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Os desafios do Home Office face à pandemia

Ronny Wdson
Aquilo que em outras épocas era privilégio de poucos, tornou-se essencial para a manutenção do distanciamento social, redução do número de infectados pelo novo CORONAVÍRUS e por manter a economia funcionando, mesmo que em condições precárias.
É imperativo salientar que o Home Office, em alguns casos, possibilita a redução de custos para as empresas que aplicam essa modalidade de trabalho em sua estrutura organizacional, proporcionando uma “sensação de liberdade” para o colaborador que, no conforto de seu lar, executa todas as suas atividades laborais.
No entanto, nota-se que na prática isso não acontece!
É certo que, tanto as empresas privadas, com seus empregados, e os órgãos públicos, acompanhados de seus servidores, não estão em um nível de maturidade operacional e tecnológica necessária para trabalhar remotamente e obter os mesmos resultados que seriam alcançados trabalhando de forma presencial.
Para o empregador, o grande desafio da virtualização é conseguir utilizar a tecnologia adequada, unida a uma metodologia laboral adaptada e, uma sistemática apropriada para mensurar as atividades realizadas e compará-las com as que deveriam ter sido executadas, de forma a estabelecer metas e registrar eletronicamente tudo aquilo que está sendo produzido.
Por outro lado, um dos grandes desafios do empregado é conseguir “dividir e distinguir” o horário destinado à execução do trabalho daqueles momentos que deveriam ser reservados ao seu descansando e/ou para a realização de suas atividades de lazer.
Sendo assim, “trabalhador virtual” deverá estabelecer uma rotina rígida de horários e afazeres, se esforçando sempre para “apartar sua atividade laboral do pessoal, evitando stress e o desconforto causados pela desorganização”.
Isto posto, conforme já observado em outros momentos na história da humanidade, a sociedade conseguirá se adaptar moldando comportamentos, quebrando paradigmas, mudando culturas e evoluindo tecnologicamente.
O mundo não para, o ser humano é resiliente, a terra sempre permanecerá girando e novos desafios estão sempre por vir.
Ronny Wdson possui formação jurídica e contábil, sendo especialista em Tecnologia, Segurança da Informação, Direito Previdenciário e Compliance. Atualmente é membro integrante da empresa MAISPREVI Assessoria e Consultoria, atuando na área de desenvolvimento de sistemas sob medida para órgãos públicos e na implantação dos princípios da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais-LGPD. E-mail: [email protected]
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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?
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O agro no centro do mundo
Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário
Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.
Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.
Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.
Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.
Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.
Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.
A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.
O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.
Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.
O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.
Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

O que a ciência mostra :
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
Envelhecer bem ,exige preservar força
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