Mato Grosso
Escola da década de 70 ganha estrutura moderna com reforma completa executada pelo Governo de MT
Essa é a terceira obra de unidade de ensino concluída no município, sendo duas reformas e uma unidade construída do zero, além de três quadras poliesportivas em outras escolas.
Para melhor atender os 320 estudantes da unidade de ensino foram investidos R$ 5,7 milhões para reforma geral, com ampliação do refeitório, e estrutura moderna. Do total investido, a Prefeitura de Tangará da Serra entrou com uma contrapartida de R$ 230.520,94.![]()
Foto: Michel Alvim/Secom-MT
Na reforma, foram trocados a cobertura, janelas, pisos, parte elétrica e reformada a quadra poliesportiva, calçadas, ampliação do refeitório e a aquisição de novo mobiliário.
Foram investidos cerca de R$ 1 milhão em investimentos na aquisição de mobiliários, utensilios e equipamentos para a cozinha, como geladeira e freezer, além de 38 aparelhos de ar-condicionado, 220 Chromes e 390 conjuntos escolares para os estudantes.
Na cerimônia, o secretário de Educação do Estado, Alan Porto, afirmou que o Governo de Mato Grosso já investiu mais de R$ 15 milhões na Educação, em Tangará da Serra,
“É uma alegria imensa voltar aqui, em Tangará da Serra, entregando o que o Estado se comprometeu a fazer. O Governo já investiu R$ 15,1 milhões na educação de Tangará da Serra. O Estado construiu a Escola Estadual Bento Muniz, reformou e ampliou a Patriarca da Independência e também reformou a Escola Militar Tiradentes. Além disso, construiu três quadras poliesportivas e está concluindo mais uma quadra na Escola Estadual Professor Jada Torres”, disse.
Com esses investimentos, estudantes e profissionais da educação passam a contar com conforto e bem-estar, recursos pedagógicos modernos, conectividade, tecnologias em sala de aula e alimentação escolar de qualidade. Os alunos ainda recebem gratuitamente uniformes e materiais escolares de qualidade.![]()
A unidade escolar tem 14 salas de aula e atende, atualmente, cerca de 320 estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio – Foto: Michel Alvim/ Secom-MT
Mato Grosso saiu do 20º para o 11º lugar no ranking nacional de alfabetização em razão dos investimentos e das políticas educacionais do Plano educAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede educacional de Mato Grosso entre as cinco mais bem avaliadas no país até 2032.![]()
O deputado estadual Dr. João, que representou a Assembleia Legislativa, ressaltou os esforços do governador Mauro Mendes e do Poder Legislativo em apoiar investimentos na educação. “Estaremos sempre dispostos a manter esta parceria que tem levado a nossa rede pública para o topo do ranking da alfabetização. Hoje, podemos ver que Mato Grosso já está entre as 11 melhores do Brasil e logo estará entre as cinco primeiras. Isso é motivo de muito orgulho”, pontuou.![]()
O prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, também enalteceu os esforços do Estado em relação aos avanços na educação. “O secretário Alan Porto e a nossa equipe municipal da educação foram firmes quando abraçaram toda essa causa e firmaram o convênio que proporcionou a reforma e ampliação da escola. Licitaram, fiscalizaram e agora entregaram esta importante obra para Tangará e, sobretudo, para o Distrito de Progresso. Educação é tudo e o Governo de Mato Grosso sabe bem disso”.
Secretários municipais e vereadores de Tangará da Serra também participaram da solenidade.
História da escola
A denominação Escola Estadual ‘Patriarca da Independência’ foi dado devido ao devotamento de um dos pioneiros e fundadores do Distrito de Progresso, professor Pedro Alberto Tayano, a José Bonifácio de Andrada e Silva, ‘Patriarca da Independência’. Pedro Tayano foi o primeiro diretor da escola.![]()
A escola é toda climatizada e oferece acessibilidade em todos os espaços
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Recursos da Feijoada Solidária garantem a entrega de mais de 600 cobertores na Baixada Cuiabana
Mato Grosso
Defensoria alerta para os primeiros sinais de violência contra a mulher
Com o aumento dos casos de violência psicológica, perseguição e tentativa de feminicídio, DPEMT destaca a importância de buscar ajuda no início para interromper ciclo

Por Alexandre Guimarães
A violência contra a mulher nem sempre começa com agressões físicas. Ameaças, perseguições, humilhações, controle da vida da vítima e o descumprimento de medidas protetivas são formas de violência que podem evoluir para situações ainda mais graves.
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
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