Política MT
Governador aponta avanços e trabalho voltado em prol da população em todas as áreas

O governador Mauro Mendes: balanço dos três anos de gestão – Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT
Nos últimos três anos, o Estado de Mato Grosso avançou em todas as áreas que importam ao cidadão. Após uma série de medidas necessárias, o Estado foi consertado, atingiu o equilíbrio fiscal e colocou em ação o maior programa de investimentos da história, o Mais MT, com R$ 9,5 bilhões previstos para serem executados até o final deste ano.
Além disso, sob o comando do governador Mauro Mendes, Mato Grosso teve a iniciativa inédita de reduzir impostos em dezenas de itens, como combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e muitos outros.
Nessa entrevista, o governador fala das principais obras e ações realizadas até o momento. Confira:
– Governador, o senhor tem pontuado que o Governo fez o maior pacote de redução de impostos do país, mas como o cidadão vai sentir isso realmente? Essa redução, de fato, já está impactando no bolso dos mato-grossenses?
Mauro Mendes: Agora em fevereiro, o cidadão já vai poder sentir melhor esse impacto, pois é quando chegam as faturas de janeiro. Essa redução vai fazer diferença no orçamento doméstico, já que reduzimos impostos daqueles itens mais essenciais para todos.
Na energia, que é uma das contas que mais pesam, baixamos de 27% para 17%. Na conta de telefone e internet, de 30% para 17%. E hoje internet e celular é algo fundamental. Na gasolina de 25% para 23%, no diesel de 17% para 16% e no gás GLP de 17% para 12%.
Então esse corte de impostos vai ser sentido por praticamente todos os mato-grossenses, mas em especial para aqueles que ganham menos. São essas as pessoas que mais tem sido impactadas pelo custo de vida e essa é uma forma de o Estado contribuir para aliviar o bolso delas.
É importante frisar que nenhum estado fez tanta redução e, além disso, reduzimos ICMS e outras taxas em mais dezenas de itens desde o início da gestão.
– Com a redução do ICMS em diversos setores, o Estado deixa de arrecadar. Com menos recursos em caixa, os investimentos serão mantidos? Como é possível equalizar essa conta, governador?
Mauro Mendes: A previsão é que o Estado deixe de arrecadar, por ano, cerca de R$ 1,2 bilhão para que esse dinheiro continue no bolso do cidadão e do empregador. Esse valor, apesar de expressivo, não vai comprometer nenhum investimento do Governo do Estado.
Isso porque fizemos um esforço muito grande em consertar o Estado e obter o equilíbrio fiscal necessário para colocar em campo o maior programa de investimentos da história de Mato Grosso, que é o Mais MT. Estamos com milhares de obras e ações em todas as áreas, e para todas elas temos os recursos garantidos, pois não dou ordem de serviço sem a certeza que poderemos custear. Estão sendo investidos R$ 9,5 bilhões nesses quatro anos de gestão e devemos superar a marca de 15% da receita destinada a investimentos: nenhum estado chega perto disso.
Outro ponto é que a redução de impostos, ainda que faça o Estado arrecadar menos, incentiva o desenvolvimento. O empresário que paga menos impostos pode expandir, investir, e aí ele emprega mais pessoas, faz novas aquisições. Isso faz a economia crescer, faz mais gente ter emprego e uma vida economicamente ativa.
Quando o cidadão paga menos nos itens essenciais, ganha mais poder de compra. Compra mais do comércio, fomenta a indústria, e isso vai gerando uma espiral positiva que, no final das contas, também retorna em impostos ao Estado. O que sempre digo é que o Estado existe para melhorar a vida do cidadão, e se hoje conseguimos ter condições para reduzir impostos, devemos fazer isso.
– Ainda que não fosse uma responsabilidade do Estado, o Governo deu suporte aos municípios na atenção básica desde o início da pandemia. Como será a atuação do Estado agora que o número de casos está aumentando novamente?
Mauro Mendes: A pandemia exigiu um esforço extra de todos nós, e procuramos dar suporte aos municípios para combater esse inimigo em comum, que é a covid. Enviamos milhares de testes rápidos, custeamos centenas de leitos de enfermaria e de UTIs e, além de continuar com os repasses em dia, quitamos créditos antigos para que a atenção básica pudesse ser reforçada, além de outras ações importantes como o Centro de Triagem, que atendeu mais de 240 mil pessoas aqui na baixada cuiabana.
O Governo continua monitorando diariamente a situação e temos aberto mais UTIs e leitos de enfermaria frente ao aumento de casos, e vamos continuar fazendo enquanto for necessário.
Também temos incentivado a vacinação, inclusive com prêmios aos municípios que melhor vacinam, pois é um fato que quase todos aqueles que estão internados em estado grave ou que morrerram são pessoas que não quiseram completar a vacinação. E faço um apelo para que todos se vacinem e incentivem as pessoas próximas a também se vacinarem.
– O Governo está construindo seis novos hospitais: dois em Cuiabá, Central e Julio Muller, e quatro regionais, em Tangará da Serra, Juína, Confresa e Alta Floresta. Qual a expectativa do senhor em relação à saúde de Mato Grosso quando todos estiverem concluídos?
Mauro Mendes: Desde o início, o grande objetivo sempre foi fazer a Saúde funcionar. E ela já está funcionando muito melhor do que antes. Abrimos o Hospital Estadual Santa Casa, ampliamos o Metropolitano, estamos ampliando todos os regionais e unidades no interior, alguns com alas já concluídas, além das parcerias com os hospitais municipais.
E esses seis hospitais que estão em andamento farão uma verdadeira revolução na Saúde. O Hospital Central estava parado há 34 anos, era uma vergonha para todos os mato-grossenses, e o Julio Muller há sete. E serão os maiores e melhores hospitais públicos de Mato Grosso.
No interior, esses quatro novos hospitais vão acabar com um problema de décadas, que é o vácuo de atendimento na média e alta complexidade em diversas regiões. Imagine ter que deslocar mais de 1 mil km para conseguir atendimento. O Araguaia ainda hoje passa por isso. Mas é uma história que em breve vai ficar para trás.
– Governador, o senhor fala que já foram investidos R$ 168 milhões na agricultura familiar. O cidadão comum consegue ver onde estão esses investimentos? Em que esses recursos foram aplicados?
Mauro Mendes: Só para ter uma ideia, em 2017 o investimento na Agricultura Familiar foi de R$ 20 milhões. E só no ano passado investimos R$ 108 milhões nessa área. Nós temos milhares de famílias que vivem da Agricultura Familiar em Mato Grosso e por isso precisamos fazer esses investimentos robustos, para que elas possam produzir mais e melhor, e expandir nas diversas cadeias produtivas.
Sei bem a importância disso, pois sou filho da Agricultura Familiar, já trabalhei na roça. E esse apoio do Estado faz toda a diferença. Só para citar alguns investimentos, entregamos 58 patrulhas, 85 máquinas, 500 resfriadores de leite, 77 veículos, 1400 caixas de mel, 60 mil toneladas de calcário, 40 mil doses de sêmen bovino e muito mais.
– Governador, é perceptível a preocupação na infraestrutura escolar, com a reforma e construção de novas escolas e o programa para revitalização dos prédios públicos. Mas, e o pedagógico, acredita que vamos conseguir modificar a nossa situação no Ideb em um médio espaço de tempo?
Mauro Mendes: Tudo o que estamos fazendo é para que essas melhorias estruturais e pedagógicas resultem em melhor aprendizado. Um aluno que estuda em uma sala climatizada estuda melhor, por isso estamos instalando a refrigeração nas mais de 300 escolas que não tinham. Uma escola bonita e adequada, uma sala em boas condições, material escolar, apostila de qualidade, uniforme, são melhorias que também ajudam.
Mas para dar um salto nessa situação triste que vivenciamos no ranking do Ideb, estamos implantando um sistema estruturado de ensino, que é coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e está implantado nos melhores colégios particulares do país, que é o sistema Maxi.
Esse sistema vai trazer uma nova abordagem pedagógica, para que a aula seja atrativa, desperte o interesse dos alunos e facilite a retenção de conhecimento. Os profissionais da Educação receberão treinamento e acompanhamento da FGV para implantar esse modelo de ensino. Com isso, pretendemos que Mato Grosso tenha uma das 10 melhores educações do país nos próximos cinco anos.
– Sempre que o senhor fala sobre o projeto de alfabetização de jovens e adultos se emociona. O que representa o projeto Muxirum para o senhor?
Mauro Mendes: Vivi de perto o sofrimento que o analfabetismo traz. Minha mãe era uma mulher muito sábia, lutou pela educação dos filhos e nos ensinou valores de vida. Mas morreu sem saber ler e escrever o próprio nome, e teve muita dificuldade na vida por conta disso.
Mato Grosso ainda tem 6% da população analfabeta. E queremos zerar isso. O programa Muxirum está recebendo investimento recorde justamente com esse objetivo: resgatar a dignidade e melhorar a vida de todas essas pessoas.
A previsão somente para este ano é de 28 mil alunos espalhados em 92 municípios. Nesse ritmo, poderemos erradicar o analbetismo até 2025.
– Outra área que tem sido destaque é o social, mas para além das entregas de cestas básicas, cobertores, auxílio emergencial e transferência de renda, o que o Governo está fazendo para melhorar a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade?
Mauro Mendes: Essa é uma preocupação diária da minha esposa, a primeira-dama Virginia, que tem atuado voluntariamente e liderado muitos programas na Assistência Social do Estado. Temos trabalhado em duas frentes. Uma delas é essa primeira que foi citada, que é a urgência. A fome não espera. Então são mais de 1 milhão de cestas básicas já entregues e mais de 100 mil famílias atendidas pelo cartão Ser Família Emergencial, para compra de comida.
Mas aquilo que realmente queremos é que essas milhares de famílias saiam da situação de precariedade.
Por isso temos investido em cursos de qualificação voltados às demandas do mercado. Neste ano vamos oferecer mais de 9 mil vagas, totalmente gratuitas, em mais de 30 cursos, como informática básica, designer de sobrancelhas, zelador, assistente de logística, agente comunitário de saúde, entre outros.
Com esses cursos, essas pessoas poderão encontrar colocação no mercado, prestar serviços de forma autônoma ou ter mais chances na empresa que trabalham. E assim poder viver do seu próprio trabalho.
– Falando agora em obras, governador, mais precisamente de infraestrutura. O senhor fala que a meta do governo é fazer 2,5 mil quilômetros de asfalto novo em todo o Estado. Acredita que vai conseguir cumprir com isso?
Mauro Mendes: Sem nenhuma dúvida. Já entregamos mais de 1.200 km de asfalto novo e estamos com mais de 1.600 km em execução e outros 1.400 km em fase de licitação. Mato Grosso está um verdadeiro canteiro de obras e vamos apertar as empreiteiras, fiscalizar e entregar asfalto de qualidade em todos os cantos de Mato Grosso.
Quem vive e convive com a poeira sabe a importância do asfalto. Traz qualidade de vida, conforto no ir e vir, acesso, reduz acidentes e traz desenvolvimento, investimentos e empregos. Vamos bater o recorde em fazer asfalto aqui no Estado!
– E mesmo assim, ainda temos muitos quilômetros de estradas sem asfalto no Estado, o que está sendo feito para melhorar a trafegabilidade nessas estradas para que o cidadão não sofra com atoleiros?
Mauro Mendes: Temos feito parcerias com as prefeituras para melhorar as condições das estradas em todas as regiões. Uma delas é a entrega de máquinas para a conservação e manutenção das estradas não-pavimentadas. Foram 194 máquinas novinhas que entregamos às prefeituras e associações, para que elas possam realizar esse trabalho e melhorar o ir e vir da população e da produção agrícola.
Também lançamos o programa Mais MT Agroestradas, no qual repassamos recursos para as prefeituras asfaltarem pontes e estradas municipais.
– Outro setor que pode ser percebido diretamente pelo cidadão é a Segurança Pública. O que está sendo feito no Estado para avançar nessa área?
Mauro Mendes: Nossa política de Tolerância Zero ao crime tem dado resultado, inclusive com a redução dos principais índices de criminalidade, a exemplo dos homicídios.
Temos batido recorde em apreensão de drogas ano após ano na gestão, chegando a 31 toneladas agora em 2021, o dobro do que foi apreendido em 2017.
E isso é fruto de dois fatores: o primeiro é a dedicação, comprometimento e competência de todas as nossas Forças de Segurança.
O segundo é o pacote de investimentos que temos aplicado nessa área: até o final de 2022 nós já teremos aportado mais de R$ 700 milhões na Segurança.
Para citar alguns exemplos, recentemente implantamos a Patrulha Rural para combater crimes no campo; compramos fuzis e milhares de pistolas Glock; implantamos a radiocomunicação digital na Baixada Cuiabana, que já está expandindo para todo o estado; entregamos 12 mil uniformes e 103 motocicletas para a PM; renovamos e ampliamos a frota e estamos ampliando mais de 4 mil vagas no sistema prisional. O cidadão hoje conta com uma Segurança muito melhor, mais equipada, mais integrada e mais próxima da comunidade.
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Pressão por votação da dosimetria reacende debate sobre presos do 8 de janeiro e papel do Senado

Uma agenda travada no Congresso Nacional voltou ao centro do debate político após a visita do influenciador digital e pré-candidato a deputado federal Vinicius Santana à Câmara dos Deputados, acompanhado dos advogados Jeffrey Chiquini e Hélio Júnior. O grupo cobra do presidente do Senado a inclusão em pauta da análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.
Durante a agenda em Brasília, Vinicius afirmou que o acordo construído anteriormente não foi cumprido. “Nos tiraram a anistia e nos enganaram através da dosimetria”, declarou. Ao seu lado, o advogado Jeffrey Chiquini reforçou a crítica ao processo político que envolveu o tema: “Enganaram que teria a dosimetria. Na verdade, toda a direita foi enganada”.
O projeto em questão trata da individualização das penas aplicadas aos condenados pelos atos de depredação nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas acabou sendo vetada pelo presidente da República, o que exige nova deliberação do Legislativo para eventual derrubada do veto.
Segundo Chiquini, a principal cobrança atual recai sobre a condução da pauta no Senado. “O povo tem o direito de exigir respeito e a gente precisa se levantar. Nós precisamos nos levantar pelos presos políticos”, disse. Ele também apresentou números sobre o cenário jurídico envolvendo os investigados e condenados: “São quase 2 mil processos. […] A última avaliação que fizemos aponta 179 presos espalhados no Brasil inteiro e mais de 800 condenações”.
A crítica central do grupo é de que a análise do veto estaria sendo postergada. De acordo com Chiquini, isso ocorre porque a matéria precisa ser votada na primeira sessão do Congresso após sua convocação. “O presidente do Senado não marca a sessão para não ter que analisar a derrubada do veto. Porque se ele marcar, tem que colocar em votação”, afirmou.
Vinicius Santana também destacou que a aprovação da dosimetria foi vista, por parte de setores da direita, como uma alternativa à anistia, diante da situação dos investigados. “Aceitamos a dosimetria por não aguentar mais ver pessoas sofrendo dentro da prisão”, declarou. Segundo ele, a ausência de deliberação mantém indefinições jurídicas e políticas sobre o tema.
O debate sobre os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro continua sendo um dos pontos de maior polarização no cenário nacional. De um lado, há a defesa de punições rigorosas aos envolvidos; de outro, grupos políticos e jurídicos questionam a proporcionalidade das penas e cobram revisão dos processos.
A eventual análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria depende da convocação de sessão conjunta do Congresso Nacional, ainda sem data definida até o momento. Enquanto isso, a mobilização de parlamentares, advogados e influenciadores mantém o tema em evidência, pressionando por uma definição política e jurídica s
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Várzea Grande recebe unidade de saúde reformada para o Capão Grande

Na manhã desta quinta-feira (9), Varzea Grande recebeu a reforma completa da Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria José Pedrosa, localizada no bairro Capão Grande. A entrega foi feita pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), ao lado da prefeita Flávia Moretti (PL) e do vereador Charles da Educação (União) e contou também com a presença de representantes da Secretaria Municipal de Saúde, vereadores, servidores públicos e moradores da comunidade.
A obra recebeu investimento total de R$ 700 mil, sendo R$ 500 mil destinados por meio de emenda parlamentar do deputado Wilson Santos e R$ 200 mil de contrapartida da prefeitura. Durante a entrega, o deputado destacou a importância da parceria institucional para garantir melhorias à população e anunciou novos investimentos para o município em 2026, com a destinação de R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da cidade.
“Uma gestão que começa a inaugurar obras é um novo ciclo. A Flávia vem mudando conceitos e paradigmas em Várzea Grande, na busca do melhor para a população – independentemente de partido. Não mede esforços para alcançar os resultados esperados e devolver a qualidade nos serviços de saúde para os moradores”, disse o deputado.
Wilson Santos aproveitou a oportunidade para anunciar mais emendas parlamentares para o município este ano de 2026, com R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação. A prefeita municipal agradeceu os recursos. “Essa obra teve duração de quatro meses e meio e cumprimos o prazo. Estamos aplicando os recursos corretamente e entregando para o que é do povo. Agradeço à ele e ao vereador Charles que intermediou essa emenda para saúde. Essa unidade é de acolhimento, uma construção nova e acredito que a população do Capão Grande está ganhando um presente”, disse Moretti.
A UBS atende cerca de oito mil moradores da região e passou por uma readequação completa, incluindo ampliação e melhorias estruturais, como troca de telhado, reparos em infiltrações, substituição de pisos e revestimentos, renovação de portas e janelas, reconstrução dos banheiros, pintura geral e implantação de acessibilidade.
A nova secretária Municipal de Saúde, Valéria Nogueira, parabenizou a determinação de Flávia Moretti para ter a unidade de saúde reforma, a atuação da equipe de saúde como, também, a ex-secretária da pasta, Deisi Bacalon, que esteve à frente desta obra para que hoje pudesse atender toda a população com serviços e estrutura de qualidade.
O vereador Charles da Educação disse que a reforma é uma demanda da comunidade. “Nosso papel vai além de fiscalizar e cobrar. Temos que estar presente e dentro das comunidades e ouvir as demandas. E foi através das nossas andanças que a gente encontrou os moradores que pediram para irmos nesta unidade e ver os problemas existentes. E assim, fomos à Assembleia Legislativa e o deputado Wilson Santos prontamente se dispôs em ajudar”, declarou.
Durante o lançamento da nova unidade, foi feito uma visita pelas autoridades públicas – em todos os espaços da estrutura – que depararam com uma recepção ampla, salas para coleta de exames, vacinas, curativos, atendimento odontológico e multiprofissional, além de farmácia, lavanderia, escovódromo e cozinha.
Medicamentos – Além desta emenda, Wilson Santos também destinou no ano de 2025 mais R$ 500 mil para custeio e manutenção de estoques de medicamentos nas unidades básicas de saúde do município. A iniciativa reforça o seu compromisso com a saúde preventiva e no fortalecimento da rede pública de atendimento primário, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Cuiabá, 307 anos de fé, trabalho e resistência

Cuiabá chega aos seus 307 anos carregando uma história construída com fé, trabalho e, sobretudo, resistência. Uma cidade que nasceu às margens do rio e cresceu com a força de um povo que nunca se acostumou a desistir.
Eu conheço cada palmo desse chão. Minha história está nas ruas de Cuiabá, nas feiras, no trabalho simples e digno que molda o caráter de quem aprende, desde cedo, que a vida exige esforço, coragem e perseverança. Foi ali que aprendi uma lição que levo comigo até hoje, quando uma porta se fecha, a gente abre uma janela e continua na luta. Na feira, aliás, foi um dos lugares onde mais gostei de trabalhar. Porque ali, como na vida pública, nenhum dia é igual ao outro. São desafios constantes, mas também muitas conquistas. É um ambiente que ensina sobre resiliência, sobre lidar com as dificuldades e, principalmente, sobre valorizar cada vitória, por menor que ela pareça.
É com esse espírito que sigo trabalhando na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), com responsabilidade e compromisso, buscando soluções reais para os desafios da nossa capital. Nosso trabalho é diário e tem foco claro, avançar na regularização fundiária, fortalecer a agricultura familiar e melhorar o atendimento na saúde pública. Sabemos que Cuiabá enfrenta dificuldades. Mas também sabemos que o cuiabano não se entrega. É um povo que segue em frente, que acredita, que luta. E é ao lado dessa gente que continuamos trabalhando, construindo caminhos para uma cidade mais justa, estruturada e com oportunidades para todos.
Mas também é tempo de reflexão. Precisamos viver intensamente o presente, sem perder de vista a responsabilidade de planejar o futuro. É assim que deve agir um bom gestor, com os pés no hoje, mas com o olhar firme no amanhã. Cuiabá tem potencial para ser muito mais. No entanto, a nossa sociedade ainda carece de cuidados básicos. Saúde, infraestrutura, educação, mobilidade urbana, são áreas que exigem atenção constante, eficiência e resultados concretos. Resolver o básico é essencial para garantir dignidade à população e criar as bases para um desenvolvimento sólido. Por isso, é fundamental termos representações com experiência, foco e determinação, capazes de enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, pensar de forma moderna e estratégica o futuro da nossa cidade.
Tenho uma ligação genuína com as feiras da nossa cidade. Meu pai também foi feirante, e revisitar esses espaços, que representam tanto da nossa identidade, é sempre motivo de emoção para mim. A feira é mais do que comércio, é cultura, é convivência, é o retrato vivo da força da agricultura familiar. É ali que vemos o cuidado com a produção, o respeito com o alimento, o esforço de quem planta, colhe, limpa e entrega à população produtos de qualidade. A feira é, sem dúvida, uma das expressões mais autênticas da cuiabania.
Reafirmo meu compromisso com Cuiabá. Continuarei trabalhando incansavelmente, com responsabilidade, diálogo e proximidade com as lideranças dos bairros, ouvindo as demandas da população, entendendo cada realidade e buscando soluções concretas para o desenvolvimento da nossa capital. Conte sempre comigo. Seguiremos firmes, com trabalho sério, responsabilidade e dedicação, construindo uma Cuiabá cada vez melhor para todos
Cuiabá é gigante. É a capital do nosso estado, o coração que impulsiona o desenvolvimento de Mato Grosso. Parabéns, Cuiabá, pelos seus 307 anos. Seguiremos juntos, com fé, trabalho e esperança, construindo um futuro ainda melhor para todos.
*Eduardo Botelho é deputado estadual pelo MDB.
Fonte: ALMT – MT
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