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Mato Grosso

II Rally APROSMAT percorre Rondônia e conhece novas fronteiras agrícolas

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Foto- Assessoria

A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (APROSMAT) promoveu a segunda edição do Rally APROSMAT, entre os dias 5 e 10 de novembro, com o objetivo de conhecer novas rotas de desenvolvimento e expansão da cultura da soja no estado de Rondônia onde contou com a participação de diretores, associados, obtentores e produtores rurais. O projeto percorreu mais de 3500 km em seis cidades rondonienses, Vilhena, Cerejeiras, Corumbiara, Rolim de Moura, Ariquemes e Porto Velho.

Já em solo rondoniense, a primeira agenda da comitiva do Rally APROSMAT ocorreu em Vilhena, com o produtor rural Diego Comiran, na sala de reuniões do Portinari Palace Hotel. Na sequência realizaram uma visita técnica à Fazenda Lagoa Bonita, também no município de Vilhena, que cultiva soja, milho e pecuária, onde o gestor da propriedade e engenheiro agrônomo, Roberto Tissoti Júnior, falou sobre as características únicas da região de Vilhena em relação a outras áreas produtivas do estado. “Vilhena é uma região diferente do estado de Rondônia, pois estamos em uma altitude cerca de 620 metros em relação ao nível do mar, enquanto o restante do estado a média é de 200 metros nas regiões mais baixas. Também temos um clima mais favorável, com chuvas bem distribuídas, favorável ao milho, além de uma temperatura noturna mais fresca. Nós agradecemos a visita da APROSMAT e fizemos um vínculo direto em conhecer os produtores de sementes e formar uma boa parceria para o futuro”, destacou.

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O engenheiro agrônomo e analista da Embrapa Rondônia, Bruno Sousa Lemos, explica que no estado ocorrem movimentos de expansão em áreas de pastagens onde esse crescimento ocorre de acordo com a demanda de soja, preços, custos, avançando em menor escala.

No município de Cerejeiras, os participantes do Rally da APROSMAT se reuniram com diretores e associados da Cooperativa Mista Agroindustrial da Amazônia Ltda (Copama), presente em diversas regiões de Rondônia para ouvi-los e entender os desafios e oportunidades do estado.

No terceiro dia de Rally APROSMAT foi de deslocamento de Corumbiara até Rolim de Moura, onde o grupo pôde conhecer áreas de lavouras no trajeto. Já em Ariquemes, a programação foi uma visita a Consultoria Agro Vale, que atua na região do Jamari que é composta por nove municípios. Segundo Antônio Rafael de Farias, agrônomo e proprietário da Agro Vale Consultoria, a vinda do Rally APROSMAT para conhecer a realidade do Vale do Jamari traz um ganho para a região. Rafael comentou: “a janela do plantio vai de 15 de setembro até dia 15 de novembro, variando em áreas de abertura e que esse ano está sendo atípico, ano difícil, com aproximadamente 50% de área plantada”. Comentou ainda, “sobre a importância do zoneamento agrícola para o Vale do Jamari, para ter um aporte maior de plantabilidade para um melhor posicionamento das cultivares para região”.

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A última etapa do Rally APROSMAT ocorreu em Porto Velho, no Gabinete Vice Governadoria do Estado de Rondônia, organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Rondônia (SEDEC), onde o grupo conheceu as potencialidades, atrativos econômicos e de infraestrutura, além de investimentos já em andamento no porto. Na oportunidade também foi compartilhado informações sobre produções das principais culturas do estado, como 1,75 milhão de toneladas em soja e 1,48 milhão de toneladas em milho, na última safra.

Na sequência, visitou-se a Sociedade de Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia (SOPH), com diretores do complexo portuário onde apresentaram em números e pontos de destaque, como a integração o Arco Norte e a Estrada do Pacífico, Rio Madeira que proporciona navegação o ano todo, projeto de reforma e ampliação que vai dobrar a capacidade atual. Também foi compartilhado que o porto está prestes a lançar um chamamento público para interessados em operarem, utilizando a infraestrutura portuária, incluindo a doação do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para outros arrendamentos portuários. Por fim, o grupo visitou o terminal Portochuelo da empresa Amaggi, também no Rio Madeira, distante 20 quilômetros da cidade de Porto Velho.

O presidente da APROSMAT, Nelson Croda, ao final dos compromissos da programação fez um balanço da segunda edição do Rally APROSMAT. “É com satisfação que encerramos o Rally aqui em Rondônia, onde rodamos por quase uma semana, de ponta a ponta o estado, onde encontramos várias oportunidades de negócios. É um estado em franco desenvolvimento, ainda jovem em relação ao cultivo das culturas de soja e milho, que é uma realidade muito diferente em comparação com a do Mato Grosso, tanto em relação ao clima, solo e altitude. Fizemos várias visitas com muita troca de informações, entendendo as necessidades da região, buscando contribuir com soluções para as demandas”, disse.

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Para o coordenador do Rally Aprosmat, Luiz Américo da Costa, o objetivo foi alcançado nestes mais de 3.500 km percorridos. “Conhecemos novas regiões e novos clientes, trazer para as regiões visitadas os benefícios que temos via APROSMAT, com seus laboratórios e conhecimentos. Buscando uma visão complementar das regiões visitadas, fomentando a instalação de áreas para a experimentação de novos materiais onde vai ser feita toda a parte de plantabilidade, características de cada material, a fim de trazer esta interação para estas novas regiões”, finalizou.

O projeto contou com a participação das empresas associadas: Máxima Sementes, Boa Forma Sementes, Sementes Bom Jesus, Uniggel Sementes, Sementes Petrovina, Bom Futuro Sementes, Ouro Branco Sementes, Sementes São Jerônimo e Polato Sementes. Também participaram empresas obtentoras TMG, Soytech-Basf, Brasmax, Golden Harvet-Syngenta, Enlist-Corteva e Intacta 2 Xtend-Bayer.

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

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A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

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Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

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A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

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Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

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O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

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“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

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Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

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Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

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O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

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Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
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