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Mato Grosso

Governo do Estado já investiu mais de R$ 1,7 bilhão em Cuiabá

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A capital mato-grossense, Cuiabá, já recebeu mais de R$ 1,7 bilhão de investimentos do Governo do Estado nos últimos quatro anos de gestão. Os recursos foram aplicados em melhorias na qualidade de vida da população por meio de obras de infraestrutura, saúde, educação, segurança pública e ações sociais. 

Uma das principais obras de infraestrutura na Capital é a construção da ponte que ligará Cuiabá e Várzea Grande pelo Bairro Parque Atalaia, auxiliando na mobilidade dos moradores da região sul. Ao todo, o complexo viário recebe R$ 64,1 milhões e já está em fase de conclusão. 

Outros importantes investimentos do Estado na Capital envolvem a construção de dois novos hospitais, sendo eles o Hospital Universitário Júlio Muller, na região do Bairro Parque Cuiabá, e o Hospital Central do Estado, no Centro Político Administrativo. Considerado o maior hospital do Estado, o Júlio Muller, que recebe investimento de R$ 207,4 milhões, já está em fase de alvenaria. Já a obra do Hospital Central, que está 66% concluída, teve investimento de R$ 128,6 milhões.

“Cuiabá tem recebido investimentos na ordem de sua importância para todo o Mato Grosso. Estamos construindo hospitais, escolas, fazendo obras de infraestrutura, mobilidade, e centenas de outras ações que têm beneficiado todos os cuiabanos. Tenho um carinho especial por essa cidade que me acolheu, onde pude construir minha família, minha carreira e ter me tornado prefeito. Mas, acima de tudo, respeito e admiração pelo povo cuiabano”, destacou o governador Mauro Mendes.

Obra do Hospital Central do Estado estão mais de 65% concluída | Foto: Marcos Vergueiro

Infraestrutura

O Governo do Estado fez a recuperação do asfalto na Trincheira da Avenida Jurumirim, executada pela Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), que também promove reparos na Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), importante via de trânsito de Cuiabá. 

O Estado ainda investiu R$ 106,5 milhões para a duplicação de trechos da MT-010, próximo ao Rodoanel (Contorno Norte), MT-040 (que liga Cuiabá e Santo Antônio do Leverger) e da MT-251 (Estrada para Chapada dos Guimarães). 

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Na MT-251, o Estado também constrói o Parque Novo Mato Grosso, com investimento previsto de R$ 300 milhões. O espaço, localizado em uma área de 300 hectares, contará com espaço para shows e eventos para mais de 100 mil pessoas, além de autódromo, kartódromo, pistas de caminhada, motocross, skate, ciclismo, bicicross, e cujas obras estão em andamento. 

Parque Novo Mato Grosso tem 300 hectares de área e investimento de R$ 300 milhões | Foto: Christiano Antonucci

“O governador Mauro Mendes determinou que nós continuássemos com todas as obras que estavam paralisadas, algumas há muitos anos, sem que a população tivesse esperança de que fossem finalizadas. Essa gestão tem um olhar muito especial para Cuiabá, que é a capital de todos os mato-grossenses”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

O Governo também conseguiu destravar a burocracia que emperrava a retomada das obras do Rodoanel, avaliadas em R$ 214 milhões. As obras devem ter início em 2023.

Construção da ponte do Parque Atalaia é finalizada | Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Saúde

Os investimentos na área da Saúde, em Cuiabá, ao todo, somam mais de R$ 500 milhões. Além dos hospitais, eles ainda envolvem a reforma do Cermac, do Hemocentro e do Lacen, a construção do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (R$ 45,9 milhões) e do Centro de Atenção Psicossocial Infantil (R$ 7,8 milhões), e a retomada da reforma do CIAPS Adauto Botelho, que já foi contratada com investimento de R$ 15,2 milhões, além do pagamento de repasses obrigatórios.

Educação e Segurança Pública

Na área da Educação, foram mais de R$ 236 milhões. Parte do recurso foi usada para reparos e manutenção em diversas escolas estaduais, reforma de grandes escolas e a modernização das unidades, com a compra de novos mobiliários. As escolas da rede estadual em Cuiabá ainda foram contempladas com mais de 3,5 mil chromebooks, e mais de R$ 10 milhões foram repassados a professores para o custeamento de internet e compra de notebooks durante a pandemia da covid-19.

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Cuiabá também ganhou uma Escola Técnica Estadual, que já está em funcionamento desde março deste ano, quando foi inaugurada, e um campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

ETE Cuiabá, gerida pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, já oferta cursos técnicos | Foto: Michel Alvim/Secom-MT

Na Segurança Pública, mais de R$ 153 milhões foram destinados para a construção de novos raios na Penitenciária Central do Estado, compra de fardamentos, munições e armas, e de viaturas para o Corpo de Bombeiros. O recurso também envolve novos equipamentos para a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Civil e reformas no Centro de Atendimento Socioeducativo Masculino (Pomeri), do Centro de Custódia, do Rede Cidadã e da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May.

Social

Voluntária no Governo do Estado, a primeira-dama, Virgínia Mendes, recordou o momento da pandemia da covid-19 em que, por meio da Unidade de Apoio à Família (Unaf), contou com apoio da sociedade organizada para atender à demanda dos que viviam em situação de vulnerabilidade.

“As ações desenvolvidas durante os quatro anos foram pensadas na necessidade de cada região, e em Cuiabá não foi diferente. O social é uma das áreas mais carentes da Capital. Os pedidos de cestas básicas eram constantes na Unaf, na qual sou voluntária, e, graças ao Governo do Estado, por meio da Setasc, e também ao apoio de voluntários, conseguimos atender boa parte da população”, comentou a primeira-dama.

Apenas em Cuiabá o Estado destinou mais de 288 mil cestas básicas e distribuiu 78,5 mil cobertores a famílias carentes. Ainda, 2,5 milhões de refeições pelo Restaurante Prato Popular. O programa de assistência social Ser Família Emergencial, que promoveu transferência de renda desde o período mais crítico da pandemia, também alcançou 5.535 famílias.

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) também investiu na construção de 60 casas populares para idosos (R$ 8 milhões), na realização do Casamento Abençoado (R$ 115 mil) e ofertou vagas em cursos de qualificação para os beneficiários dos programas sociais. Ainda, foram doados 10 computadores, por meio do programa Recytec, para o Colégio Filantrópico São Judas Tadeu.

“O Casamento Abençoado está guardado em minha memória. Testemunhar os casais realizando seus sonhos foi especial, me considero madrinha de todos eles. Outro ponto importante que trabalhamos, e vamos ampliar, são os cursos de qualificação profissional, porque a independência financeira é um direito de todo cidadão. O Estado existe para dar auxílio, porém é preciso combater essa dependência, e a capacitação profissional é o melhor caminho”, pontuou a primeira-dama. 

“Talvez o maior legado desse governo seja devolver a dignidade às famílias, especialmente mulheres que vivem em situação de vulnerabilidade financeira causada por relacionamentos mal sucedidos, dentre outras situações. Além disso, o projeto de casas para idosos também é algo que trabalhamos pensando além do conforto, pensamos no direito, afinal de contas são pessoas que contribuíram tanto ao longo da vida e merecem um lugar pra chamar de seu”, acrescentou.

Os pequenos comerciantes da Capital também contaram com apoio do Governo do Estado, por meio da agência de fomento Desenvolve MT, que liberou mais de R$ 17 milhões em créditos em Cuiabá. Da mesma forma, o Estado fomentou a agricultura familiar de Cuiabá com investimento de R$ 7,6 milhões para compra de máquinas e equipamentos.

Fonte: GOV MT

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

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A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

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Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

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A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

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Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

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O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

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“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

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Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

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Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

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O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

Foto-Assessoria

 
Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
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