Mato Grosso
MT Hemocentro completa 31 anos de serviços com programação especial para servidores e voluntários

O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, reuniu doadores de sangue, servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e entidades parceiras em sua sede, na região central de Cuiabá, nesta sexta-feira (14.3), em uma comemoração especial pelos 31 anos da unidade, celebrados neste sábado (15.03). O grupo de siriri “Coração Atalaiense” e a banda da Polícia Militar abrilhantaram a festa com muita música e cultura.
A unidade sede do MT Hemocentro, localizada em Cuiabá, também realizou coleta de sangue neste sábado (15.3), das 7h30 às 12h. O intuito foi atender doadores que, por algum motivo, não podem comparecer nos dias úteis.
As doações feitas no MT Hemocentro beneficiam diversos hospitais e prontos-socorros públicos do Estado e ajudam a salvar vidas. O banco de sangue é responsável por realizar transfusões de sangue e cadastramento de doadores de medula óssea.
A secretária adjunta de Unidades Especializadas da SES, Patrícia Neves, destacou que o MT Hemocentro não só cuida do sangue, mas cuida do amor à vida e da manutenção da vida. “Eu quero agradecer a todos vocês, aos doadores, aos servidores dessa casa pelo desempenho e pela dedicação. O amor ao próximo acima de tudo”, declarou.
Já para a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, esse é o momento de enaltecer um trabalho executado durante 31 anos por uma equipe de profissionais extremamente qualificada.
De acordo com Gian Carla, a instituição também dispõe de 14 Unidades de Coleta e Transfusão (UCTs) em cidades polo do interior do Estado, que são fundamentais para que os doadores compareçam e salvem vidas, além de contar com unidades móveis que vão até municípios ou entidades parceiras. “É através dessas parcerias e doações que a gente consegue produzir componentes importantes e vitais para que se mantenha a saúde e a vida das pessoas que necessitam de transfusões sanguíneas”, acrescentou.
Para ser um doador de sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias, pesar mais de 50 quilos, estar em bom estado de saúde e bem alimentado. Quem quiser doar sangue deve comparecer à unidade portando um documento oficial com foto. Para quem tem entre 16 e 18 anos, é obrigatório apresentar uma autorização assinada pelo pai, mãe ou responsável legal.
O administrador Rafael Mendes, doador do MT Hemocentro há mais de quatro anos, compareceu à unidade nesta sexta-feira e contribuiu com a sua doação. Ele contou que sempre foi muito bem atendido e enfatizou que é muito bom doar sangue no local. “Quando você doa você está ajudando o próximo, então eu acho que essa é a importância maior”, declarou.
Crédito: Luiza Goulart | SES-MT
Representantes dos parceiros Motoclube Insanos, Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Colégio Master, Casa da Amizade da UFMT, Pintor Sangue Bom, Família Borralho, Frigorífico Pantanal, Uniaselva, BPW, Os últimos, Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Sefaz) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e MD Mais Vida estiveram presentes na celebração.
As 14 Unidades de Coleta e Transfusão (UCTs) distribuídas pelo interior do Estado também tiveram programações especiais para comemorar o aniversário da instituição.
Serviço
A sede do MT Hemocentro está localizada na rua 13 de Junho, nº 1.055, em Cuiabá. Caso prefira realizar o agendamento da doação de sangue, basta acessar este link. O voluntário também pode agendar a doação pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, somente mensagem) ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026.
O banco de sangue funciona regularmente de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e fornece o atestado de doação. Para quem compareceu e, por algum motivo, não pôde doar, a unidade fornece um comprovante de comparecimento para justificar a falta no trabalho.
Crédito: Luiza Goulart | SES-MT
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
Mato Grosso
Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:56Prefeitura de Rondonópolis prorroga investigação sobre contrato da Construtora Amil para obra da Avenida Bandeirantes
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:14Reunião entre organização da Cavalgada da Exposul e Juvam renova ações de conduta para a 38ª edição
-
Rondonópolis20/07/2026 - 12:20TJMT declara inconstitucional lei das emendas impositivas de Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:40CONSEMMA aprova até R$ 60 mil por mês para custear horas delegadas dos Bombeiros no combate às queimadas em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:10Inscrições de animais para o 32º Torneio Leiteiro da Exposul se encerram hoje
-
Mato Grosso21/07/2026 - 19:29Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:46Sistema Fiemt realiza nos próximos dias várias ações em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 17:50Associados da CDL terão capacitações exclusivas antes do Liquidaqui








