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Incontinência urinária: causas e tratamentos disponíveis

*Dayana Carvalho
Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), estima-se que 10 milhões de brasileiros sofram com problemas ocasionados pela perda involuntária de urina, conhecida como incontinência urinária. Mais comum entre as mulheres – devido a uretra ser mais curta e por falhas naturais no assoalho pélvico -, a doença, diferente do que muitos imaginam, não é causada apenas pelo processo de envelhecimento.
Fatores hereditários, além de doenças crônicas, raça, menopausa, obesidade, trauma do assoalho pélvico e exercícios intensos na região abdominal também podem estar relacionados à doença. Entre os tipos mais comuns estão a de esforço, quando há perda de urina em atividades que contraem a região abdominal, como tossir, espirrar e fazer atividade física; a de urgência, quando há vontade súbita e urgente de urinar; e a mista, que associa os dois primeiros tipos.
Algumas situações podem aumentar o risco, como tipos e quantidades de partos, diabetes e AVC (Acidente Vascular Cerebral). Como é algo incontrolável, a doença acaba causando constrangimentos e interferindo na rotina diária, prejudicando a qualidade de vida das pessoas, que podem desenvolver problemas emocionais e psicológicos. Muitas vezes, a falta de conhecimento retarda o diagnóstico correto e o tratamento adequado, pois a incontinência urinária pode ser controlada e é perfeitamente tratável.
Por isso, é importante buscar um especialista para descobrir o tratamento apropriado para cada caso. Estudos comprovam que o uso da tecnologia tem apresentado resultados muito positivos. A cadeira eletromagnética, por exemplo, é uma solução não invasiva e bastante eficaz para a incontinência urinária. Além disso, o custo é inferior em pelo menos 80% comparando com os valores de uma cirurgia para a correção do problema.
Pesquisas apontam que após seis sessões, 95% dos pacientes melhoraram a qualidade de vida com o equipamento, enquanto 67% reduziram ou eliminaram totalmente o uso de absorventes higiênicos diários. Com isso, desenvolveram um padrão motor necessário para controlar melhor os músculos do assoalho pélvico e da bexiga, recuperando a força muscular dessa região.
Além disso, existem outras opções de tratamento, como a prática de fisioterapia e exercícios para fortalecer a região pélvica, pois para recuperar a continência, é necessário exercício regular dos músculos do assoalho pélvico. Já em alguns casos, utiliza-se medicamentos e procedimentos cirúrgicos, que são considerados mais invasivos.
Por fim, é importante mencionar que existem formas de prevenir a incontinência urinária. Entre elas, evitar o consumo do cigarro, bebidas alcoólicas e com cafeína; controlar o peso corporal; praticar exercícios físicos regularmente e manter uma alimentação equilibrada. Dessa forma, além de prevenir a doença, é possível obter benefícios físicos e emocionais, garantindo mais qualidade de vida.
Dayana Carvalho é fisioterapeuta em Cuiabá-MT. E-mail:[email protected]
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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?
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O agro no centro do mundo
Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário
Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.
Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.
Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.
Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.
Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.
Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.
A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.
O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.
Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.
O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.
Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

O que a ciência mostra :
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
Envelhecer bem ,exige preservar força
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