Política MT
Dr. Eugênio e Silvio Fávero vão realizar audiência para discutir Escola Tiradentes em Barra do Garças
Foto: JOELMA PONTES
Os deputados estaduais Dr. Eugênio (PSB) e Silvio Fávero (PSL) vão realizar audiência pública no dia 26 de setembro, às 19h, na Câmara Municipal de Barra do Garças, para tratar da retomada das obras do Projeto Escolar Militar – Tiradentes no município de Barra do Garças, na antiga instalação da Escola Dom Bosco.
No requerimento, os parlamentares justificam que a audiência será uma resposta para sociedade Barra-garcense, que tem aguardado com grande expectativa a efetivação da obra no município. “Ressalto que a realização dessa audiência será um importante passo para conclamar a própria comunidade para debater e discutir, somando esforços para que o sonho se concretize”, explicou o deputado Dr. Eugênio.
Autor da Lei 10.922/2019, que facilita a implantação e a criação das escolas cívico-militares em Mato Grosso, Fávero fala sobre a importância de oportunizar a população com a escola que tem como referencial, a valorização da família, os princípios morais e a disciplina. “O intuito é oferecer excelência no ensino, além de transmitir valores morais, disciplina, amizade, patriotismo, o respeito à família, à pátria e o incentivo ao esporte. Respeito ao professor, inclusive, que tem sido alvo de violência em sala de aula”, destacou.
Para o deputado, a Lei não traz novidade, já que em outros estados as escolas militares já são realidade, mas que a regulamentação dela trará bons resultados futuramente. Ele também lembrou, que todos os alunos das escolas militares de Mato Grosso, avaliados pelo IDEP, obtiveram excelência no resultado
“A escola militar surgiu da necessidade de reverter situação deplorável em que se encontra a educação no Brasil e em Mato Grosso abraçamos a causa e buscaremos os caminhos para que essa realidade mude. Queremos bons cidadãos para o futuro, formadores de opinião, pessoas que nos representem amanhã, seja no campo da ideia, seja na execução de leis ou na buscas pelos nossos direitos”, completou Fávero.
Em abril, Dr. Eugênio esteve na Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) com o vereador Julio Cesar (PSDB) para cobrar a retomada das obras, na ocasião o agente penitenciário Gustavo Ferraz apresentou o trabalho de ressocialização com os detentos de Barra do Garças e ofereceu a mão de obra dos reeducandos para a conclusão da escola.
A ordem de serviço foi então assinada em março de 2018 (gestão anterior) com a expectativa de conclusão em 90 dias, o que não aconteceu. O vereador Julio Cesar ressaltou a importância do fim desta expectativa para a população, “Já conseguimos a mão de obra, agora é necessário dar inicio aos trabalhos. A escola será muito importante para nossa região, já formamos grandes profissionais e queremos que a escola militar venha para contemplar e dar mais qualidade para a educação”, explicou o vereador Julio Cesar.
ESCOLA MILITAR – Conforme a lei, os colégios serão implementados em conjunto com as Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e de Segurança Pública (Sesp). Dessa forma, criar mecanismos que favoreçam educação de qualidade, policiamento comunitário, e o enfrentamento da violência no ambiente escolar visando à promoção da cultura de paz e o pleno exercício de cidadania. A lei, se sancionada, permitirá a realização de convênios com órgãos federais, estaduais, municipais e privados, para aprimoramento do processo ensino-aprendizagem.
Segundo o diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip) da Polícia Militar, coronel Ronelson Jorge Barros, a diferença do colégio militar é o projeto político-pedagógico que tem como base o modelo paramilitar, ou seja, a organização particular de cidadãos não armados, mas fardados e sem pertencerem às forças militares regulares. “Nosso foco é o bom resultado, a disciplina, a motivação para o estudo contínuo e não apenas o estudar para a prova, além, claro de passar valores”, disse.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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