Mato Grosso
Força Tática prende quadrilha suspeita por roubo e recupera carga de defensivos agrícolas
Conforme informações do boletim de ocorrência, na madrugada da última quarta-feira (31.01), três homens armados invadiram uma residência, amarraram e amordaçaram um casal durante ação. Os suspeitos pediram para que as vítimas ficassem quietas e não reagissem.
Durante a madrugada, eles exigiam dinheiro e joias das vítimas, sob constantes ameaças de morte. O trio realizou transferência de R$ 540 em pix, roubaram diversos pertences entre alianças, corrente, cosméticos, R$ 1,4 mil em espécie, aparelhos celulares e um veículo Uno.
Já nesta sexta-feira, em diligências relacionadas ao roubo, os policiais militares foram informados pelo setor de inteligência da 14ª Companhia Independente que um táxi modelo Renault Kwid teria dado apoio na chegada e fuga dos suspeitos.
O taxista foi identificado em um ponto da Praça Vila Operária. Questionado quanto à participação no crime, à princípio, ele negou, no entanto, afirmou que teria dado apoio e que receberia R$ 2 mil como pagamento.
À PM, ele ainda ressaltou que dias antes do crime vinha monitorando a residência e as vítimas, tirando fotos e gravando vídeos das vítimas. O taxista repassou endereço em que buscou e deixou os suspeitos, após o roubo.
Em buscas pelo local, os policiais militares identificaram um segundo suspeito, o qual confessou participação no roubo da residência. Na casa, as equipes encontraram alguns pertences das vítimas e uma espingarda de pressão.
Simultaneamente, os militares receberam novas informações acerca da localização de um casal, integrantes da quadrilha. A mulher relatou que seu marido estava trabalhando em uma lava-jato na região. Ambos confessaram participação do roubo e foram presos.
Durante buscas no imóvel, além de encontrar diversos pertences do roubo, os militares localizaram uma carga de 128 galões de defensívos agrícolas. O suspeito afirmou que teria furtado a mercadoria no último dia 16, na região de Ouro Branco, em Itiquira.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
Mato Grosso
Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Artigos16/07/2026 - 18:02Quando perder músculo também ameaça o cérebro
-
Rondonópolis16/07/2026 - 16:2852ª Exposul contará com quatro dias de ciclo de palestras técnicas gratuitas
-
Nacional16/07/2026 - 15:10Pressão por resultados no Enem gera síndrome do desempenho e compromete a saúde de estudantes
-
Mato Grosso16/07/2026 - 16:50Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Agro News16/07/2026 - 15:14Fundação MT promove discussões sobre a cultura do algodão
-
Mato Grosso16/07/2026 - 17:27Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
-
Nacional16/07/2026 - 17:46A categoria petroleira reage a novo tarifaço dos EUA imposto unilateralmente ao Brasil
-
Agro News17/07/2026 - 08:52Fim da moratória da soja pode aumentar a destruição da Amazônia em 1,4 milhões de hectares nos próximos 10 anos, mostra artigo da Science








