Mato Grosso
Polícia Civil prende foragido do Pará que estava vivendo em Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (17.12), em Água Boa, um fugitivo, de 29 anos, considerado de alta periculosidade, com dois mandados de prisão em aberto pela Justiça do Estado do Pará.
O fugitivo estava sendo procurado pela Polícia Civil do Pará, que identificou que ele, possivelmente, estaria trabalhando em fazendas da região de Cocalinho e entrou em contato com a Polícia Civil de Mato Grosso.
Diante disso, policiais da Delegacia de Cocalinho iniciaram investigações e identificaram que o foragido havia se mudado para alguma fazenda no município de Nova Nazaré, repassando a informação para as equipes da Delegacia de Água Boa.
Nesta terça-feira (16.12), as equipes da Delegacia de Água Boa começaram as buscas em fazendas da região informada e encontraram o local de trabalho do procurado. Porém, ele conseguiu fugir para uma área de vegetação densa.
A gerência da propriedade rural onde o fugitivo estava trabalhando foi informada de que havia mandados de prisão em seu desfavor e foi orientada a redobrar a atenção, tendo em vista a periculosidade que o referido indivíduo representava para a sociedade, visto que ele tinha dois mandados de prisão em aberto, um por homicídio qualificado e um por tráfico de drogas.
As buscas continuaram e, nesta quarta-feira (17.12), o foragido foi localizado e preso em uma pensão de Água Boa. Ele foi encaminhado para a delegacia e está à disposição da Justiça.
“A Polícia Civil destaca a importância da participação da sociedade de bem na solução de crimes e na prisão de criminosos, no sentido de prestar informações úteis ao trabalho policial, mantendo o sigilo necessário à total proteção dos colaboradores”, afirmou o delegado Regional de Água Boa, Valmon Pereira da Silva.
Fonte: Governo MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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