Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Portal Agro

Mapa apoia a realização de eventos que promovem o acesso a mercados dos produtos da agricultura familiar

Publicado

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), está apoiando a realização da 47ª Abav Expo, em São Paulo, e do 27º Agrinordeste, em Olinda (PE). Segundo o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, os eventos são importantes para garantir que haja mercado para a produção da agricultura familiar.

“A comercialização dos produtos da agricultura familiar está entre as prioridades da SAF, e os eventos são importantes canais para pequenos e médios produtores rurais venderem sua produção, além de serem ambientes propícios para que sejam realizados negócios e parcerias com restaurantes, hotéis e supermercados. Apoiamos os eventos, pois estes contribuem para o fortalecimento de todo o setor”, destaca.

A Agrinordeste, exposição reconhecida como o maior evento indoor da agropecuária do Norte e Nordeste do país, iniciou na última terça-feira (24) no Centro de Convenções de Pernambuco. Além de palestras e capacitações, a programação conta com Oficinas de Trabalho, Feira de Produtos do Campo, Festival Gastronômico, Seminário sobre a Modernidade do Setor Primário da Economia Nordestina, 12º Show de Lácteos, Feira dos Produtores de Cana do Nordeste (Norcana), entre outros.

Agrinordeste 2019

Com o apoio do Mapa, em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Universidade Federal Fluminense (UFF), 20 cooperativas de agricultores familiares participam da Agrinordeste expondo seus produtos, comercializando e fazendo prospecção de negócios. O diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados da SAF, Márcio Madalena, explica que a iniciativa integra as atividades do programa Brasil Mais Cooperativo, lançado em julho pelo governo federal, através da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo. 

Veja Mais:  Irã vai importar gado vivo do Brasil

“É uma ação importante do programa, na qual podemos trabalhar a questão do acesso a mercados dessas cooperativas, que, além de comercializar, estão fechando negócios. Esse tipo de evento possibilita que as cooperativas da agricultura familiar possam ficar na vitrine e isso faz com que elas tenham condições de acessar mercados que não teriam como acessar se ficassem somente nas suas cidades”, destaca Madalena.

A Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm), com sede município de Ituberá, participa da Agrinordeste pela primeira vez com palmito de pupunha em conserva, nas versões inteiro, em rodela e picado, cultivados de forma sustentável. Com 15 anos de atuação e mais de 600 cooperados, sendo a maior parte de agricultores familiares, distribuídos em 29 municípios e mais de 214 comunidades, a cooperativa busca novas oportunidades.

“Estamos aqui com a expectativa de fazer contato com potenciais fornecedores e também atender ao cliente final, como estamos fazendo agora, recebendo quem vem comprar os nossos produtos e que está gostando e trazendo outras pessoas”, destaca Saulo Fernandes, representante da Coopalm.

Agricultura familiar no mercado turístico

Em São Paulo, começou nesta quarta-feira (25) um dos maiores eventos de negócios e turismo do Brasil, a Abav Expo Internacional de Turismo 2019. A programação segue até sexta-feira (27) com exposições, palestras, debates, degustações e oficinas. A participação do Mapa é resultado de uma parceria com o Ministério do Turismo e prevê, entre outras ações, a promoção da comercialização de produtos e serviços turísticos oriundos da agricultura familiar, com ênfase para aqueles vinculados à hospedagem e gastronomia.

Veja Mais:  Maranhão e Piauí obtêm reconhecimento de equivalência para produtos de origem animal

Com o apoio do Mapa, participam do evento 10 empreendimentos da agricultura familiar, entre os quais está a Cooperativa Mista dos Apicultores da Microrregião de Simplício Mendes (Comapi). Localizada no semiárido piauiense, a cooperativa conta com mais de mil cooperados, que produzem mel e pólen, atendendo aos mais rigorosos padrões de qualidade exigidos pelo mercado internacional.

“A nossa participação em uma feira como esta gera muitos contatos. Tem a venda direta, de balcão, mas acredito que o fato mais importante é a geração de contatos futuros. Por exemplo, um dos eventos que nós participamos por meio de parceria com o Ministério da Agricultura propiciou a venda de 3 contêineres no mercado interno, em um momento muito difícil para o setor”, conta Sérgio Medeiros, gerente da Comapi.  

Outro empreendimento da agricultura familiar que está marcando presença na Abav Expo 2019 é a Cooperativa Mista de Agricultores Familiares, Extrativistas, Pescadores, Vazanteiros e Guias Turísticos do Cerrado (Coopcerrado). Organizada em Goiás, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Mato Grosso, a cooperativa reúne cerca de 4,5 mil famílias de pequenos produtores. Com a marca Empório do Cerrado, a CoopCerrado produz conservas, cremes, ervas, temperos, molhos, chás, farinhas e castanha de baru. Toda a produção é orgânica, certificada e originada a partir do extrativismo sustentável.

“Estamos aqui com produtos diversos da agricultura familiar, do extrativismo e de origem quilombola. É uma feira que tem repercussão internacional e trouxemos os nossos produtos para serem conhecidos por esse público. A partir disso, temos a expectativa de fazer novas parcerias de trabalho e de comercialização”, afirma a diretora administrativa da cooperativa, Verônica Silva. 

Veja Mais:  Ministra Tereza Cristina inicia agenda de compromissos na China

Para a coordenadora de Acesso a Mercados da SAF, Mônica de Souza, o evento é uma das principais ações de comercialização e negócios com o mercado do turismo. “Temos aqui empreendimentos que estão preferencialmente inseridos em roteiros turísticos, vindos do Piauí, da Bahia, do Rio Grande do Sul, do Goiás, e todos eles estão aqui na perspectiva de inserir os produtos da agricultura familiar no mercado turístico”, diz.

Como estratégia de promoção comercial dos produtos da agricultura familiar brasileira, o Mapa também está apoiando a realização de uma Cozinha Show, onde os visitantes da Abav Expo podem acompanhar ao vivo o preparo de pratos com produtos da agricultura familiar.

Vinícola de Cezaro na Abav Expo Internacional de Turismo 2019

Informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Agro News

Falta de aviso sobre seguro agrícola pode gerar indenização ao produtor

Publicado


Conforme especialista, entendimento considera financiamentos em que o banco contratou a cobertura por anos e deixou de emitir nova apólice sem comunicar o mutuário


A instituição financeira que contrata automaticamente o seguro agrícola por anos pode responder pelas perdas do produtor se deixar de emitir a apólice em um novo financiamento sem aviso prévio. A responsabilização exige a comprovação de que houve trato sucessivo na contratação de seguro vinculado ao financiamento, omissão na contratação seguinte e constatação de prejuízo na safra financiada.

O advogado da HBS Advogados, Roberto Bastos Ghigino, explica que obrigar o cliente a adquirir um seguro para obter crédito configura venda casada, prática proibida pela legislação. O caso analisado é diferente porque envolve uma rotina criada pela própria instituição ao longo de sucessivos contratos. Quando o banco emite o seguro em todas as operações, lança os prêmios em conta-corrente e administra a apólice, esse procedimento passa a fazer parte do relacionamento com o produtor. A repetição cria a expectativa de que os financiamentos seguintes também estarão protegidos.

Esse histórico, na avaliação do advogado, obriga a instituição financeira a agir com clareza antes de mudar o procedimento. “A boa-fé objetiva impõe aos contratantes deveres anexos de conduta, entre os quais destacam-se a lealdade, a cooperação, a transparência e a proteção mútua”, afirma Ghigino.

O problema aparece quando a instituição deixa de contratar a apólice em um financiamento posterior e não informa a mudança. “O ponto crítico desse entendimento manifesta-se quando a instituição financeira rompe unilateralmente com essa prática de anos, deixando de formalizar o seguro na operação de crédito subsequente sem emitir qualquer aviso prévio, tampouco oportunizando ao produtor rural a busca por cobertura alternativa no mercado de seguros”, explica Ghigino.

Veja Mais:  APROSMAT em parceria com IMA-MT inaugura laboratório HPLC

Se a lavoura financiada sofre um dano e a safra é frustrada, o produtor precisa demonstrar a ligação entre a ausência do seguro e a perda financeira. Comprovada essa relação, a omissão pode caracterizar falha na prestação do serviço e gerar indenização. Ao retirar a proteção sem o consentimento ou a ciência clara do produtor, o banco passa a responder pelos efeitos dessa mudança, conforme a análise. Nessas condições, a instituição “assume integralmente o risco decorrente da descontinuidade da cobertura securitária”, observa o advogado.

A reparação deve corresponder ao valor que o produtor receberia se a apólice vinculada ao custeio estivesse regularmente contratada. O dever de indenizar depende da comprovação do histórico dos financiamentos, da omissão da instituição e do prejuízo sofrido. Ghigino cita uma análise recente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul sobre uma situação com essas características. A tese reconheceu que a contratação automática e reiterada do seguro pode criar a expectativa de manutenção da proteção e que a omissão no contrato seguinte pode gerar o dever de indenizar.

Foto: Divulgação
Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
Continue lendo

Agro News

Com safrinha sob risco, produtor de MT encontrou no sorgo uma solução para rentabilidade e manejo de plantas daninhas

Publicado

Além de reduzir a exposição aos desafios do calendário da segunda safra, a mudança de estratégia ajudou a controlar o avanço de invasoras de folhas estreitas, um problema recorrente na propriedade

Foto- Assessoria

As mudanças no comportamento do clima têm obrigado produtores rurais a rever estratégias que, até pouco tempo atrás, pareciam consolidadas. Com a janela da safrinha cada vez mais apertada em algumas regiões, culturas mais adaptadas às condições de estresse hídrico vêm ganhando espaço no planejamento das propriedades.

Em Mato Grosso, por exemplo, essa realidade levou o produtor, Ernesto Vasques Júnior, sócio proprietário da Fazenda Santa Luzia, em Poxoréu (MT), a reformular o planejamento da propriedade, que possui 500 hectares de área cultivada. Segundo ele, o atraso das chuvas no início da temporada comprometeu o calendário da safra e reduziu significativamente a janela para o plantio do milho safrinha. “Demorou muito para chover e, quando as águas vieram, já era tarde para a semeadura do milho. Até daria para plantar, mas sob risco alto”, relata.

Diante desse cenário, o agricultor buscou orientação técnica para definir uma alternativa mais segura. “Conversando com o consultor da fazenda, ele sugeriu o sorgo por ser uma cultura de ciclo mais curto e mais tolerante ao déficit hídrico. Como já havíamos comprado adubos e defensivos, fomos em busca das sementes. Paralelamente, para reduzir os riscos da operação, firmei contrato para vender parte da produção para um aviário da região”, explica.

Veja Mais:  China deve importar melão do Brasil e habilitar novos frigoríficos, anuncia ministra

A mudança foi cuidadosamente planejada. Além de encontrar uma alternativa rentável para substituir parte da área destinada ao milho, o produtor buscava uma solução para outro desafio da propriedade: o controle de plantas daninhas de folhas estreitas, cada vez mais resistentes aos herbicidas.

Diante desse cenário, a escolha foi pelo sorgo da Advanta Seeds com tecnologia igrowth®, que alia alto potencial produtivo a uma ferramenta eficiente para o manejo dessas invasoras. “Escolhemos esse híbrido pelos bons resultados que já conhecíamos e, principalmente, pela tecnologia embarcada, que permite controlar muito bem as plantas daninhas de folhas estreitas. Esse era um problema que enfrentávamos havia anos, porque elas estão cada vez mais resistentes”, afirma o titular da Fazenda Santa Luzia.

A primeira colheita, em andamento, confirma as expectativas, com bom desenvolvimento da cultura e resultados positivos no campo. “A produtividade está muito boa e tivemos uma excelente resposta no controle das plantas daninhas de folhas estreitas, justamente o que mais chamou nossa atenção na escolha do híbrido”, destaca o produtor.

Tecnologia amplia opções de manejo

A tecnologia Igrowth®, desenvolvida pela Advanta Seeds, é a primeira tecnologia comercial do mundo a conferir ao sorgo tolerância a herbicidas da família das imidazolinonas. Obtida por meio de melhoramento genético convencional, via mutagênese, a tecnologia não é transgênica e amplia significativamente as opções de manejo de plantas daninhas na cultura.

Veja Mais:  Irã vai importar gado vivo do Brasil

Entre os principais benefícios estão o controle mais eficiente de plantas daninhas de folhas estreitas, maior flexibilidade para a aplicação de herbicidas registrados em pré e pós-emergência, redução da matocompetição por água, luz e nutrientes e maior expressão do potencial produtivo dos híbridos.

A tecnologia também promove maior uniformidade da lavoura, facilita a colheita, reduz perdas operacionais e contribui para uma área mais limpa para a cultura seguinte, diminuindo o banco de sementes de plantas invasoras e os custos com dessecação. Além disso, proporciona melhor aproveitamento da água e dos fertilizantes, favorece o desenvolvimento inicial das plantas e reduz a pressão de infestação nas culturas subsequentes, fortalecendo os sistemas de rotação e sucessão. “Estamos satisfeitos e a intenção é plantar sorgo no próximo ano. A cultura pode se consolidar como uma terceira alternativa importante e acredito que também seja uma boa opção para outros produtores da região”, finaliza Vasques Júnior.

Continue lendo

Agro News

Fim da moratória da soja pode aumentar a destruição da Amazônia em 1,4 milhões de hectares nos próximos 10 anos, mostra artigo da Science

Publicado

Fim do acordo pode levar a um aumento de 17% no desmatamento na Amazônia em dez anos, com emissões equivalentes às do Canadá, sem trazer ganhos aos produtores de soja

A Amazônia registrou nos últimos anos uma tendência de redução do desmatamento, resultado de diferentes esforços de controle, fiscalização e políticas públicas. Nesse contexto, um artigo publicado na revista Science sobre o legado da Moratória da Soja alerta que seu fim pode resultar em aproximadamente 1,4 milhão de hectares adicionais de desmatamento na Amazônia nos próximos dez anos, um aumento de 17% em relação às taxas históricas analisadas. As emissões associadas a essa perda florestal são estimadas em cerca de 745 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, volume semelhante às emissões anuais do Canadá.

Intitulado The Rise and Fall of the Amazon Soy Moratorium, o artigo analisa os resultados de quase duas décadas da Moratória da Soja, e principalmente os impactos esperados para os próximos 10 anos com o fim deste acordo, criado em 2006 entre empresas do setor, organizações da sociedade civil e governo para impedir a comercialização de soja produzida em áreas desmatadas após julho de 2008 na Amazônia. A publicação mostra que o mecanismo reduziu significativamente o desmatamento associado à expansão da soja, sem impedir o crescimento da produção agrícola, e também que seu fim levará a um aumento expressivo do desmatamento direto para a soja.

Veja Mais:  Irã vai importar gado vivo do Brasil

Desde a implementação da Moratória, a área cultivada com soja na Amazônia mais que triplicou, enquanto a expansão ocorreu principalmente sobre áreas já abertas. O estudo aponta que havia entre 9,7 milhões e 15 milhões de hectares previamente desmatados disponíveis para expansão agrícola. A publicação também estima que, nos primeiros dez anos, a Moratória reduziu em cerca de 35% o desmatamento em áreas de risco para expansão da soja, evitando aproximadamente 1,8 milhão de hectares de perda florestal.

O que muda sem a Moratória
Segundo o artigo, o risco associado ao fim do acordo não está apenas na conversão direta de áreas para produção de soja, mas também no aumento da pressão sobre regiões com potencial de expansão agrícola e vulnerabilidade à especulação fundiária.

O estudo identificou que 9,1 milhões de hectares de florestas em propriedades privadas têm alta aptidão para a soja e podem ser legalmente desmatados segundo o Código Florestal. Também aponta que até 28,7 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas podem ficar mais vulneráveis à especulação, especialmente em áreas com potencial futuro de expansão da infraestrutura.

Para o WWF-Brasil, a experiência da Moratória demonstra a importância de mecanismos que atuam nas cadeias produtivas para reduzir incentivos econômicos associados ao desmatamento. “A Moratória da Soja mostrou que é possível ampliar a produção agrícola mantendo critérios de conservação. O desafio agora é garantir que instrumentos capazes de reduzir o desmatamento continuem fazendo parte da estratégia brasileira de desenvolvimento”, afirma Tiago.

Veja Mais:  China deve importar melão do Brasil e habilitar novos frigoríficos, anuncia ministra

Produção pode crescer em áreas já abertas
Os autores analisaram o argumento de que a Moratória teria limitado oportunidades econômicas para produtores. Os dados indicam que os impactos econômicos diretos são restritos: apenas cerca de 739 mil hectares de áreas aptas à soja foram desmatados legalmente após 2008, e a maior parte não está localizada em propriedades produtoras de soja. Nas fazendas que já cultivam soja, a área de floresta com possibilidade legal de conversão é estimada em cerca de 60 mil hectares. Ao mesmo tempo, a pesquisa identifica cerca de 1,7 milhão de hectares de áreas já abertas e aptas para soja na Amazônia, o que permitiria ampliar a produção sem conversão de novas áreas de floresta.

Além disso, os autores avaliaram uma das principais críticas dirigidas à Moratória da Soja: a de que o acordo teria provocado distorções de mercado ou funcionado como um cartel entre compradores. A análise comparou os preços pagos aos produtores em municípios abrangidos pela Moratória e em regiões vizinhas não submetidas ao acordo, sem identificar diferenças sistemáticas nos valores recebidos pelos agricultores. A evidência indica que o mecanismo não afetou a remuneração dos produtores nem provocou distorções de mercado, contrariando a tese de que haveria formação de cartel entre as empresas participantes.

Proteção da floresta e competitividade do setor
O artigo destaca que a redução do desmatamento está relacionada à competitividade de longo prazo do setor agrícola. A perda de floresta pode afetar serviços ecossistêmicos importantes para a agricultura, como a disponibilidade de chuvas e a regulação do clima regional. Além disso, cadeias produtivas sem mecanismos de controle de desmatamento podem enfrentar desafios diante de mercados que ampliam exigências ambientais e de rastreabilidade.

Veja Mais:  Maranhão e Piauí obtêm reconhecimento de equivalência para produtos de origem animal

Segundo Tiago Reis, especialista em Conservação do WWF-Brasil, “a Moratória da Soja mostra que empresas têm um papel estratégico na construção de uma cadeia produtiva mais sustentável e competitiva. Ao adotar compromissos de controle do desmatamento e rastreabilidade, o setor contribui para proteger a floresta, preservar serviços ecossistêmicos essenciais para a própria agricultura e responder às crescentes demandas dos mercados nacionais e internacionais. Produzir mais e conservar a Amazônia são objetivos que podem caminhar juntos, desde que haja transparência, responsabilidade compartilhada e mecanismos capazes de orientar a expansão produtiva para áreas já abertas”.

Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma ONG brasileira que há 29 anos atua coletivamente com parceiros da sociedade civil, academia, governos e empresas em todo país para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza. Estamos conectados numa rede interdependente que busca soluções urgentes para a emergência climática.

Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana