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Mato Grosso

“Esse foi o único governo que teve a capacidade de asfaltar essa estrada tão importante para a Região do Araguaia”, destaca prefeito de Torixoréu

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O governador Mauro Mendes esteve, na tarde desta sexta-feira (02.06), em Torixoréu para entregar obras e anunciar novos investimentos para o município, Araguainha, Ponte Branca e Ribeirãozinho. Os investimentos nos quatro municípios somam R$ 69,8 milhões.

A principal obra entregue na região foi a d restauração do asfaltamento de 45 km da MT-100, no trecho que compreende o entroncamento da MT-461, que dá acesso a Ribeirãozinho, até o entroncamento da MT-466. O investimento nessa obra foi de R$ 24,3 milhões. Ainda na MT-100, o governador entregou asfalto novo em outro trecho de 18 km, entre Torixoréu e Pontal do Araguaia, que contou com investimento de R$ 22,3 milhões.

Também foram entregues três pontes de concreto construídas na MT-100: uma sobre o córrego Sete Voltas, com investimento de R$ 2,9 milhões; sobre o Rio Claro, com 40 metros de extensão, e investimento de R$ 2,8 milhões; e sobre o Rio Tinhoso, com extensão de 50 metros e 8,8 metros de largura, no valor R$ 4.5 milhões.

O prefeito de Torixoréu, Thiago Timo, destacou que o governador foi ao município para cumprir o que prometeu quando assumiu a gestão.

“Há quatro anos estive em Cuiabá para falar com o governador e pedir por essa obra tão importante para nossa região, e ele prometeu transformar o nosso município. Demorou mais de 50 anos para a gente achar um governador de verdade, que teve capacidade de asfaltar essa estrada tão importante, não só para Torixoréu, mas para todo o Araguaia. A promessa foi cumprida, isso mostra o comprometimento desse governo com Mato Grosso”, destacou Thiago.

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O governador também formalizou convênios com a Prefeitura de Araguainha para iluminação pública, com investimento de R$ 97,6 mil, em recursos do Governo do Estado com contrapartida do município; para adequação do sistema de abastecimento de água e implantação de ligações domiciliares, com recursos na ordem de R$ 334,8 mil; para pavimentação asfáltica, drenagem de água pluviais e sinalização viária com área de 2,5 mil metros quadrados. O investimento é na ordem de R$ 2,1 milhões, com indicação dos deputados federais Neri Geller e Juarez Costa.

Com a Prefeitura de Ribeirãozinho foi assinado convênio para construção do Lar dos Idosos, no valor de R$ 1,5 milhões, em parceria com o deputado federal Juarez Costa. Também foram autorizados convênios para aquisição de material para conservação do asfalto, com investimento de R$ 1,8 milhões; e asfalto novo em diversas ruas, com recursos de R$ 819,7 mil, sendo R$ 800 mil do Governo do Estado por meio do programa de Apoio a Pavimentação; além de ampliação do sistema de abastecimento de água, com investimento de R$ 4,4 milhões. O município também recebeu uma motoniveladora e uma pá-carregadeira.

Ponte Branca firmou convênio para aquisição de materiais para asfaltamento, no valor de R$ 299,1 mil, e recebeu uma escavadeira para manutenção das estradas.

“Eu fico imaginando como foi o sofrimento de tanta gente que viveu nesse canto do nosso Mato Grosso durante tantos anos, sonhando com essas melhorias, sonhando com essa realidade que nós estamos vivenciando hoje. Fico muito feliz por fazer parte dessa história, hoje estamos finalizando e tornando esse sonho realidade. Essas obras trazem uma nova perspectiva aqui para a região do Araguaia, não tenho dúvidas nenhuma que uma nova trajetória e uma nova realidade para essa população nos próximos anos. Muito melhor do que o desenvolvimento econômico, que é muito importante, é a qualidade de vida das pessoas”, ressaltou o governador Mauro Mendes.

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O governador também entregou dois ônibus escolares, um para Torixoréu e outro para Ribeirãozinho.

O senador Fábio Garcia destacou que tudo o que está acontecendo em Torixoréu é a realidade nos 141 municípios do Estado. “Mauro Mendes consertou o Estado e está entregando um Estado muito melhor a todos os mato-grossenses. Mato Grosso é hoje um estado pronto para construir um novo futuro para a região do Araguaia de demais regiões”.

O secretário de Estado de Infraestrutura Marcelo de Oliveira pontuou que quando Mauro Mendes assumiu a gestão fez questão de pedir que a obra da MT-100 fosse concluída.

“O governador achava um absurdo aquela estrada não ter acabado até hoje. Ele queria também fazer as obras das pontes sobre o Rios das Mortes para poder colocar a região do Médio-Araguaia dentro do estado de Mato Grosso. Este é um governo diferenciado, honesto, trabalhador, competente e que presta serviço à população”, afirmou.

“Esse governo ouve os prefeitos e o pedido da população. Ele organizou a casa, organizou as suas finanças e está trabalhando nos 141 municípios de Mato Grosso. Está fazendo uma revolução, na educação, no social, na saúde, na infraestrutura. E aqui em Torixoréu fez uma obra muito importante, que era o sonho dessa população e hoje é uma realidade”, disse o deputado estadual Max Russi.

O prefeito de Pontal do Araguaia, Adelcino Lopo, destacou que a obra da MT-100 e as pontes entregues eram um sonho antigo de todos.

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“A população dos municípios aqui da região tinha uma ansiedade muito grande por esse asfalto, que vai desenvolver muito a nossa região. Imagina o quanto vai gerar de emprego e melhorar a arrecadação. Melhorando a arrecadação nós melhoramos também nossas escolas, nossa saúde. Estamos muito felizes com o avanço que Mato Grosso está tendo em todas as áreas”, comemorou.

Mais investimentos

Desde o início desta gestão, o Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 75 milhões no município de Torixoréu (a 572 km de Cuiabá), ao longo dos três anos e cinco meses de gestão. O aporte destinado à cidade foi revertido em melhorias nas áreas de infraestrutura, saúde, educação, social e agricultura familiar.

Fonte: GOV MT

Mato Grosso

Recursos da Feijoada Solidária garantem a entrega de mais de 600 cobertores na Baixada Cuiabana

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Foto-Assessoria

Mais de 600 cobertores foram entregues a famílias em situação de vulnerabilidade social por meio dos recursos arrecadados pelo projeto Feijoada Solidária, promovido pela Loja Maçônica João Bismark, de Várzea Grande. As entregas ocorreram entre os meses de maio e julho de 2026 e contemplaram 11 instituições que desenvolvem trabalhos sociais na Baixada Cuiabana.

Os cobertores chegaram a comunidades e organizações que prestam assistência contínua a crianças, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade, contribuindo para amenizar os impactos das baixas temperaturas durante o período mais frio do ano.

Foram beneficiadas as seguintes instituições: Projeto Águia Ajudando Vidas, Projeto Vida Nova, Casa de Apoio Nova Aliança, Centro Espírita Benedito da Cura, Centro Espírita Lar de Amor, Grupo Amigos do Terço, Associação Madre Teresa de Calcutá (Cenprhe), Obras Sociais Menino Chico, Sociedade São Vicente de Paulo (Vicentinos), Comunidade Eliane Gomes e Projeto Ana Caridade por Amor.

A campanha foi viabilizada graças ao envolvimento da comunidade e contou ainda com recursos destinados pela Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso (GLEMT), além da arrecadação obtida por meio da venda de rifas solidárias.

Segundo o Venerável Mestre da Loja Maçônica João Bismark, Fábio Ferreira, os recursos arrecadados pela Feijoada Solidária — que neste ano chega à sua 7ª edição — retornam à comunidade em forma de cuidado e acolhimento. “Nosso compromisso é transformar a generosidade de quem participa das ações em ajuda concreta para as famílias que mais precisam. Com o apoio dos voluntários, patrocinadores e de toda a sociedade, seguimos empenhados nessa missão.”

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Neste ano, a 7ª Feijoada Solidária será realizada no dia 16 de agosto, no Centro Pastoral Padre Aldacir Carniel (Cepac), em Várzea Grande. Os ingressos já estão à venda por R$ 80, e os participantes poderão desfrutar de uma feijoada completa, além de apresentação musical da cantora Flavinha.

Os convites podem ser adquiridos pelo WhatsApp (65) 99603-6998. Crianças de até 10 anos não pagam, e haverá opção de retirada de marmitas no local.

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Mato Grosso

Defensoria alerta para os primeiros sinais de violência contra a mulher

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Com o aumento dos casos de violência psicológica, perseguição e tentativa de feminicídio, DPEMT destaca a importância de buscar ajuda no início para interromper ciclo

 

Por Alexandre Guimarães

A violência contra a mulher nem sempre começa com agressões físicas. Ameaças, perseguições, humilhações, controle da vida da vítima e o descumprimento de medidas protetivas são formas de violência que podem evoluir para situações ainda mais graves.

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que, embora os homicídios de mulheres tenham diminuído, os feminicídios aumentaram 4% em 2025 no país.

Também cresceram os registros de tentativa de feminicídio (6%), violência psicológica (17%), descumprimento de medidas protetivas (17%) e perseguição (30%).

Em Mato Grosso, os indicadores continuam preocupantes. Em 2025, o estado registrou taxa de 2,7 feminicídios para cada 100 mil mulheres, a terceira maior do Brasil, atrás apenas do Acre (3,2) e de Rondônia (2,9).

A violência psicológica apresentou um dos maiores crescimentos. Foram 3.720 casos registrados, aumento de 70,3% em relação a 2024. Com isso, Mato Grosso passou a ter a segunda maior taxa do país, com 192,3 ocorrências por 100 mil mulheres.

Os casos de perseguição (stalking) também aumentaram. Em 2025, foram registrados 2.970 boletins de ocorrência, alta de 31,6% em comparação com o ano anterior.

Outro dado que chama atenção é que Sinop ficou em terceiro lugar entre os municípios brasileiros (com mais de 100 mil habitantes) com as maiores taxas de estupro e estupro de vulnerável.

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Segundo o levantamento, a maior parte das vítimas de violência de gênero no Brasil tinha entre 18 e 44 anos. Além disso, 93,3% das vítimas de estupro e 85,6% das vítimas de estupro de vulnerável eram mulheres.

No mesmo ano, 44,4% das mulheres assassinadas no país foram mortas por razões de gênero, o maior percentual desde que o feminicídio passou a integrar a legislação penal brasileira.

“Por trás de cada número existe uma história interrompida, uma família marcada pelo sofrimento e uma mulher que teve sua liberdade restringida, sua dignidade violada e, muitas vezes, a própria vida ameaçada. Em inúmeros casos, a violência acontece dentro do ambiente que deveria representar acolhimento e segurança: o lar. As pessoas agressoras costumam ser pessoas próximas, o que torna ainda mais difícil romper o ciclo da violência”, afirma a defensora pública Rosana Leite.

Para a coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT), os registros de violência demonstram que, apesar dos avanços na legislação, ainda há um longo caminho para garantir às mulheres o direito de viver sem violência.

“Os elevados índices de violência contra as mulheres constituem uma das mais graves e persistentes violações dos direitos humanos de nosso tempo. Embora a sociedade brasileira tenha avançado na construção de um sólido arcabouço jurídico de proteção, ainda estamos distantes de assegurar a todas as mulheres uma vida livre da violência”, destaca.

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Como a Defensoria pode ajudar – A DPEMT presta assistência jurídica gratuita às pessoas em situação de vulnerabilidade e atua para garantir proteção às mulheres vítimas de violência.

O atendimento inclui orientação jurídica, pedidos de medidas protetivas de urgência, acompanhamento de processos de divórcio, guarda de filhos, pensão alimentícia, dissolução de união estável e outras demandas relacionadas à violência doméstica e familiar.

Além da atuação judicial, servidores e defensores públicos trabalham em conjunto com a rede de proteção para encaminhar as vítimas aos serviços de assistência social, saúde e acolhimento, sempre que necessário.

“O papel da Defensoria Pública é assegurar orientação, defesa e acesso à Justiça. O enfrentamento da violência contra a mulher depende também da participação da sociedade, das famílias, das escolas e das comunidades, na construção de uma cultura baseada no respeito, na igualdade e na rejeição de qualquer forma de violência”, ressalta Rosana.

Atendimento gratuito – Mulheres em situação de violência podem procurar qualquer unidade da Defensoria em Mato Grosso ou entrar em contato pelo WhatsApp oficial do órgão: (65) 99963-4454.

Em situações de risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível registrar denúncia na Central de Atendimento à Mulher, por meio do número 180.

A defensora reforça que buscar ajuda logo nos primeiros sinais pode evitar que a violência se agrave: “A violência doméstica não precisa chegar ao extremo para ser enfrentada. Ameaças, perseguições, violência psicológica, patrimonial, moral, sexual ou física exigem atenção e proteção. Quanto mais cedo a vítima buscar ajuda, maiores são as chances de interromper o ciclo da violência e preservar sua segurança, autonomia e direitos”.

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Rosana Leite também destaca que o enfrentamento da violência exige ações permanentes do poder público e da sociedade.

“Cada denúncia acolhida, cada medida protetiva cumprida e cada mulher amparada representam um passo concreto na construção de uma sociedade mais justa. Uma democracia somente se realiza plenamente quando todas as mulheres podem viver sem medo, exercer sua liberdade e desenvolver seus projetos de vida com dignidade, segurança e respeito”, conclui.

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Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

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A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

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Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

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A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

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