Rondonópolis
Rondonópolis|Semob reforça proibição da circulação de caminhões em vias do centro da cidade

Um acidente envolvendo um caminhão com um ônibus do transporte coletivo de Rondonópolis chamou a atenção para a legislação vigente no município que restringe a circulação de caminhões nas ruas do centro da cidade. Mesmo não tendo vítimas, o fato trouxe à tona o desrespeito à lei e a infração que coube ao condutor da caminhão que provocou o acidente.
Desde o ano de 2011, Rondonópolis conta com a Zona de Restrição Máxima de Circulação (ZRMC), criada por meio da Lei 6595 que limita a circulação de veículos pesados em vias e logradouros públicos do município dentro do quadrilátero compreendido no entroncamento das ruas Afonso Pena com a rua Pedro Férrer e da Avenida Frei Servácio com Avenida Marechal Rondon.
A lei é clara: “[…] proibido o trânsito, circulação, parada e estacionamento de veículos de transporte de carga e passageiros, correspondendo a ônibus, micro-ônibus, vans, caminhão, caminhão articulado, trator de rodas, trator misto, chassi-plataforma, motor-casa, reboque ou semi-reboque e suas combinações, carregados ou não.” Só estão liberados os veículos de carga com 02 eixos
O secretário do Mobilidade Urbana do município, Thales Tati, reforça a importância do cumprimento da lei da ZRMC e pede a colaboração: “esperamos que os condutores e os lojistas também, entendam a restrição dos veículos nessa região para garantir a segurança de todos que trafegam nas vias e também dos pedestres que circulam pelo quadrilátero central da cidade”.
No caso de carga e descarga de mercadorias na região central, o mesmo deve ser feito no período entre as 18h e às 6h, de segunda-feira a sexta-feira e a partir das 14h nos sábados. O domingo é liberado, independente da capacidade da carga do veículo.
Sobre o acidente que aconteceu dentro da Zona de Restrição Máxima, na avenida Marechal Rondon, o motorista do ônibus do transporte coletivo verificou que não houve vítimas e permaneceu no local para as devidas providências. Os passageiros foram embarcados em outro veículo da AMTC e seguiram viagem com segurança. O caso está sendo investigado.
As vias que têm restrição de circulação de veículos de carga (acima de 2 eixos):
Avenida Kennedy, entre as ruas Dom Pedro II e João Pessoa.
Avenida João Ponce de Arruda, entre as ruas Rua Afonso Pena e Pedro Férrer.
Avenida Tiradentes, entre as ruas Pedro Férrer e João Pessoa.
Avenida Bandeirantes, entre as ruas Afonso Pena e Pedro Férrer.
Avenida Rui Barbosa, entre as ruas Pedro Férrer e João Pessoa.
Avenida Marechal Dutra, entre as ruas Afonso Pena e Pedro Férrer.
Avenida Cuiabá, entre as ruas Pedro Férrer e João Pessoa.
Avenida Amazonas, entre as ruas Afonso Pena e Pedro Férrer.
Avenida Marechal Rondon, entre as ruas Pedro Férrer e João Pessoa.
Rua Pedro Férrer, entre as Avenidas João Ponce de Arruda e Marechal Rondon.
Rua Domingos de Lima, entre as Avenidas João Ponce de Arruda e Marechal Rondon.
Rua Dom Pedro II entre as Avenidas Dom Wunibaldo e Kennedy.
Rua Rio Branco entre as Avenidas Raimundo de Matos e Dom Wunibaldo.
Rua Otávio Pitaluga, entre as Avenidas Dom Wunibaldo e Kennedy.
Rua 13 de Maio, entre a rua Araçatuba e avenida Dom Wunibaldo.
Rua Arnaldo Estevão de Figueiredo, entre as Avenidas Dom Wunibaldo e Kennedy.
Rua Fernando Correia da Costa entre a rua Araçatuba e avenida Dom Wunibaldo.
Rua Afonso Pena entre as Avenidas Dom Wunibaldo e Kennedy.
Avenida Frei Servácio entre a Avenida Aeroporto e Rua Fernando Correia da Costa.
Rondonópolis
Justiça mantém liminar para atendimento à saúde mental em Rondonópolis

Foto- Divulgação
A Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou provimento ao agravo de instrumento interposto pelo Município de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá) e manteve a liminar obtida pelo Ministério Público do Estado (MPMT). A decisão determina a implementação urgente de políticas públicas voltadas à saúde mental de crianças e adolescentes, com atenção especial àquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A Ação Civil Pública (ACP) foi proposta conjuntamente pela 4ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de Rondonópolis e pela 7ª Defensoria Pública – Núcleo da Infância e Juventude do município. A liminar havia sido concedida em agosto de 2025.
Relator do recurso, o desembargador Marcio Vidal destacou em seu voto que o Município possui histórico de inércia e descumprimento de determinações administrativas e recomendações extrajudiciais, o que reforça a necessidade de medidas coercitivas capazes de garantir a efetividade da decisão judicial.
“A decisão agravada encontra sólido amparo jurídico e fático e o juízo de origem observou rigorosamente os requisitos da tutela provisória, atuou dentro dos limites constitucionais da jurisdição e assegurou a proteção de direitos fundamentais cuja efetivação não admite postergação”, afirmou.
Entenda o caso – A liminar determina que o Município apresente, no prazo de 20 dias, plano e cronograma para regularizar o atendimento à saúde mental de crianças e adolescentes, contemplando a implantação de três equipes mínimas para atuação em três Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi); aquisição de equipamentos e estrutura adequada, incluindo salas sensoriais, piscinas e playgrounds acessíveis; contratação e capacitação de profissionais especializados; inclusão das medidas no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026.
Além disso, a decisão estabelece que o Município disponibilize, em até 120 dias, um ou dois prédios adequados para o funcionamento dos CAPSi, garantindo o cumprimento das normas de acessibilidade. Também determina que sejam adotadas, no mesmo prazo, todas as providências para habilitação de um segundo CAPSi e, em até 180 dias, as medidas necessárias para habilitação de um terceiro, com busca de recursos federais conforme previsto na Portaria GM/MS nº 336/2002.
A decisão prevê ainda multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 1 milhão, a ser revertida ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, além da possibilidade de responsabilização pessoal do gestor público em caso de descumprimento injustificado das obrigações estabelecidas.
“Há omissão administrativa prolongada, reiterada e institucionalizada por parte do Município requerido, que resultou em negligência grave no atendimento à saúde mental de crianças e adolescentes, especialmente àquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Tal omissão afronta o mínimo existencial, princípio basilar da dignidade da pessoa humana e núcleo essencial do direito à saúde”, consta na decisão proferida pela Vara Especializada da Infância e Juventude de Rondonópolis.
Segundo a promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower, o CAPSi está superlotado, com estrutura física inadequada, escassez de profissionais e uma fila de espera superior a 400 crianças e adolescentes, na data da propositura da ação, com tempo médio de espera de um ano. O atendimento é parcial e insuficiente, sem oferta de terapias multidisciplinares conforme preconizado, e não há diagnóstico precoce, especialmente para crianças menores de três anos, contrariando diretrizes do Ministério da Saúde.
Na ACP, o Ministério Público e a Defensoria Pública também destacaram que a ausência de atendimento adequado tem provocado internações psiquiátricas evitáveis, casos de suicídio, sofrimento familiar e prejuízos ao desenvolvimento infantil. Foram citados casos reais e estudos científicos que comprovam a eficácia da intervenção precoce e os custos evitáveis com políticas públicas bem estruturadas.
Processo: 1027271-13.2025.8.11.0000.
arquivo(s) anexado(s)
Rondonópolis
Ministério da Saúde anuncia a construção de policlínica em Rondonópolis (MT) com R$ 30 milhões do Novo PAC

Foto- Assessoria
Aexpansão da oferta de serviços especializados de saúde para a população brasileira passa pelo aumento da capacidade de atendimento do SUS. Por isso, o Ministério da Saúde garantiu R$ 243 milhões do Novo PAC Saúde, destinados à construção de mais três policlínicas e uma maternidade em quatro estados, incluindo o Mato Grosso. Uma das policlínicas será construída em Rondonópolis, beneficiando os pacientes que usam a rede pública no município e na região. Apenas para a nova unidade de saúde, foram investidos R$ 30 milhões. A autorização para o início das obras aconteceu em cerimônia, nesta sexta-feira (6), no município.
“O Ministério da Saúde, junto com o governo federal, está fazendo o maior investimento da história em infraestrutura do SUS: são R$ 31,5 bilhões pelo Novo PAC para construir unidades, ampliar a oferta especializada, equipar serviços e garantir mais atendimentos em todo o país”, destacou Padilha. A policlínica de Rondonópolis deve beneficiar cerca de 570 mil pessoas da Região Sul Mato Grossense, composta por 19 municípios.
Com recursos do Novo PAC, o Ministério da Saúde está investindo, ao todo, R$ 31,5 bilhões em obras, equipamentos e veículos para fortalecer o SUS em todo o país. Trata-se do maior programa de investimentos em infraestrutura do sistema público, que já investiu em 2.600 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), 330 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 101 policlínicas, 4.800 ambulâncias do SAMU e 800 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) pelo país. No estado de Mato Grosso, o investimento previsto é de R$ 571 milhões para a construção de 2 policlínicas, 58 UBSs, 10 CAPS, 2 hospitais regionais e maternidades, 3 Centros Especializados em Reabilitação (CER) e Oficinas Ortopédicas dentre outros equipamentos de saúde.
Policlínicas: acolhimento de vítimas de violência e outros serviços de saúde
Com base em projeto referencial fornecido pelo Ministério da Saúde, os municípios de Rondonópolis (MT), Rio Grande (RS) e Dourados (MS) terão policlínicas estruturadas com equipamentos de saúde que podem impactar diretamente a vida de cerca de 350 mil pessoas das cidades e regiões em que forem construídas.
Estruturadas com salas de ultrassom, salas lilás para acolhimento de vítimas de violência, sala de tomografia, espaços para reabilitação e outros, as policlínicas são especializadas em apoio diagnóstico. Elas oferecem serviços de consultas clínicas realizadas por equipes médicas e multiprofissionais, definidas com base no perfil epidemiológico da população da região. Nessas unidades, são realizados exames gráficos e de imagem com fins diagnósticos e oferta de pequenos procedimentos.
Maternidades: assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido
Para prestarem assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido de risco habitual e de alto risco, o município de João Pessoa (PB) receberá uma maternidade de porte II. Nesse local, serão oferecidos serviços 24h com atendimento de urgência e emergência obstétrica e ginecológica, internação hospitalar, terapia intensiva, além de atendimento ambulatorial.
O projeto referencial do Ministério da Saúde tem como diferenciais o espaço da recepção — que garante uma espera confortável e com privacidade —, salas lilás, suítes para pré-parto, parto e pós-parto — onde os períodos clínicos do parto podem ser assistidos com privacidade no mesmo ambiente —, centros de parto normal intra-hospitalares com banheira, espaços adequados para garantir que o atendimento imediato ao recém-nascido seja realizado no mesmo ambiente do parto sem interferir na interação mãe e filho, além da implementação do acolhimento com classificação de risco (ACCR).
Ministério da Saúde
Rondonópolis
Alessandra Ferreira celebra marco histórico da saúde em Rondonópolis

Foto- Assessoria
O prefeito Cláudio Ferreira assinou, na manhã desta sexta-feira (6), a ordem de serviço para a construção da Policlínica Regional, obra orçada em mais de R$ 54 milhões e a maior já realizada na saúde municipal. A assinatura marca um momento histórico para Rondonópolis e toda a região sul de Mato Grosso e foi celebrada pela primeira-dama Alessandra Ferreira.
“A saúde reflete diretamente na vida das pessoas, das famílias, e melhorar o atendimento sempre foi um compromisso do nosso governo. Ver esse projeto sair do papel é emocionante, porque significa mais dignidade, mais acesso e mais qualidade de vida para a população de Rondonópolis e toda a região”, disse Alessandra.
Até o momento, a gestão Cláudio Ferreira investiu cerca de R$ 14 milhões para a compra do terreno e mais R$ 6 milhões já estão assegurados para uso na obra. Com a assinatura da ordem de serviço, a empresa responsável deve montar o canteiro de obras e dar início aos trabalhos.

Foto- Assessoria
Conforme a primeira-dama, o seu compromisso com a saúde da população não é apenas uma promessa, é uma realidade que já começou. “Com a Policlínica, damos o primeiro passo para oferecer mais dignidade, atendimento de qualidade e esperança para todos. E isso é só o começo: ainda vamos fazer muito mais para transformar a saúde em Rondonópolis e região e garantir que cada cidadão tenha acesso ao cuidado que merece”, finaliza Alessandra.
A Policlínica vai oferecer atendimento especializado completo, desde a consulta até a finalização de todo o tratamento.
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