Rondonópolis

Industriais de Rondonópolis se reúnem e apontam demandas do setor

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Foto: Assessoria

Foi realizado nesta quinta-feira (26/7), em Rondonópolis, a terceira etapa do circuito de eventos “Prioridades da Indústria 2019-2022”. O evento organizado pela Fiemt tem o objetivo de elaborar a pauta do setor industrial, com as prioridades e medidas necessárias para o crescimento da economia do estado. O documento será entregue aos candidatos do Executivo e Legislativo nas eleições deste ano.

O vice-presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Helmute Hollatz, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância do encontro para o setor industrial de Rondonópolis, já que as demandas da indústria também beneficiarão toda a sociedade. “Quando a indústria cresce e se desenvolve, ela gera mais emprego e renda para o município. Por isso, pretendemos sair desse evento com propostas concretas que serão juntadas às demandas de outras regiões do Estado, e assim, todo o segmento industrial de Mato Grosso será beneficiado e também a sociedade”.

A presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Rondonópolis e da Região Sul de Mato Grosso (Sindimec-Sul), Neiva Maria Alves Rodrigues, falou em nomes dos sindicatos empresariais da região. Segundo ela, “uma missão como essa da Fiemt, de ir até aos municípios ouvir os empresários, certamente trará resultados positivos, pois, nós, que estamos aqui na base, estamos sendo coautores desse documento em defesa da indústria mato-grossense”.

Durante o encontro, o superintendente da Fiemt, Mauro Santos, apresentou os 11 fatores principais que impulsionam a competitividade da indústria, dentre eles: segurança jurídica, ambiente macroeconômico, tributação, politica industrial, relações do trabalho. Para o empresário Hélio Arlindo Correa, o evento foi uma grande oportunidade para se discutir os problemas da indústria e apresentar possíveis soluções. “Acredito que o setor precisa ter mais encontros como este, pois percebemos que a demanda de um é a mesma do outro. Somente unidos, vamos conseguir trazer melhorias para a cidade de Rondonópolis”.

Em Rondonópolis, o encontro teve o apoio do Sindicato da Indústria da Alimentação da Região Sul do Estado de Mato Grosso (Siar-Sul), Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Região Sul do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-Sul) e Sindicato Intermunicipal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Rondonópolis e da Região Sul de Mato Grosso. O Circuito de eventos já passou por Sinop e Cáceres e o próximo encontro será em Cuiabá, no dia 31/07, na sede da Fiemt. Para participar é preciso se inscrever com antecedência pelo formulário on-line – basta clicar aqui. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3611-1594.

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Rondonópolis

Prazo para recadastramento da Tarifa Social do Sanear vai até dia 15

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O prazo para a atualização, ou solicitação da Tarifa Social do Sanear, programa que concede desconto na tarifa de água e esgoto as famílias de baixa renda, que termina nesta quinta-feira (30) foi prorrogado até o dia 15 de julho.

O atendimento é presencial, de segunda a sexta-feira das 07h às 17h, em uma das quatro agências comerciais do Sanear. O beneficiário deve levar os documentos pessoais, cadúnico, documento do imóvel e consumo mensal de até 10 metros cúbicos.

Quem não atualizar o cadastro terá o benefício suspenso de acordo com o Decreto Municipal 3.246/2000 Art. 1º, parágrafo 2º.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis

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Rondonópolis

Ex-alunos, vereadores celebram volta do CSU: “sonho realizado”

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Foto: Assessoria

Rondonópolis volta a contar, oficialmente, a partir desta sexta-feira (1), com o Centro Poliesportivo Padre Lothar, na Vila Operária. A estrutura, que será inaugurada em um evento com toda classe política local, movimento comunitário e a comunidade da região, é uma versão mais moderna do antigo Centro Social Urbano – CSU, espaço que foi responsável por transformar a trajetória de crianças, adolescentes e jovens, nos anos 80 e 90.

Dois destes milhares de homens e mulheres que passaram pelo CSU estão hoje na Câmara Municipal de Rondonópolis e foram fundamentais para que o projeto voltasse à pauta das políticas públicas locais. Trata-se do atual presidente do legislativo municipal, Roni Magnani (PSB), e o vereador, Reginaldo Santos (SD), presidente da Comissão de Educação.

A dupla encontrou resguardo no atual prefeito, Zé Carlos do Pátio (PSB), que deu “ok” para o investimento, após uma luta que se arrastou por duas décadas. A nova unidade, baseada nos conceitos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV, iniciou as obras em 2020 e custou, por fim, R$ 8.371.694,16. A área total construída compreende 4.446,65 m².

Foto: Assessoria

Para Roni, não há dúvida que se trata de um novo marco na história da cidade. “Eu entrei para a política, dentre outras coisas, porque acredito firmemente na transformação do ser humano. Só vamos ter uma nova cidade, estado e país quando as pessoas melhorarem suas próprias vidas, não há como pensar no coletivo sem antes cuidar do individual. Eu sei o que o CSU significou pra mim. É uma semente muito valiosa que estamos plantando agora”, comentou, elogiando Pátio.

“É um sonho que sonhamos juntos, classe política e comunidade. O atual prefeito é um gestor que valoriza o cidadão, prova disso é a destinação que dá a boa parte do orçamento, sempre prezando por melhorar o acesso aos serviços essenciais para as pessoas que moram nos bairros, dando qualidade de vida em qualquer canto da cidade. A volta do CSU vai marcar também a trajetória política vitoriosa dele”, avaliou Magnani.

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Reginaldo lembra que o projeto de contraturno será o primeiro de vários outros similares que serão instalados em outras localidades da cidade, como a Região Salmen, Residencial Farias e Grande Alfredo de Castro. O vereador aposta que o modelo se tornará exemplo de sucesso a ser copiado em outras cidades e até pelo Governo do Estado.

“Cultura, esporte, educação, assistência social, saúde e outros setores fundamentais atuando tão próximos abrirão uma porta de entrada muito estratégica na vida destes jovens e suas famílias. Esse contraturno e todos os benefícios que ele trará, de maneira indireta e direta, reduzirá gastos públicos que hoje pesam nos cofres do Poder Público”, disse o vereador, que exemplificou sua avaliação.

“Quando você pensa no jovem em vulnerabilidade social que será retirado da rua, dos olhos do crime e apresenta a ele um novo mundo, isto significa um desafogo no setor de segurança pública. A criança mais próxima de profissionais, pedagogicamente qualificados, será um adulto com mais responsabilidade no trânsito, no respeito para o tratamento com o seu semelhante e isso faz toda diferença, eu sei porque também sou fruto do CSU e tive meu crescimento norteado por muitos valores que aprendi lá. Vamos ter diagnósticos precoces resultantes deste olhar mais aproximado e tudo isso significará economia de dinheiro público. Administrar é priorizar e otimizar, só posso agradecer ao prefeito por cumprir sua promessa de recriar o CSU e parabenizá-lo por colocar o povo no orçamento”, citou Santos.

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Estrutura, Serviços e Objetivo

Dentro do espaço físico montado, consta um bloco de Portaria/guarita; Administrativo; Cozinha; São de Festa; Depósito; Quadra de Volei de Areia; Arquibancadas; Quadra Poliesportiva; Bloco de Sanitários; Conjunto Aquático; Piscina de 500 m²; Playground e Academia ao Ar Livre, tudo em espaço arborizado e com áreas de lazer para aconchegar alunos e visitantes.

A Gerente do Departamento de Proteção e Assistência Social, Fabiana Rizati Perez, projeta que as matrículas e os últimos detalhes burocráticos para início das atividades estejam finalizados em 10 dias, atendendo a um total de 300 crianças e adolescentes pela manhã, mais 300 no período da tarde e ainda deixando a estrutura à disposição de grupos de convivência da terceira idade, em horários alternativos.

“Teremos a atividade de apoio escolar no contraturno, vinculado a estas áreas de esporte, cultura de lazer, com interação direta da família, que entendemos ser muito importante. O principal foco da Administração é o de tirar esse menor de circulação nas ruas, garantir o seu bom rendimento na escola e preparar esse adulto para que encontre um futuro longe dos riscos que o cercam”, pontuou Fabiana.

No local, Rizati pontua que foi construído um telecentro de informática para a realização de cursos profissionalizantes para toda a família, dando uma profissão e uma carreira a muita gente que busca um norte. A lista dos jovens que serão atendidos no espaço será definida pela Assistência Social, que fará uso das famílias cadastradas no Cadastro Único, sistema que encaminha brasileiros em vulnerabilidade social para os diversos programas e políticas de acompanhamento fornecidas pelo Poder Público.

“Estes cadastrados, sobretudo em famílias que possuam renda per capita de até R$ 105, serão os primeiros que atenderemos. O fato de estarem no Cadastro Único, onde são observadas as condicionantes de acompanhamento em saúde e frequência escolar, já nos permite este sentido de garantir que as políticas, de fato, estejam integradas para a efetividade que esta nova estrutura prioriza. A vontade do prefeito e de toda a equipe é ver fortalecidas as relações familiares e comunitárias, valorizando o sentido da vida coletiva”, frisou.

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Palavra de quem viveu a história

Matias Miranda, líder comunitário na Vila Operária, lembra que o antigo CSU dos anos 80 e 90 não era simplesmente um local destinado a cumprir as ações delimitadas pelas equipes técnicas do prefeito ou governador, mas sim um local oferecido às Associações de Bairro, Pastorais e demais grupos religiosos que desenvolviam trabalhos, maior parte das vezes voluntários, em benefício de toda população.

“Tenho falado com o vereador Reginaldo e minha defesa é exatamente é que ocorra essa integração. Eu atuava na Pastoral da Juventude da São José Operário e, enquanto as atividades culturais a gente realizava no Salão Paroquial, toda a parte de jogos era feita no CSU, que era aberto pra nós. Posteriormente, a própria comunidade me indicou e o então governador aceitou que eu fosse integrado ao CSU, onde atuei entre 1989 e 1990. Vi muitas vidas serem transformadas e não dá pra deixar de lembrar de nomes históricos do CSU como os saudosos Riva, Valdemar – o “Deminha”, o professor Estevan, que ainda está entre nós, e muitos outros voluntários, no qual me incluo, que contribuíram para este importante trabalho. Tenho certeza que, antenados com a comunidade, trazendo a “Vila Operária pra dentro”, tem tudo pra dar muito certo outra vez”, comentou.

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Rondonópolis é apontada como uma das cinco melhores cidades de Mato Grosso para se viver

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Acolhendo cerca de 239.613 habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2021, e ocupando o segundo lugar no ranking das maiores economias de Mato Grosso entre os 141 municípios do estado, Rondonópolis desponta com localização em ponto crucial do sudeste mato-grossense – no entroncamento das rodovias BR-163 e BR-364. Essa posição privilegiada faz do município local de conexão entre as regiões Norte e Sul do Brasil, funcionando como tapete de escoamento da produção industrial e agrícola em direção a portos e grandes centros urbanos do país. Com 4.165 quilômetros quadrados, a cidade de clima tropical tem 68 anos e fica a uma distância de 210 km da capital mato-grossense, Cuiabá.

Conforme matéria estampada no site da Universidade de Cuiabá (Unic), cujo mote é “As cinco melhores cidades de Mato Grosso para morar e fazer carreira”, Rondonópolis faz parte desse grupo das cinco tendo como mola propulsora da economia, entre outros fatores, o agronegócio, mas também festas country e lugares para a prática de turismo ecológico. A notícia ainda ressalta indústrias de alimento, cervejaria e fábricas de tecidos.

Todo esse cenário é fruto de um trabalho de bastidores realizado pelo Poder Público que tem como finalidade promover um tecido social firme, alicerçado em bases sólidas, elevando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, que é estruturado no tripé saúde, educação e renda. Esses três indicadores permitem classificar o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida da população. “Depois de Cuiabá, que é a capital, Rondonópolis é a melhor cidade para se investir. Ela já é grande e está muito bem estruturada para crescer mais ainda”, nota Alexsandro Silva, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Alexsandro credita à cadeia produtiva do agronegócio a segunda colocação de Rondonópolis na classificação estadual da economia e ainda salienta que a cidade abriga a Rumo, que é a maior companhia de logística dotada de estrutura ferroviária do país: “Nosso terminal intermodal da Rumo, como maior importador de fertilizantes, supre a necessidade do agronegócio do Mato Grosso. Temos em Rondonópolis a maior planta esmagadora de soja do mundo, na ADM, e, também, a maior planta esmagadora de soja da América Latina, na Bunge. A soma dessas duas empresas faz do município o maior polo esmagador de grãos do Brasil”.

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Aliás, o secretário pontua que, na história rondonopolitana, nunca houve tanto estímulo aos investidores com a criação de um ambiente propício para recebê-los. “É nessa gestão que estão sendo feitos os maiores investimentos nos distritos industriais. São mais de R$200 mil aplicados nos quatro distritos para melhorar a infraestrutura. Uma parcela desse trabalho já foi realizada e há outra parte ainda em execução”, comenta a respeito dos distritos industriais Rondonópolis – também chamado Distrito Antigo –, da Vila Operária – denominado Microdistrito Anésio Pereira de Oliveira –, Vetorasso e Razia. Mas a intenção, segundo Alexsandro, é ampliar o espaço para receber quem ainda pensa em se instalar na cidade: “Diante das várias empresas que estudam investir no município, o prefeito já vem anunciando seu desejo de adquirir uma área para construir um novo distrito industrial”.

Solo fértil para grandes empreendimentos, a cidade vocacionada à prosperidade tem espaço a ser ocupado em várias áreas. “O mercado de Rondonópolis absorve todos os perfis profissionais, desde o trabalhador braçal até aquele que possui nível superior”, observa o gestor. Ele lembra que, hoje, o município vive uma realidade de pleno emprego, que, segundo economistas, é quando existem vagas para todos aqueles que são considerados aptos a trabalhar – a população economicamente ativa, que se encontra na faixa entre 16 e 65 anos. Isso significa que a oferta de empregos é maior do que a quantidade de profissionais para preenchê-los. “No pleno emprego a taxa de desemprego fica abaixo de 6%”, explica o secretário e completa: “Atualmente, temos 65.163 pessoas empregadas em Rondonópolis”.

Essa pujança se revela até mesmo em situações caóticas, como a que ocorreu recentemente por conta da epidemia global de coronavírus. “Mesmo em 2020 e em 2021, com as restrições impostas pela pandemia, a cidade continuou gerando emprego”, rememora ele, acentuando que esse progresso tem o respaldo do Município, que atua dinamizando diversos segmentos. “A Prefeitura vem fazendo parcerias para qualificar a mão de obra local. E, quanto mais empresas investirem em Rondonópolis, maior será a busca e captação de profissionais capacitados. Com isso, naturalmente os níveis de salário sobem. Unidos, o Poder Público e a iniciativa privada contribuem para fazer girar a economia”, reflete.

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Reportando-se a soma de forças que incidem sobre a cidade, o titular do Desenvolvimento Econômico compartilha o panorama que se enxerga: “A Gestão Municipal realizou investimentos na Saúde e na Educação ofertando toda a estrutura necessária para acolher os trabalhadores. Então, em Rondonópolis, está todo mundo olhando para a frente. A cidade tem 95% de esgotamento sanitário e a empresa de energia está se planejando para atender 400 mil pessoas em uma perspectiva de crescimento populacional. O mercado imobiliário está se abrindo para absorver 300 mil habitantes”.

Somente na área da Saúde, buscando diversificar os lugares com oferta de serviços, proporcionando a toda a população facilidade de acesso a eles, a Administração Municipal está construindo cinco novas unidades dos Postos de Saúde da Família (PSFs) localizadas nos Residenciais Bispo Pedro Casaldáliga e Alfredo de Castro II, no Jardim Liberdade, na Vila Bueno e no Campo Limpo. Em reforma estão os postos do Verde Teto, do Parque Universitário e dos Jardins Sumaré, Atlântico e Europa, além do Bom Pastor, do Assentamento Carimã e da Comunidade Rural Bananal. Ao todo, a Secretaria de Saúde conta com 56 unidades de Estratégia de Saúde da Família (ESFs) na Zona Urbana e o as 33 na Zona Rural. Há ainda duas policlínicas e quatro centros de saúde. De acordo com o último censo – realizado em 2010 – a expectativa média de vida no município é de 74 anos.

Não é diferente com a Educação, que vive uma realidade de desenvolvimento e primor, com a Rede Municipal de Educação contabilizando 39 escolas de ensino fundamental e 42 creches. No ensino fundamental, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) tem 533 estudantes matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e, ainda, 13.233 com idade compatível a essa etapa, totalizando, assim, 13.766 discentes na educação básica. Na educação infantil, a Pasta abraça 5.304 crianças nas creches e 5.621 na pré-escola, computando 10.905 alunos frequentando esse nível educacional. O índice de evasão escolar, conforme informa da Semed, é de 0, 02%.

Olhando a educação de maneira global, a Gestão Municipal tem realizado investimentos pesados, empregando recursos e firmando parcerias não apenas na educação infantil e no ensino fundamental, que são, constitucionalmente, responsabilidade dos municípios, mas fomentando o estudo de terceiro grau na cidade. “O ensino superior não é atribuição do Município, mas, mesmo assim, a Prefeitura está fazendo mais do que a sua responsabilidade. Só na Unemat, temos duas turmas de direito, quatro de ciência da computação, quatro de letras e, atualmente, vestibular aberto para uma turma de química e uma de pedagogia”, sublinha a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Neiva de Cól, citando a Universidade Estadual de Mato Grosso. Ainda em relação à graduação, Neiva menciona a Universidade Federal de Mato Grosso que, agora, é Universidade Federal de Rondonópolis: “A UFMT se transformou em UFR, se emancipando, e isso faz com que o olhar dessa instituição se volte para a comunidade local, para as necessidades da cidade”.

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Mas o zelo da Administração não fica só nisso e contempla aqueles que querem se aperfeiçoar de outra forma para desempenharem uma ocupação no mercado de trabalho. “Há ainda as parcerias que a Prefeitura faz para cursos de qualificação profissional por meio do ensino técnico, como, por exemplo, os de enfermagem, de eletrotécnica, de edificações, de saúde bucal, que têm a duração de, pelo menos, 1.200 horas. E também os cursos livres, que têm carga horária menor, entre 80 e 400 horas, como os de cabeleireiro, manicure e fabricação de pães”, elenca a secretária e continua: “Temos também o Zumbi dos Palmares para aqueles que não possuem condições de pagar um preparatório para fazer o exame para ingressar na faculdade”.

Dotada de potencial para o crescimento, florescendo no cerrado, Rondonópolis tornou-se cidade paradigma. Sua performance de excelência, na opinião de Alexsandro, deve-se ao fato do município rondonopolitano ter se aprimorado em diversas frentes e sob vários aspectos. “Somos um polo regional em todos os contextos. Atingimos um ótimo patamar de crescimento em setores fundamentais como saneamento básico, energia, saúde, infraestrutura e educação. Por essa razão, somos, sem dúvida, uma das cidades mais atrativas para se investir”, avalia ele sobre o magnetismo que Rondonópolis tem demonstrado exercer sobre grandes empreendedores. 

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis

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