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Pai e filho mantinham desmanche de veículos em Várzea Grande

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Pai e filho foram presos na cidade de Várzea Grande em uma ação integrada da Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva) com a Polícia Militar, via o 2ª Comando Regional, na noite de quinta-feira (19), que desarticulou um desmanche de veículos.

Os suspeitos: Claudemir Alves Teixeira, 61 anos, e seu filho Rafael Felipe Pimentel Teixeira, 20 anos, foram presos no bairro Costa Verde, em Várzea Grande, por crimes de furto qualificado concurso de pessoa, receptação, adulteração de veículos e associação criminosa.

 

No local foram apreendidos um veículo Dodge Dakota branco, uma S10 preta adulterada, 3 motocicletas, mais de 50 documentos de carros, alguns com queixa de roubo, 4 motores de caminhonetes, ferramentas de desmanches e pinagem de veículos, peças e partes de veículos, chaves michas, mostruário de joias e semijoias, rádios comunicadores e outros.

 

O trabalho iniciou na tarde de quinta-feira, após a comunicação do furto de uma caminhonete F 1000, em Várzea Grande. No levantamento, os policiais identificaram que uma caminhonete Dodge Dakota branca dava apoio, que foi identificada por imagens recolhidas na redondeza.

 

Os policiais também verificaram que o proprietário do veículo era Claudemir Alves Teixeira e solicitou apoio operacional de outras unidades para localizar o veículo do apoio assim como a caminhonete furtada.

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A Polícia Militar avistou a caminhonete de apoio, que já estava cadastrada no sistema de segurança, e iniciou perseguição, conseguindo abordar o veículo Dodge Dakota, próximo ao Batalhão Militar. Na direção do veículo estava Claudemir, que faz uso de tornozeleira, e é também conhecido da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos, por ter sido preso em 2017, em situação semelhante.

 

No local,  questionado, o suspeito acabou admitindo que teria dado apoio ao furto, mas se recusou a informar o autor. “Nossa equipe já vinha procurando essa Dakota e  emparelhou junto com a Polícia Militar, dando continuidade às diligências, seguindo até a casa de Claudemir no bairro Costa Verde”, disse o delegado, Marcelo Martins Torhacs.

 

Os policiais chegaram até o imóvel de muros altos e terreno amplo, onde  encontraram Rafael Felipe Pimentel (filho de Claudemir), que em tentativa de escapar se escondeu dentro de uma caixa d’água, demonstrando saber que a ali havia produtos ilícitos.

“Ao ingressar no imóvel, os policiais se surpreenderam com vasta quantidade de materiais objetos de crimes”, contou o delegado.

 

Rafael também foi autuado em flagrante e revelou que o pai está associado uma pessoa de nome, Josemar Macedo. Ele indicou a equipe o local de residência do suspeito, no bairro Três Barras, local onde foi apreendidos outros materiais, como placas de uma caminhonete F1000, documentos de veículos, chaves de veículos, um pedaço de chapa de chassi, mais ferramentas de adulteração. Na garagem da casa havia uma S10, que foi checada e descoberta adulteração nos vidros, motor e chassi.

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A caminhonete F1000, cujas placas estavam na casa no bairro Três Barras foi localizada em Várzea Grande.

 

Os dois foram encaminhados a audiência de custódia em Cuiabá. Claudemir Alves tem condenações por receptação e adulteração de sinal identificador. O filho, Rafael Felipe Pimentel Teixeira¸ já foi preso anteriormente junto com o pai e responde por delitos da mesma natureza.

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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