Política MT
Josair Lopes ou Marildes Ferreira poderá ser vice de Taques caso Max não aceite convite
Após receber convite do governador Pedro Taques (PSDB) para ser vice na disputa das eleições 2018 ao governo do estado, o deputado estadual Max Russi (PSB) caso recuse o convite, Max deverá colocar a disposição o nome de dois representante da sigla na região sul de MT.

Josair Lopes- Foto: Assessoria
Uma das opção é o pré-candidato a deputado federal Josair Lopes(PSB) ex-prefeito de Dom Aquino. Josair administrou a cidade por dois mandato, abrindo mão do cargo para ser pré-candidato a deputado federal com uma aprovação de 80% da população dom aquinense e com grande articulação politica na região do Vale do São Lourenço.
Outra opção na Região Sul de MT é a ex-secretária de saúde de Rondonópolis Marildes Ferreira (PSB) e pré-candidata a deputada federal.

Marildes Ferreira- Foto: Assessoria
No ano de 2016, Marildes foi reconhecida como a segunda melhor gestora de saúde pública do Brasil. O reconhecimento veio pela prática de ‘Modelo de Gestão em Saúde’ aplicada em Rondonópolis, sendo considerada uma das melhores secretárias de saúde do país, escolhida entre os mais de 5,7 mil gestores dos municípios brasileiros. Na ocasião, apenas Rondonópolis e Sinop foram reconhecidos no estado.
Ainda em 2016 Marildes concorreu a vice de Rogério Salles nas eleições para prefeito de Rondonópolis, obtendo um percentual de 27,54% totalizando 29.920 votos. Na ocasião Zé do Pátio foi o vencedor.
Por outro lado o PSB estuda também indicar um destes pré-candidatos para ser suplente da juíza Selma Arruda (PSL) pre-candidata ao senado.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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