, Pablo Gismondi, o Neodent+ foi estruturado para reduzir barreiras econômicas que historicamente afastam pacientes de tratamentos essenciais. “Hoje, muitos brasileiros postergam cuidados por restrições de orçamento, e nosso foco é criar um modelo financeiramente viável, que preserve a qualidade clínica e ofereça previsibilidade de custos. Acreditamos que ampliar o acesso à reabilitação oral é fundamental para transformar a realidade da saúde bucal no país”.
Entre os benefícios ao usuário, estão parcelamentos e condições especiais em tratamentos com dentistas parceiros da Neodent. A adesão é válida para correntistas e portadores de cartão Bradesco, assim como para seus dependentes legais. Para o atendimento, basta apresentar um cartão de crédito ou débito da instituição.
Para os dentistas, a entrada no programa é simples: basta ter adquirido ao menos cinco implantes Neodent nos últimos 12 meses. Ao participar, os profissionais passam a ter destaque na plataforma Encontre seu Dentista, e, com isso, aumentam sua visibilidade para potenciais pacientes. A meta da campanha é que mais consultas sejam agendadas, refletindo a ampliação do acesso da população aos tratamentos. A dentista e vice-presidente da Unidade de Negócios de Implantes da Neodent, Angela Della Gatta, reforça o diferencial para os profissionais. “Os dentistas parceiros ganham visibilidade, fluxo de novos pacientes e condições que favorecem a continuidade do tratamento. É um modelo que gera benefícios para toda a cadeia: o paciente recebe o cuidado necessário, o profissional amplia sua atuação e o país avança na redução das desigualdades em saúde bucal”.
Esta não é a primeira iniciativa da Neodent que busca impulsionar a democratização da saúde bucal no Brasil. Desde 2016, a empresa investe em programas sociais como a Expedição Novos Sorrisos, que percorre todas as regiões do país na sensibilização da população quanto à importância da saúde bucal e do tratamento odontológico. Mais de 10 mil brasileiros já foram beneficiados.
Sobre a Neodent
A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil.
Saúde
Janeiro Branco: como identificar sinais e falar sobre saúde mental com crianças e adolescentes?
O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que chama a atenção para a importância do cuidado com a saúde mental e emocional. O tema é de extrema relevância, já que o número de crianças e adolescentes que enfrentam algum tipo de transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, cresce a cada ano.

Crédito: Freepik.
De acordo com Audrey Taguti, psicopegagoga e diretora do Brazilian International School – BIS, de São Paulo, a família e a escola têm um papel central na identificação precoce e no suporte aos jovens, especialmente com a grande exposição ao ambiente digital da vida moderna.
Segundo a especialista, crianças e adolescentes frequentemente demonstram, por meio do comportamento, que estão enfrentando alguma situação de estresse ou sofrimento. Por isso, pais e responsáveis devem ficar atentos a três grandes grupos de sinais, indícios de que o jovem pode estar em sofrimento ou tentando ocultar algo.
“O primeiro sinal são mudanças abruptas de comportamento, como irritabilidade, isolamento repentino ou perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas. O segundo envolve alterações físicas, queda no rendimento escolar, ou mudanças nos padrões de sono e apetite. O terceiro alerta é o comportamento digital excessivo, com uso exagerado do celular, ou o ato de se esconder para acessar a internet e apagar conversas e histórico de navegação”, alerta.
Como falar sobre saúde mental com os filhos?
Segundo Audrey, a chave para abordar o assunto de forma leve e assertiva está no diálogo e na escuta ativa, adaptado à fase de desenvolvimento do filho. Ela sugere abordagens específicas para cada momento.
Crianças (até 10 anos)
Nesta fase, o foco do desenvolvimento está no aspecto sensorial e motor, e a criança explora o mundo com todos os sentidos. Como elas ainda não têm um repertório verbal e cognitivo totalmente estruturado para dar nome ou compreender emoções complexas, a dica é usar o lúdico para falar sobre o assunto.
“Se a criança está mais chorosa, agressiva ou retraída, os pais devem se sentar com ela para brincar e, através de desenhos, bonecos ou de histórias, perguntar como o ‘personagem’ se sente. É uma maneira de a criança expressar os sentimentos sem ter que usar palavras complexas, e o adulto deve validar esses sentimentos”, orienta.
Pré-adolescentes (11 a 13 anos)
Esse é um período em que a criança começa a buscar mais independência, a se identificar com grupos de pares e a desenvolver um senso de individualidade, questionando regras e demonstrando uma autoconsciência maior de suas vontades.
Se o pré-adolescente estiver lidando com situações do “mundo real”, como frustrações, dificuldades e conflitos com amigos, esportes, na escola ou em atividades sociais, os pais devem aproveitar os momentos de qualidade, como refeições ou passeios em família, para incentivar a conversa, perguntando sobre os sentimentos e desafios do dia. É crucial que o adulto participe ativamente da vida do filho, ajudando o jovem a criar estratégias saudáveis para lidar com esses desafios.
“Os pais não devem minimizar esses sentimentos, que para o pré-adolescente são muito reais. Devem, com paciência e empatia, manter o diálogo aberto e proporcionar um ambiente acolhedor”, orienta.
Adolescentes (14 a 19 anos)
A adolescência é um verdadeiro turbilhão emocional, marcada por intensas mudanças físicas e hormonais. “Isso significa que o adolescente sente com intensidade e, muitas vezes, reage de maneira impulsiva. Nesta fase, o foco deve ser no acolhimento incondicional e sem julgamentos. Quando o adolescente se isola ou demonstra irritação, os pais precisam validar os sentimentos e buscar o diálogo”.
A educadora enfatiza que, quando o adolescente se isola no quarto ou demonstra irritação, os pais precisam validar os sentimentos e perguntar de forma clara: “Percebi que você está mais quieto(a). O que posso fazer para te ajudar?”
Audrey Taguti destaca ainda que o exemplo é essencial. Pais que demonstram estratégias saudáveis para lidar com frustrações, consequentemente ensinam aos filhos a autorregulação emocional. Mas, se os sintomas persistirem e houver prejuízo na rotina do jovem, a busca por ajuda especializada deve ser imediata.
O papel da escola
A escola assume um papel decisivo na promoção da saúde emocional dos jovens, sendo um espaço privilegiado para identificar problemas e implementar ações preventivas. Audrey reforça que a instituição, em parceria com a família, atua como uma rede de apoio essencial. Projetos de convivência, rodas de conversa e atividades artísticas e esportivas funcionam como canais para expressão e acolhimento.
“O ambiente escolar oferece espaços seguros de convivência e aprendizado prático, onde os jovens encontram diversidade e aprendem a lidar com as diferenças, resolver conflitos e desenvolver resiliência. Além disso, com a restrição do uso de celulares em sala de aula desde o ano passado, o ambiente escolar tem resgatado o encontro humano e a atenção plena, contribuindo para um maior foco e bem-estar dos alunos”, finaliza a docente.
A especialista: Audrey Taguti acumula 41 anos de experiência e trabalho em Educação. É formada em Magistério e Pedagogia, possui pós-graduações em Psicopedagogia e Bilinguismo e é especialista em Alfabetização. É diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP desde a fundação do colégio, em 2000.
Saúde
Crianças também podem desenvolver câncer de pele – saiba como suspeitar e prevenir

Foto- Freepik
A onda de calor que atinge todo o território nacional traz para os pais uma preocupação além dos importantes cuidados com a hidratação: o câncer de pele. As elevadas temperaturas vêm acompanhadas de sol intenso e, em época de férias, muitas famílias aproveitam as praias e piscinas. Fica o alerta do Hospital do GRAACC: apesar de raro na infância, o câncer de pele ainda é um risco para as crianças. Por isso, elas devem ser protegidas adequadamente enquanto brincam ao ar livre, especialmente no verão, quando a incidência de raios ultravioleta é maior. Aliás, evitar a exposição excessiva e desprotegida ao sol desde a infância também garante a saúde da pele na vida jovem e adulta, uma vez que o efeito da radiação na pele é cumulativo. Cada queimadura solar, mesmo que leve, aumenta o risco de problemas futuros, como envelhecimento, manchas e câncer.
“Há dois tipos principais de câncer de pele: o não melanoma e o melanoma, sendo que o último é o mais agressivo. O crescimento do melanoma é rápido e, mesmo nos estágios iniciais, pode se espalhar para outros órgãos do corpo, o que chamamos de metástase. Por isso, o diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de cura”, explica Natália Duarte, oncologista pediátrica do Hospital do GRAACC, o qual é referência no tratamento do câncer infantojuvenil. O câncer de pele em crianças é extremamente raro, representando entre 1% e 4% de todos os melanomas. A estimativa de incidência anual é de 6 casos por milhão de pessoas.
Para prevenir o câncer de pele na infância, é essencial adotar as seguintes medidas:
Evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, período de maior intensidade dos raios ultravioleta
- Usar protetor solar adequado para crianças e lembrar de reaplicá-lo a cada duas horas ou menos, se houver suor excessivo ou brincadeiras na água
- Vestir as crianças com camisetas de manga longa e chapéus
E como suspeitar do câncer de pele em crianças?
É importante observar o surgimento e evolução de pintas e lesões em todo o corpo, não somente em áreas mais expostas ao sol, como cabeça, rosto, pescoço, braços e pernas, mas também em regiões de difícil visualização, como genitais e atrás das orelhas.
Uma ferramenta simples ajuda a identificar pintas na pele que possam ser sinais de melanoma – a regra do ABCDE. Mas lembre-se: ela não é infalível – algumas pintas benignas podem apresentar as mesmas características visuais das que são destacadas por essa regra. O diagnóstico só pode ser feito após minuciosa investigação médica. Então, procure o pediatra ou dermatologista em caso de suspeita.
O que significa cada letra?
- A – Assimetria: Pintas que indicam melanoma apresentam formato assimétrico, ou seja, uma metade é diferente da outra.
- B – Bordas: As bordas de uma pinta normal são geralmente regulares e bem definidas. No melanoma, elas tendem a ser irregulares, denteadas ou borradas.
- C – Cor: A pinta do melanoma tem, geralmente, várias cores, como preto, marrom, vermelho, branco ou azul.
- D – Diâmetro: A maioria dos melanomas possui mais de 6 milímetros de diâmetro, o equivalente a uma borracha de lápis.
- E – Evolução: a principal característica do melanoma pediátrico é a evolução da lesão ao longo do tempo. Quaisquer mudanças nas pintas devem ser acompanhadas, como aumento do tamanho e alteração na cor. É importante prestar atenção em outros sinais e sintomas que podem estar associados, como sangramento, feridas que não cicatrizam, dor, coceira ou nódulos
Diagnóstico e tratamento
O câncer de pele em crianças é extremamente raro, representando 2% de todos os melanomas. A estimativa de incidência anual é de 2,5 casos por milhão de pessoas na população pediátrica. “O diagnóstico de melanoma em crianças é desafiador porque apresenta algumas particularidades e diferenças em relação às características desse tumor no adulto. São necessários a investigação da história clínica do paciente e sua família e o exame físico cuidadoso. “Usamos um aparelho chamado dermatoscópio, o qual emite uma luz especial que permite a visualização das camadas mais profundas da pele. Para determinar com certeza a presença do câncer, realizamos a biópsia, que é a análise em laboratório de uma pequena amostra da lesão suspeita”, detalha Natália Duarte, oncologista pediátrica do Hospital do GRAACC.
“Fatores genéticos aumentam o risco de câncer de pele na infância. Portanto, devem fazer acompanhamento periódico com pediatra e dermatologista as crianças com histórico familiar da doença, pele clara e que apresentam grande quantidade de pintas ou lesões de pele congênitas”, ressalta a médica.
O tratamento do câncer de pele é feito através de cirurgia para retirada da lesão. As chances de cura aumentam se o diagnóstico for feito nos estágios iniciais da doença, quando o tumor ainda é superficial e localizado. No caso de metástase, há necessidade de quimioterapia e/ou imunoterapia (terapia alvo).
“Por se tratar de um câncer com altas chances de reincidência, todo paciente que teve o diagnóstico de câncer de pele, mesmo após término do tratamento, deve ser acompanhado periodicamente por um serviço médico especializado para avaliação clínica e realização de exames, se necessário”, alerta a Dra. Natália.
Saúde
Vírus da Covid-19 pode afetar os olhos
Quase 6 anos após a pandemia que parou o mundo, os casos de Covid-19 diminuíram, mas ainda exigem cuidados. O vírus continua em circulação e está entre as principais causas de morte por infecção respiratória aguda grave, de acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia. No grupo de maior risco estão idosos, gestantes, crianças mais jovens e pessoas com comorbidades, como diabetes mellitus e asma. A melhor forma de se proteger é com a vacinação, que deve ser tomada por toda a população, em doses atualizadas para acompanhar as mutações do vírus.

Um caso recente é o do cantor Roberto Carlos, que iniciou o ano com diagnóstico positivo para a doença, felizmente sem sintomas. Mas como diferenciar o vírus da gripe influenza e do vírus da Covid-19? As duas doenças costumam provocar tosse, cansaço, coriza, dor de garganta, febre, dores no corpo e na cabeça. No entanto, “a Covid-19 pode causar sintomas mais específicos de falta de ar, diarreia, perda de olfato e paladar. Além disso, a doença também pode afetar a visão e diferentes estruturas do globo ocular”, alerta a Dra. Mariana Coelho, oftalmologista do H.Olhos, Hospital de Olhos da Rede Vision One em São Paulo.
A médica cita os sintomas mais comuns da infecção viral por Covid-19 nos olhos:
– Conjuntivite: olhos vermelhos, irritados, com coceira e lacrimejamento;
– Olho seco: sensação de ardência ou areia nos olhos;
– Fotofobia: sensibilidade à luz.
“O vírus da Covid-19 pode entrar pela superfície ocular ou ser transmitido aos olhos pelo toque de mãos contaminadas. Sem os cuidados adequados, o quadro pode se agravar e causar danos significativos à visão. Por isso, em caso de suspeita da infecção ocular, é muito importante consultar um oftalmologista para uma avaliação completa. Embora hoje seja possível confirmar a doença por meio de testes vendidos em farmácias, somente o especialista poderá dar as orientações específicas para o tratamento”, afirma a Dra. Mariana Coelho.
Outra medida importante, caso o diagnóstico de infecção por Covid-19 seja confirmado, é o isolamento de contato. O risco de transmissão é maior nos cinco primeiros dias da doença, mas pode se prolongar por até dez dias, sobretudo quando ainda há sintomas. Em caso de suspeita da doença, a recomendação das autoridades de saúde é usar máscara facial, higienizar sempre as mãos e evitar aglomerações. Vale reforçar que a vacina ajuda a prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos e deve ser tomada inclusive por quem já teve a infecção por Covid-19.
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