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Saúde

Medicamento para dengue: quais não devemos tomar?

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Foto- Assessoria

Os remédios que podem ser usados para aliviar os sintomas da dengue e que geralmente são recomendados pelo médico são o paracetamol (Tylenol) e a dipirona (Novalgina), que ajudam a baixar a febre, além de aliviar a dor e o desconforto.

Durante o tratamento da dengue é essencial repousar e beber muitos líquidos e, caso a pessoa apresente sintomas como dor abdominal forte, vômito persistente, sangue nas fezes ou na urina é recomendado ir imediatamente ao hospital, uma vez que pode ser sinal de dengue hemorrágica ou alguma outra complicação da dengue. Saiba quais são as principais complicações da dengue.

É importante ressaltar que o uso de remédios para dengue deve ser orientado pelo médico, devendo-se sempre evitar a automedicação, porque pode causar efeitos colaterais ou piorar a doença.

Remédios indicados para dengue

​Os remédios que podem ser indicados pelo médio para a dengue são:

1. Paracetamol

O paracetamol é um analgésico e antitérmico que pode ser indicado pelo médico para ajudar a baixar a febre e aliviar a dor de cabeça ou muscular. Saiba identificar todos os sintomas da dengue.

Esse remédio pode ser encontrado na forma de comprimidos, xarope ou solução em gotas, e deve ser usado com orientação médica. Veja como tomar o paracetamol.

O paracetamol não deve ser usado por pessoas que têm problemas no fígado, como a insuficiência hepática, ou que fazem uso abusivo ou constante de bebidas alcoólicas.

2. Dipirona

A dipirona é outro analgésico e antitérmico que pode ser indicado pelo médico para aliviar os sintomas da dengue, como febre, dor no corpo, dor de cabeça ou mal estar geral.

Esse remédio pode ser encontrado na forma de gotas, comprimidos, xarope ou supositórios, e deve ser usado apenas com indicação médica. Veja como tomar a dipirona.

A dipirona não deve ser usada por pessoas que tenham a função da medula óssea prejudicada, doenças relacionadas com a produção das células sanguínea ou que sejam alérgicas à dipirona ou outros remédios para febre ou dor, como ácido acetilsalicílico, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina ou naproxeno, por exemplo.

Veja Mais:  Maior parte de casos de desvio da coluna tem origem na boca

Leia também: Como aliviar os sintomas da dengue em casatuasaude.com/como-aliviar-o-desconforto-da-dengue

3. Metoclopramida

A metoclopramida é um antiemético que pode ser indicado pelo médico para aliviar as náuseas e vômitos causados pela dengue.

Esse remédio pode ser encontrado na forma de comprimidos, gotas ou solução oral, e deve ser usado somente com indicação médica. Saiba como tomar a metoclopramida.

A metoclopramida não deve ser usada por crianças com menos de 1 ano de idade, por pessoas que tenham hemorragia, obstrução mecânica ou perfuração gastrointestinal, epilepsia, feocromocitoma, doença de Parkinson ou distúrbio do movimento.

Durante a gravidez ou amamentação, a metoclopramida só deve ser usada se indicado pelo médico.

4. Bromoprida

A bromoprida é outro antiemético que pode ser indicado para dengue, pois ajuda a aliviar as náuseas e vômitos.

Esse remédio pode ser encontrado em farmácias ou drogarias na forma de cápsulas, comprimidos ou gotas, e deve ser usado com indicação do médico. Veja como tomar a bromoprida corretamente.

4. Bromoprida

A bromoprida é outro antiemético que pode ser indicado para dengue, pois ajuda a aliviar as náuseas e vômitos.

Esse remédio pode ser encontrado em farmácias ou drogarias na forma de cápsulas, comprimidos ou gotas, e deve ser usado com indicação do médico. Veja como tomar a bromoprida corretamente.

A bromoprida é contraindicada para crianças com menos de 1 ano de idade, por mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham sangramento, obstrução ou perfuração gastrointestinal, epilepsia ou feocromocitoma.

5. Loratadina

A loratadina é um antialérgico indicado para aliviar a coceira intensa na pele causada pela dengue.

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Esse remédio deve ser usado somente com indicação médica e pode ser encontrado na forma de xarope ou comprimidos. Saiba como usar a loratadina.

A loratadina não deve ser usada por crianças menores de 2 anos, mulheres grávidas ou em amamentação e por pessoas que têm asma, insuficiência renal ou hepática.

Outros antialérgicos que podem ser indicados pelo médico são desloratadina ou hidroxizina, por exemplo.

6. Sais de reidratação oral

As soluções de reidratação oral ajudam a repor líquidos e sais minerais que são perdidos devido aos vômitos, evitando a desidratação. Confira todos os sintomas de desidratação.

Alguns exemplos de soluções que podem ser indicadas para reidratação oral são o Floralyte, Hidrafix, Rehidrat ou Pedialyte, por exemplo.

Além disso, o soro caseiro também é uma ótima opção para reidratação oral. Veja como preparar o soro caseiro.

Nos casos de desidratação grave, pode ser indicado pelo médico internamento hospitalar para receber soro na veia.

Além dos remédios indicados para a dengue, existe também as vacinas que protegem o organismo contra esta doença, sendo indicada para pessoas que nunca tenham tido dengue ou que já tiveram dengue anteriormente. Saiba quando tomar a vacina contra a dengue.

Remédios que não devem ser usados contra dengue

Alguns exemplos de remédios que são contraindicados em caso de dengue, pelo risco de agravamento da doença, são:

Princípio ativo Nomes comerciais
Ácido acetilsalicílico Analgesin, AAS, Aspirina, Doril, Coristina, Aceticil, Acetildor, Melhoral, Acidalic, Cafiaspirina, Sonrisal, Somalgin, Assedatil, Bayaspirina, Bufferin, Ecasil-81, Antitermin, Asetisin, AS-Med, Salicetil, Vasclin, Calmador, Cibalena A, Salipirin, Resprax, Salitil, Migrainex, Engov
Ibuprofeno Buscofem, Motrin, Advil, Alivium, Spidufen, Atrofem, Buprovil
Cetoprofeno Profenid, Bicerto, Artrosil, Algie, TriploA
Diclofenaco Voltaren, Biofenac, Flotac, Cataflam, Flodin, Fenaren, Tandrilax
Naproxeno Flanax, Vimovo, Naxotec, Sumaxpro, Naprosyn, Naprox
Indometacina Indocid
Varfarina Marevan
Dexametasona Decadron, Dexador
Prednisolona ou prednisona Prelone, Predsim, Meticorten, Corticorten
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Estes remédios são contraindicados em caso de dengue ou suspeita de dengue, porque podem agravar o surgimento de sangramentos e hemorragias.

Ivermectina serve para dengue?

A ivermectina não serve para a dengue, pois é um antiparasitário que não tem efeito comprovado e nem estudos que mostrem que pode combater o vírus da dengue e/ou diminuindo a carga viral.

Desta forma, o uso da ivermectina é não é indicado para o tratamento ou prevenção da dengue.

Remédio homeopático para dengue

O remédio homeopático contra dengue é o Proden, que é fabricado a partir do veneno da cobra de cascavel e é aprovado pela Anvisa.

Este medicamento é indicado para auxiliar no tratamento dos sintomas da dengue, como dor no corpo, mal estar, dor de cabeça, náuseas ou dor nos olhos, por exemplo.

O remédio homeopático para dengue só deve ser usado se indicado pelo médico, sendo contraindicado para crianças com menos de 2 anos, mulheres grávidas ou em amamentação, ou pessoas com alergia aos componentes da fórmula ou intolerância à lactose.

Remédio caseiro para dengue

Além dos medicamentos de farmácia, também podem ser utilizados chás que aliviam os sintomas da dengue, como:

  • Dor de cabeça: hortelã-pimenta, petasite;
  • Náuseas e enjoos: camomila e hortelã-pimenta;
  • Dor muscular: erva-de-são-joão.

No entanto, deve-se evitar os chás de gengibre, alho, salgueiro, chorão, sinceiro, vime, vimeiro, salsa, boldo-do-chile, alecrim, orégano, tomilho e mostarda, pois essas plantas pioram os sintomas da dengue e aumentam as chances de sangramentos e hemorragias.

Além dos chás que podem ser usados para a aliviar os sintomas da dengue, é ainda recomendado manter a hidratação através da ingestão de líquidos, como água, sucos naturais de frutas e soro caseiro. Saiba como preparar os chás para dengue.

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Saúde

Meningite pode matar em 24h: especialista de Mato Grosso alerta sobre sinais da doença

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Segundo pediatra, automedicação em casa mascara sintomas e dificulta diagnóstico precoce em meio ao aumento de óbitos no estado.

Mato Grosso registra aumento nas notificações de meningite, com casos confirmados e óbitos recentes em cidades como Cuiabá, Sinop e Sorriso. Além da baixa adesão à vacinação, um fator silencioso tem contribuído para a gravidade da doença: o hábito de medicar crianças logo nos primeiros sinais de febre. Segundo a Dra. Lanna Maluf, médica e docente do curso de pós-graduação em pediatria da Afya Educação Médica Cuiabá, a automedicação pode mascarar sintomas importantes para a identificação precoce da meningite.

“Ao perceber a febre, muitas famílias administram medicamentos por conta própria. Isso é perigoso, porque esconde sinais que o médico precisa avaliar para diferenciar uma virose comum de uma infecção grave”, explica a médica. Como a meningite pode evoluir para quadros fatais em menos de 24 horas, é fundamental observar sintomas que vão além da febre. “Os pais devem ficar atentos à rigidez na nuca, quando a criança não consegue encostar o queixo no peito. Em bebês, outros sinais de alerta são a recusa para mamar e a moleira alta ou estufada”, acrescenta.

Além da automedicação em casa, outro fator que pode atrasar o diagnóstico ocorre no pronto atendimento. De acordo com a pediatra, a triagem não deve subestimar os sintomas iniciais e precisa estar atenta a sinais como irritabilidade intensa, sensibilidade à luz e apatia. “O tratamento, seja com antibióticos nos casos bacterianos ou com suporte clínico nos casos virais, deve começar antes mesmo da confirmação laboratorial”, afirma. Para ela, a rapidez no atendimento é decisiva para evitar sequelas graves ou óbitos, especialmente em regiões onde o acesso a exames mais complexos pode demorar.

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Apesar da urgência no atendimento, o controle da doença depende principalmente da vacinação. A Dra. Lanna Maluf destaca que, na prática clínica, a ausência do cartão de vacinação físico durante a consulta faz com que a imunização seja considerada inadequada. “Não importa se o prazo foi perdido: todas as doses atrasadas precisam ser atualizadas. Um esquema vacinal incompleto deixa a criança vulnerável e pode transformá-la em transmissora silenciosa da doença em creches e escolas”, alerta.

Serviço

Em Mato Grosso, a Afya Educação Médica Cuiabá oferece atendimentos gratuitos em diversas especialidades como Pediatria, Clínica da Dor, Ultrassonografia, Nutrologia e Psiquiatria. As consultas são realizadas mediante agendamento, conforme disponibilidade. Os interessados podem enviar mensagens para o número: (65) 99689-7280.

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

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Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.

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Artigos

O infarto pode começar no intestino?

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A descoberta científica que pode mudar a forma como entendemos o coração:

Durante muitos anos, acreditamos que o infarto começava apenas nas artérias do coração.Mas a ciência acaba de mostrar algo muito mais profundo:O intestino pode influenciar diretamente a gravidade de um infarto. E isso muda completamente a forma como enxergamos prevenção cardiovascular.

O QUE A CIÊNCIA DESCOBRIU?

Um estudo publicado na revista científica Cardiovascular Research mostrou que, após um infarto, ocorre uma comunicação intensa entre coração, intestino, microbiota e sistema imunológico.
Os pesquisadores observaram que:
o infarto altera a microbiota intestinal;
aumenta a permeabilidade do intestino;
bactérias e toxinas intestinais conseguem “vazar” para a circulação;
isso amplifica a inflamação do organismo;
e piora a lesão cardíaca.
Em outras palavras:O coração sofre e o intestino responde. Mas essa resposta pode aumentar ainda mais o dano cardíaco.

O “VAZAMENTO INTESTINAL” PODE AGRAVAR O INFARTO

Os pesquisadores identificaram aumento de uma substância chamada LPS (lipopolissacarídeo),
derivada de bactérias intestinais, no sangue de pacientes que tiveram infarto.
E o mais impressionante quanto maior o nível dessas toxinas:
maior o tamanho do infarto;
maior a inflamação;
pior a função do coração.
Isso reforça algo que a medicina cardiometabólica moderna já suspeitava:
O coração não funciona isolado ele conversa o tempo inteiro com o intestino, metabolismo, cérebro e sistema imunológico.

O QUE ISSO MUDA NA PRÁTICA?
Muda tudo. Porque prevenção cardiovascular não pode mais ser baseada apenas em:
colesterol;
pressão arterial;
remédios.
Hoje sabemos que:
inflamação intestinal,
microbiota desequilibrada,
resistência insulínica,
obesidade visceral,
alimentação ultraprocessada,
privação de sono,
estresse crônico
Também participam do risco cardiovascular. O cardiometabolismo moderno deixou de olhar apenas para “a doença”. Agora olhamos para o terreno biológico que constrói a doença.

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O INTESTINO É UM DOS CENTROS DA INFLAMAÇÃO
O estudo mostrou que, após o infarto, ocorre aumento de bactérias inflamatórias no intestino e piora da barreira intestinal. Isso favorece:
inflamação sistêmica;
ativação exagerada do sistema imunológico;
maior dano ao músculo cardíaco.
É exatamente por isso que:
obesidade,
diabetes,
má alimentação,
sedentarismo,
sono ruim
Estão tão conectados ao risco cardiovascular.

A NOVA ERA DA PREVENÇÃO
A grande mensagem deste estudo é clara: O futuro da cardiologia será cada vez mais
cardiometabólico. Não basta apenas “desentupir artérias”.
Precisamos:
modular inflamação;
melhorar microbiota;
preservar massa muscular;
controlar glicose;
reduzir gordura visceral;
melhorar sono;
aumentar capacidade física;
restaurar metabolismo.
Porque o verdadeiro tratamento começa antes do infarto acontecer.

CONCLUSÃO

Seu intestino pode estar influenciando silenciosamente a saúde do seu coração todos os dias.
E talvez uma das maiores revoluções da prevenção cardiovascular moderna seja entender que:
saúde intestinal e saúde cardíaca estão profundamente conectadas.
Na medicina do futuro, prevenção não será apenas sobre remédios.
Será sobre Estratégia Metabólica.

Dr. Max Wagner de Lima
Cardiologista — CRM 6194 | RQE 2308

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Saúde

Gordura no fígado não é “só do fígado”

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Dr. Max Wagner de Lima
Cardiologista

E o problema pode estar muito mais ligado ao seu coração do que você imagina. Você provavelmente já ouviu falar em “fígado gorduroso”.  E talvez tenha pensado: “Isso é coisa de quem bebe”. ou  “Não deve ser algo tão importante assim”

Mas a medicina moderna mudou completamente essa visão. Hoje sabemos que o chamado fígado gorduroso — tecnicamente conhecido como
MASLD (doença hepática associada à disfunção metabólica) não é apenas uma condição do fígado. É um dos sinais mais importantes de que o organismo inteiro está em desequilíbrio.

O QUE É, NA PRÁTICA?

Essa condição acontece quando o fígado começa a acumular gordura em excesso.Mas isso não ocorre por acaso.
Ela está diretamente ligada a fatores como:
* ganho de peso (principalmente abdominal)
* resistência à insulina
* alterações no colesterol
* pressão elevada

Ou seja:
Não é uma doença isolada
É uma manifestação de um problema metabólico mais amplo.

POR QUE ISSO IMPORTA (E MUITO):

Hoje, essa condição já atinge cerca de 1 em cada 3 adultos no mundo
E na maioria dos casos, ela:

não causa sintomas no início
não dá sinais claros
passa completamente despercebida

Esse é o ponto mais perigoso.  O Grande Erro : PENSAR QUE É “SÓ NO FÍGADO”

Aqui está o que poucos pacientes sabem e que muda tudo:A principal causa de morte em pessoas com essa condição não é problema no fígado . E doença cardiovascular.

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O que os estudos mostram

* maior risco de infarto
* maior risco de AVC
* maior risco de insuficiência cardíaca
* aumento global de mortalidade

Em outras palavras:  O fígado é apenas o “sinal visível”. O problema real está acontecendo no corpo inteiro.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO DENTRO DO SEU CORPO

O processo geralmente começa assim:
1. O organismo passa a ter dificuldade em lidar com açúcar (resistência à insulina)
2. A gordura começa a se acumular no abdômen
3. Parte dessa gordura vai para o fígado
4. O fígado começa a funcionar de forma inadequada
5. O corpo entra em um estado inflamatório silencioso

E isso gera:

* piora do colesterol
* inflamação dos vasos
* aumento do risco de entupimento das artérias

Ou seja: Impacto direto no Coração

Como a doença evolui :Ela não acontece de uma vez. Existe uma progressão:

* gordura no fígado (fase inicial)
* inflamação
* cicatrização (fibrose)
* cirrose
* câncer de fígado

Mas atenção: antes de chegar nesses estágios, o paciente pode já ter tido um infarto

COMO DESCOBRIR   ?
Na prática, muitos casos são descobertos em exames simples, como:  ultrassom abdominal e exames de sangue
Mas hoje sabemos que isso não é suficiente. Uma avaliação moderna precisa entender:
* o metabolismo como um todo
* o nível de inflamação
* o risco cardiovascular associado

Porque? Não basta saber se tem gordura é preciso entender o impacto disso no organismo

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ONDE ENTRA O CARDIOLOGISTA?

Esse é um ponto central e estratégico.Tradicionalmente, o fígado era visto como território de outra especialidade.
Mas hoje sabemos: essa é uma doença cardiometabólica. E isso muda completamente o cuidado.

Por quê?Porque o cardiologista é o especialista em:
* avaliar risco cardiovascular
* prevenir eventos graves
* integrar múltiplos fatores (pressão, colesterol, glicose, estilo de vida)
E é exatamente isso que essa condição exige.

Um fato importante . Pacientes com essa condição têm: até 30% mais risco de doença cardiovascular.

O TRATAMENTO NÃO É SOBRE O FÍGADO
Esse é outro erro comum. Não existe um tratamento isolado para o fígado.O tratamento real envolve:
* redução de gordura corporal
* melhora do metabolismo
* ajuste alimentar
* exercício físico estruturado
* controle de glicose, colesterol e pressão

ou seja: abordagem completa

A VERDADE QUE MUDA TUDO

Você não desenvolve essa condição de repente. Ela é o resultado de:

* anos de hábitos
* desorganização metabólica
* rotina desestruturada

E o mais importante:  ela pode ser revertida principalmente nas fases iniciais

CONCLUSÃO:

Fígado gorduroso não é um detalhe. É um alerta. Um dos mais importantes que o seu corpo pode dar.

REFLEXÃO FINAL:

Se o seu corpo já está mostrando sinais de desequilíbrio. Você vai esperar aparecer um sintoma?
Ou vai agir antes?

Na medicina moderna, não tratamos órgãos isolados. Tratamos o organismo como um sistema integrado.

E isso significa:
entender o fígado
entender o metabolismo
e, principalmente, proteger o coração

Veja Mais:  Maior parte de casos de desvio da coluna tem origem na boca

Porque, no fim, é isso que define sua longevidade.

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