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Projeto leva crianças para conhecer dia a dia na fazenda

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Fortalecimento Institucional

Projeto leva crianças para conhecer dia a dia na fazenda

Estudantes das escolas municipais Alcides Visione e Boa Vista, localizadas em Paranatinga

10/12/2019

Para ensinar como são produzidos os alimentos e mostrar o dia a dia dos produtores rurais, cerca de 200 crianças de Paranatinga participaram da primeira edição do projeto “Futuro em Campo”, realizada nos dias 05 e 06 de dezembro, pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Os pequenos, com idades entre 06 e 14 anos, visitaram a Fazenda Jatobá e conheceram um pouco de cada processo de plantio de soja e criação de bovinos.

Nos dois dias, a programação contou com a participação de estudantes das escolas municipais Alcides Visione e Boa Vista, esta segunda localizada no Distrito de Santiago do Norte.

Os alunos das escolas públicas passaram por estações de conhecimento. Primeiro os pequenos entenderam sobre o plantio de soja, desde a semeadura até a colheita. Conheceram a semente, a planta, os cuidados, e visitaram a lavoura da Fazenda Jatobá. Eles também aprenderam que a soja está presente em diversos alimentos e produtos como óleos, chocolate, suplementos alimentares e até itens de higiene pessoal.

“Gostei muito de participar, de aprender muitas coisas. Eu não sabia que tinha soja no chocolate, agora já sei e vou contar para os meus pais quando eu chegar em casa”, disse Gabriela Vitória, aluna do 9º ano da escola Alcides Visone.

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Depois os pequenos adquiriram conhecimento sobre a criação de bovinos, com todas suas etapas. Visitaram os animais, aprenderam sobre alimentação, cuidados com a saúde e abate. “Eu vim aprender muita coisa, não sabia como os gados se alimentavam, não sabia como plantava a soja. Vou falar pra minha casa, ensinar minha mãe e outras pessoas de fora”, contou a estudante Analice Brandit 5º ano.

Para diretora da escola Alcides Visione, Manoela Pacheco, o projeto é uma oportunidade de aprendizado unido a pratica. Além disso, ela explica que o conhecimento adquirido pelos alunos pode despertar o desejo de serem profissionais que atuam no agronegócio brasileiro.  “Nos sentimos lisonjeados em participar. Mesmo sendo uma escola do campo não conseguimos ensinar tantas coisas sobre o campo na sala de aula. Eles podendo visitar, conhecer e aprender em um local diferente nos ajuda a plantar uma semente, despertar eles para serem profissionais no mercado de trabalho que poderão atuar no agronegócio. Acredito que saíram com uma bagagem cheia e com certeza muito felizes”, disse.

A delegada do núcleo agregado de Paranatinga e uma das proprietárias da fazenda Jatobá, Daila Dellai, disse que se sentiu feliz em iniciar o projeto na propriedade dela.  “Eles puderam aprender como produzir o alimento, como ele chega nas mesas, que vai para o mundo. Conseguimos trazer duas escolas e ensinar essas crianças que passaram em diversos setores da fazenda. Alcançamos o objetivo de plantar uma sementinha na vida deles, para que propaguem o que aprenderam para os pais, os coleguinhas, familiares”, comemorou a delegada.

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A delegada coordenadora do núcleo de Primavera do Leste, Rosana Galbieri Leal, parabenizou e elogiou a iniciativa da Aprosoja Mato Grosso. “Parabéns aos proprietários da Fazenda Jatobá e a Aprosoja por esse projeto que é lindo. Momento em que a Aprosoja vem até as propriedades com as crianças, mostrar o dia a dia do produtor que alimenta esse país, além de ensinar que o alimento que está na mesa deles vem do campo”, enfatizou.

Presidente da entidade, Antonio Galvan, contou que em 2020 o projeto será ainda mais fortalecido e percorrerá diversos núcleos da Aprosoja Mato Grosso. “Esse projeto é importante, tanto na propriedade, quanto nas feiras como o que houve em Tangara da Serra. Podemos dizer que é um projeto de sucesso da Aprosoja que liga a vida urbana com a rural. E principalmente ensinar de onde sai os alimentos. Com certeza vamos tocar, com apoio dos nossos delegados e apoio dos sindicatos rurais dos municípios”, pontuou Galvan.

O projeto – “Futuro em Campo” nasceu da iniciativa do núcleo de Tangará da Serra, que levou aproximadamente 240 alunos de escolas públicas e privadas do município para conhecer o agro durante a Exposerra de 2019. Os estudantes passavam por estações de conhecimento e viram todo processo do plantio de soja e milho. “Foi um projeto que nasceu lá, agora foi para Paranatinga e a Aprosoja deu total apoio, em 2020 vai ganhar mais corpo, será um projeto da entidade que irá passar por mais núcleos”, finalizou Galvan.

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Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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