Policial
Polícia Civil identifica autores de roubo de posto de combustível executado com ajuda por presidiário do RJ
A Polícia Judiciária Civil, em trabalhos de investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf), dentificou e indiciou cinco dos autores (intelectual e executores) de um roubo praticado mediante violência em um posto de combustível, na Capital, em agosto deste ano. Com base nas investigações, foi deflagrada nesta sexta-feira (21.09) a operação denominada “Cavalo de Troia”.
O crime foi planejado pelo gerente do estabelecimento e executado com ordens de um presidiário do Rio de Janeiro, que contratou criminosos em Cuiabá para o assalto com apoio da namorada, que foi presa ao embarcar no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, com destino ao Rio de Janeiro.
O crime foi planejado pelo gerente do posto, Eugênio Roberto Lima Amorim, que foi preso em flagrante na ocasião do assalto. Ele foi identificado como o autor intelectual do crime, apurado em inquérito policial pela Derf Cuiabá. Sua prisão foi convertida em preventiva durante audiência de custódia e o processo está na 3ª Vara Criminal de Cuiabá. O suspeito segue preso.
O gerente contou com apoio do presidiário do Rio de Janeiro, Jefferson da Silva Gonzaga, que teve a prisão preventiva representada pela Polícia Civil de Mato Grosso. O crime foi executado por Henrique Taylo Oliveira da Luz Santos, Victor Hugo Oliveira Alves e Rudeson Felipe Castro dos Santos, com apoio de Monike Silvia Cintra Moura.
Os três executores (Henrique, Victor e Rudeson) estão foragidos com mandados de prisão decretados pela Justiça.
Após a prisão em flagrante do gerente (Eugênio), um inquérito complementar foi instaurado pela Derf Cuiabá, sob a presidência do delegado, Diego Alex Martimiano da Silva, para apurar a participação dos demais autores do roubo praticado pelo suspeito Eugênio Roberto Lima Júnior em coautoria.
Durante a investigação, a Polícia Civil chegou a identificação de três homens apontados como executores do roubo e uma mulher que possui relacionamento amoroso com um dos suspeitos.
Investigação
A identificação dos executores foi obtida após os policiais localizarem um aparelho celular abandonado pelos criminosos logo após o roubo. O celular foi jogado pelos assaltantes em uma região de mata, provavelmente, com medo de estarem sendo monitorados pela Polícia. “Fato este que foi visualizado por um transeunte, que informou à polícia e em buscas no matagal conseguimos êxito em achar o aparelho dispensado pelos criminosos”, contou o delegado.
O conteúdo do celular foi analisado pormenorizadamente (não vislumbra a autoridade qualquer violação de intimidade, pois o bem foi abandonado) e dele extraído conversas, via o aplicativo whatsapp, entre os criminosos. Quando do crime, o celular estava na posse de Henrique Taylo Oliveira da Luz Santos, apontado como um dos autores do roubo violento.
Nas conversas, os policiais verificaram que o gerente de um dos postos de combustíveis da vítima foi quem planejou toda a ação criminosa, Eugênio Roberto Lima Junior, mentor intelectual, que revelou aos criminosos toda a rotina da vítima e planejou o crime para o dia de maior movimentação financeira do posto.
Conforme a investigação, as informações foram repassadas ao preso do Rio de Janeiro, que planejou a melhor maneira de realizar o assalto, recrutando criminosos em Cuiabá para a execução do delito, evidenciando integrarem uma facção criminosa, cujas lideranças estão em presídios.
O criminoso preso no Rio de Janeiro criou um grupo no aplicativo Whatsapp, adicionando mais cinco números. O grupo foi criado especificamente para o planejamento do roubo e foi nomeado “Pegador de $$”.
Dos seis membros do grupo, duas pessoas foram inicialmente identificadas, sendo elas: Henrique Taylo Oliveira Luz dos Santos e Victor Hugo Oliveira Alves. Os demais apareciam apenas com os pré-nomes de Jefferson e Hugo Henrique e o sexto membro apenas o numeral telefônico com código 65, alem de uma mulher com o nome de Monike Moura, que foi identificada pela Polícia Civil, por meio dos investigadores da Derf como sendo Monike Silvia Cintra Moura, que possui relacionamento amoroso com o preso do Rio de Janeiro (Jefferson).
Ao verificar as conversas, os policiais constataram que após o planejamento inicial o suspeito Henrique fez contato, também via aplicativo Whatsapp, com o suspeito Rudeson Felipe Castro Dos Santos, proprietário do veículo Toyota Etios, onde ele passa detalhes do planejamento do roubo e solicita apoio deste para a prática do crime. Rudeson foi recrutado porque possuía veículo, que foi um dos automóveis utilizados no crime. O veículo estava no nome da avó de Rudeson e encontra-se apreendido na Derf de Cuiabá
Um quarta pessoa que deu apoio em um segundo veículo ainda não foi identificada.
A mulher, Monike Silvia Cintra Moura, teve a função de vigiar o momento de saída da vítima de sua residência e comunicar os demais integrantes para que efetuassem o roubo. Ela responde por crime de roubo majorado e estava com passagem marcada para o Rio de Janeiro.
A suspeita foi presa na operação realizada na madrugada de sexta-feira (21), no momento que ia embarcar para o Rio de Janeiro, no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.
Com sua prisão, os policiais conseguiram qualificar o presidiário do Rio de Janeiro: Jefferson da Silva Gonzaga, que teve a prisão preventiva representada pela Polícia Civil de Mato Grosso.
Ao ser presa, Monike estava na posse de R$ 1.700,00, proveniente do crime. Ela
também comprou um carro com parte do dinheiro roubado do posto. O veículo um Chevrolet Onix foi apreendido.
Em buscas em sua residência foram encontradas também diversas notas fiscais de lojas de materiais de construção de equipamentos utilizados para arrombamento de caixa eletrônico (marreta, disco de serra, oxigênio para maçarico, arco de pua, luvas, etc). Existe a suspeita que o grupo planejava furto a agências bancárias.
Foram cumpridas buscas nas casas de Henrique Taylo Oliveira da Luz Santos, Victor Hugo Oliveira Alves e Rudeson Felipe Castro Dos Santos. Os três estão foragidos com mandados de prisão decretados pela Justiça.
O roubo
No dia 27 de agosto de 2018 ocorreu violento assalto em posto, localizado na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá. Três homens, um deles portando arma de fogo, abordaram um dos proprietários do estabelecimento comercial e levaram aproximadamente R$ 70 mil em dinheiro.
Os criminosos utilizaram um veículo Toyota Etios para a prática criminosa (taparam a placa com fita adesiva no momento do roubo). Após o roubo eles fugiram, sendo perseguido pela vítima com seu automóvel (blindado) que conseguiu chocar-se com o veículo dos criminosos algumas vezes.
Ato contínuo, os criminosos trocaram de veículo (um segundo automóvel foi utilizado para dar apoio aos suspeitos) e Toyota Etios abandonado Avenida Antártica, com alguns amassados e com pouco mais de R$ 4 mil no interior, que foram esquecidos no automóvel pelos bandidos.
Diante dos fatos, a Delegacia iniciou trabalhos de campo e nas proximidades foram comunicados por transeuntes que os bandidos dispensarem um objeto em meio a um matagal no momento da fuga.
Foi realizada minuciosa busca no local, sendo encontrado em meio a mata um aparelho de telefonia celular pertencente a um dos criminosos, que passou a ser analisado levando a identificado dos criminosos.
Policial
Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS
Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.
A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.
Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.
Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.
No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.
Policial
Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas
A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.
Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.
As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.
As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.
As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.
Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.
Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.
As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.
Valquíria
O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Policial
Força Tática apreende 66 quilos de maconha e causa prejuízo de R$ 300 mil ao crime em Rondonópolis

Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam 66 quilos de substância análoga a maconha, na noite desta segunda-feira (8.6), em Rondonópolis. Na ação, um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de entorpecentes.
Durante execução da Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática recebeu informações, do setor de inteligência, sobre um possível local de armazenamento e tráfico de drogas em uma quitinete, no bairro Vila Operária.
Os policiais foram ao endereço informado e, ao se aproximarem, sentiram forte odor característico de droga vindo de uma das residências. A equipe fez abordagem e localizou o suspeito que foi detido. Questionado sobre a droga, o homem afirmou que o entorpecente estava escondido debaixo de uma cama.
Os militares fizeram busca no local indicado e encontraram 64 tabletes de drogas, que totalizaram 66 quilos. Ainda em depoimento, o homem afirmou que havia retirado o material na rodoviária do município de Poxoréu e que faria a distribuição na cidade de Rondonópolis.
Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
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