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Rondonópolis

Presidente da ACIR critica restrições aplicadas ao comércio

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Eernando Cabral- Presidente da Acir

Dois problemas se misturam

A verdade do universo

A prestação que vai vencer (…)

Pare o mundo que eu quero descer!

(Raul Seixas, Eu Também Vou Reclamar)

Diante da pandemia da COVID-19, todo o setor produtivo formalmente estabelecido vem cumprindo o seu papel social com exemplar dedicação, implementando as medidas protetivas, investindo – em tempo de recursos escassos – valioso capital para atenuar os riscos e manter em saudável movimento as engrenagens social e econômica. Uma atuação realmente digna de aplauso e reverência.

Doutro lado, a incompetência gerencial do executivo é constrangedora. As medidas, quase sempre atabalhoadas, são resultado impensado das pressões externas e da completa incapacidade de resposta, terminando por produzir efeito completamente oposto daquele (em tese) desejado. Não é exagero afirmar que os atos normativos são inconsequentes. E o Decreto Municipal nº 9.553, de 03/06/2020 (que acresceu seis artigos aos Decreto nº 9.480/2020), não é diferente.

Sem rodeios, direto ao ponto.

Quer o senhor prefeito que todas as empresas que tiverem funcionários positivos para COVID-19, acima de 10% (dez) por cento do total de seus funcionários, testem os demais colaborados no prazo imediato de 24 horas contados da ciência, apresentado os resultados à Vigilância Sanitária, sob pena de fechamento total da empresa, em caso de descumprimento (art. 14-A). Deveríamos imaginar, então, que o Município tem os kits de testes em número suficiente e à plena disposição de todas as empresas aqui instaladas para viabilizar o cumprimento da medida imposta, afinal, segundo dispõe o artigo 3º, §2º, da Lei Federal nº 13.979, de 06/02/2020, todo aquele que afetado por uma medida restritiva tem o direito ao tratamento gratuito. É, deveríamos imaginar. Mas, a realidade, a verdade nua e crua, indica que o município não tem sequer o número mínimo de testes para atender os profissionais de saúde que trabalham nas linhas de frente, e, o que é pior, mesmo com a liberdade de contratar sem o processo licitatório não tem conseguido adquirir novos testes. Não bastara, o decreto, embora com data de 03/04/2020, só foi publicado e oficialmente disponibilizado no final da tarde do dia 04/06/2020, e é humanamente impossível para qualquer empresa, de qualquer porte, em qualquer lugar do mundo, se preparar e adquirir testes para a COVID-19 em tão curto espaço de tempo, sobretudo porque há ordem de fechamento total no final de semana.

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Mas o senhor prefeito quer mais. Quer restringir por completo, nos finais de semana (art. 14-B), o funcionamento inclusive das atividades essenciais, expressamente definidas no Decreto Federal nº 10.282, de 20/03/2020 (entre outras igualmente essenciais, aquelas atividades de produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, limpeza, alimentos, bebidas e materiais de construção, art. 3º, §1º, XII), e sem cumprir as determinações da Lei Federal nº 13.979, de 06/02/2020. O resultado prático dessa medida precipitada e irrefletida se fez sentir antes da publicação do Decreto correu todos os grupos de mensagens possíveis, dentro e fora do município, com fotos das filas imensas e muita aglomeração nos supermercados, intensificando à enésima potencia os riscos. Perdão, mas uma imagem sintetiza.

Sempre há espaço para um pouco mais. O senhor prefeito implantou o toque de recolher a partir das 22h de segunda a sexta-feiras e all day long nos finais de semana, imaginando ser uma medida que minimizaria o risco de contágio, apenas porque leu em algum lugar ou ouviu dizer por aí. Em verdade, em verdade, a Secretaria Municipal de Saúde reconheceu ao Ministério Público Federal, no oficio nº 526/GAB/SMS/2020, um documento oficial assinado pela responsável da pasta, que não sabe calcular a repercussão de irradiação do vírus, que não sabe ao certo o nível de contágio, que não fez nenhum estudo epidemiológico para identificar os principais meios de contaminação ou para saber o número real de casos e a projeção de novos quadros infecciosos, e, principalmente, para aferir o impacto dos isolamento vertical e ou horizontal. Assim, no escuro, o Município esbanjou quase R$ 25 milhões de reais, mas não produziu nenhuma resposta eficaz e tampouco equipou adequadamente a área da saúde. Sintomático e constrangedor!

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Mas agora eu também resolvi

Dar uma queixadinha

Porque eu sou um rapaz latino-americano

Que também sabe se lamentar

Da redação com ACIR

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Rondonópolis

Susto; fogo destrói veículo em Rondonópolis

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Foto: Redes Sociais

Na manhã desta sexta-feira (3), o Corpo de Bombeiros de Rondonópolis foi acionado para apagar um incêndio em um veículo no bairro Colina Verde.

Segunda as informações o motorista de  conduzia de um automóvel Fiat Uno, quando percebeu as chamas.

O veículo foi totalmente consumido pelo fogo que foi extinto pelo Corpo de Bombeiros.

Não houve feridos no local, apenas danos materiais.

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Rondonópolis

Obras da sede da Cáritas Diocesana em Vila Operária estão bem adiantadas

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O resultado profícuo de uma parceria entre a prefeitura e a instituição religiosa beneficente Cáritas Diocesana de Rondonópolis está resultando na realização de um antigo projeto da instituição, que já beneficiou mais de 3,5 mil famílias na cidade, construindo casas para os mais necessitados, mas que, ironicamente, não possuía uma sede própria.

Mas, isso será por pouco tempo, já que o ritmo dos trabalhos nas obras de construção da sede da Cáritas no Distrito de Vila Operaria, seguem em ritmo acelerado, e devem ser concluídas e entregue em breve.

Todavia, para atender essa antiga demanda da instituição e da comunidade, a prefeitura disponibilizou um “termo de fomento” da ordem de R$ 845 mil, divididos em duas parcelas; sendo uma de R$ 513 mil e outra de R$ 332 mil, à Caritas Diocesana, a quem coube contratar os serviços de uma empresa construtora, e tocar a obra.

Na verdade, a sede da instituição, está sendo erguida no antigo espaço do Albergue João XXIII, na região central de Vila Operária. 

A comunidade acompanha ansiosa a conclusão das obras, para fazer uso das dependências da instituição, já que depois de pronto, o espaço de múltiplo uso, que vai dispor de salas diversas, para administração, realização de encontros, cursos de qualificação profissional, oficinas de formação etc., e ainda um auditório amplo para reuniões e eventos sociais entre outros. 

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Enfim depois de pronta, a nova sede propiciará melhores condições de acolhimento e realização ao assistencialismo social que a Cáritas promove há várias décadas na cidade.

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Rondonópolis

Residencial Marechal Rondon também terá a sua UBS em breve

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Iniciada e abandonada por gestões anteriores, a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) da região do Residencial Marechal Rondon foi retomada pela atual administração e, dentro em breve, deverá se constituir em mais um ponto de atendimento à saúde da população daquela região. 

 Com a sua atenção voltada praticamente para o segmento da saúde, nos últimos meses, a administração municipal vem dando sequência ao seu projeto de recuperação, reforma e construção de novas unidades de saúde nos quatro quadrantes da cidade, incluindo a zona rural. 

Por isso, percebendo a necessidade das comunidades do referido residencial, bem como as adjacentes que vão se referenciar na UBS para atendimento de saúde, a prefeitura municipal retomou no início do mês de maio a construção da unidade, utilizando recursos próprios do município na ordem de R$ 797,592,75. Conforme o departamento de engenharia da Secretaria de saúde, as obras que estão sendo edificadas na “Rua Airton A. de Santana, Quadra 36-S/N, no Conjunto Habitacional Marechal Rondon, tem um prazo de sete meses para a conclusão. 

DEPENDÊNCIAS

Conforme o departamento de engenharia, a UBS terá: 01 Consultório de odontologia, 01 Sala de inalação, 02 Consultórios / acolhimento, 02 Consultórios com W.C, 01 Sala de Vacinas, 01 Recepção, 02 W.C’s PCD para uso público, 01 W.C para uso de funcionários, 01 Depósito de material de limpeza, 01 Almoxarifado, 01 Esterilização;, 01 Expurgo, 01 Sala de administração e uma Copa. 

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Ainda conforme a secretaria de saúde, em cerca de 60 dias de obra, os trabalhos se encontram com aproximadamente 40% de execução, e vêm apresentando um ritmo acelerado referente ao cronograma primário da obra. 

No entanto, é preciso frisar que, como as demais unidades que estão sendo reformadas, ampliadas e, construídas, a UBS do Marechal Rondon também será dotada de todos os equipamentos necessários ao desenvolvimento da sua função, que é atender a saúde pública da região. Mas, para isso estará dotada de uma estrutura totalmente adequada, com ambiente climatizado, que vai propiciar conforto e comodidade, não apenas aos usuários, mas, sobretudo, aos servidores que vão prestar serviço no local. 

A preocupação da prefeitura nesse momento em não deixar parar as obras iniciadas é para poder estruturar a rede pública de saúde, urgenciando as obras mais prementes, principalmente aquelas que fazem parte da estrutura de atendimento às eventuais vítimas de contaminação do Coronavírus (Covid-19), para que assim que essa pandemia passar, a rede de saúde da cidade esteja reestruturada e pronta para dar seguimento aos atendimentos básicos de saúde. 

Mas, talvez o ponto mais importante desse fato é que teremos uma cidade melhor estruturada, sobretudo no que tange a ampliação e melhoria na rede publica de saúde, que estará toda readequada, modernizada e pronta para atender nossa população. 

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Esse talvez seja o legado mais importante dessa administração, que mesmo diante de tantos desafios, não deixou de investir na estrutura do município, buscando sempre a melhoria no atendimento às demandas da sua população.

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