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Evento em Cuiabá debate hidrovias brasileiras
Evento em Cuiabá debate hidrovias brasileiras
Ministro dos Transportes, Valter Casimiro, e candidatos ao governo do Estado também farão parte da programação
14/09/2018
As hidrovias brasileiras serão tema de debate nesta quinta (20), no auditório da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), a partir das 8h. É o Diálogos Hidroviáveis – Programa de Integração Permanente de Iniciativas para o Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias Brasileiras.
A primeira palestra será com Marcelo Duarte Monteiro, secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, que abordará a infraestrutura existente, gargalos operacionais, demandas não atendidas e ações de curto prazo. Como coordenador, Jandir Milan, presidente da FIEMT, e como debatedores Marcelo Thomé da Silva de Almeida, presidente da Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO), José Maria Mendonca, vice-presidente da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA) e Uriel Almeida Papa, secretário de Infraestrutura Portuária, Hídrica e Ferroviária do Tribunal de Contas da União (TCU).
Em seguida, o Superintendente do IMEA, Daniel Latorraca Ferreira, fala sobre os volumes a serem produzidos em Mato Grosso, o que gera desafios para ampliar o escoamento das cargas agropecuárias via hidrovias da Amazônia. O coordenador deste painel será Raimundo Holanda Cavalcante Filho, presidente da Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária (Fenavega), e os debatedores Marcio Verdini Rosa, gerente coorporativo Granel Navegação de Portos da Transportes Bertolini, Jorge Zanatta, diretor de relações institucionais do Grupo Amaggi, e Francisval Mendes, diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
No início da tarde, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, participa do lançamento do Projeto Ferroviáveis, um encontro que também tem como objetivo debater de forma permanente as ferrovias brasileiras.
Na sequência da programação, haverá a palestra do diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira, sobre as perspectivas da intermodalidade no Arco Norte para a competitividade da exportação agropecuária. O painel será coordenado por Erick Moura, diretor de Infraestrutura Aquaviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e os debatedores serão Bruno Serapião, CEO da HBSA Hidrovias do Brasil, Luiz Antônio Ehret Garcia, diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, e Guilherme Quintela, presidente da EDLP Ferrogrãos.
O último painel será sobre o Plano Nacional de Logística (PNL) e seus reflexos para o armazenamento e o transbordo de grãos nas hidrovias da Amazônia, com palestra de Adailton Cardoso Dias, diretor de Planejamento da Empresa de Planejamento e Logística S.A (EPL). O coordenador do painel será Francisco Olavo Pugliesi de Castro, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (FAMATO), e os debatedores Carlos Alberto Nunes Batista, coordenador geral de Infraestrutura e Logística para setor agropecuário, Carlos Fernandes Xavier, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA), e Hélio Dias, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (FEPERON).
Candidatos – Os candidatos ao governo de Mato Grosso foram convidados a participar do evento e explanar suas propostas para equacionar os gargalos da infraestrutura no estado. Às 8h30, Wellington Fagundes (PR) fará sua apresentação; às 14h, será a vez de Pedro Taques (PSDB); às 18h15, Mauro Mendes (DEM).
Realização – O evento é uma iniciativa da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), FIEMT, Movimento Pró-Logística, FAMATO e DNIT, realizado pela Agência de Desenvolvimento do Corredor Norte (Adecon) e patrocínio de Transportes Bertolini, Amaggi e grupo Bom Futuro.
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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