Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Rumo premia colaboradores de empresas terceirizadas com incentivos que incluem um carro zero km

Publicado

Em 2025 foram mais de 10 milhões de horas trabalhadas sem ocorrência de acidentes graves na construção da Ferrovia de Mato Grosso

Foto- Assessoria

Faltando menos de 10 dias para o Natal, colaboradores ligados a empresas que realizam serviços terceirizados para a Rumo nas obras da Ferrovia de Mato Grosso receberam premiações por cumprir rigorosamente as medidas de segurança durante o ano de 2025.

O programa “Trilhando com Segurança” possibilita que trabalhadores que se destacaram durante a execução das funções sejam reconhecidos e concorram a prêmios, incluindo benefícios em vales e reconhecimento em dinheiro e, ainda, um carro zero km. Dezenas de empresas participaram do programa ao longo do ano, com um forte engajamento dos colaboradores e 3.070 cupons foram inseridos na urna do sorteio.

O ganhador do carro foi Raimundo Ito Chaves, natural de Limoeiro do Norte, no Ceará, que exercia a função de motorista de veículo pesado, contratado pela empresa CFLRV. Outras 1613 pessoas receberam prêmios em dinheiro e vale-presente. Funcionários das empresas terceirizadas puderam acompanhar o sorteio ao vivo, diretamente de um canteiro de obras próximo ao local onde está sendo construído o Terminal da BR-070, em Primavera do Leste. Além disso, uma transmissão ao vivo foi promovida pela internet.

O sorteio foi realizado pelo vice-presidente de infraestrutura da Rumo, José Carlos Broisler, que destacou o principal propósito do reconhecimento aos colaboradores. “Vivemos mais um ano sem fatalidades e sem acidentes com graves consequências em nossas obras. Isso é um compromisso que a Rumo carrega: só vale a pena fazer qualquer obra se não tivermos ocorrências graves na execução dos trabalhos”.

Veja Mais:  Cuiabá tem menor número de homicídios dos últimos três anos

Além das premiações realizadas em dezembro, outras ocorreram durante o ano. Nos últimos meses, 40 líderes foram premiados e 605 equipes receberam reconhecimento mensal por participarem ativamente das obras e com segurança. Esses resultados refletem a adesão e maturidade do programa, consolidando a missão da Rumo de garantir um ambiente de trabalho seguro, beneficiando diretamente os colaboradores.

O programa, voltado à mão de obra operacional e encarregados, estimula práticas seguras e a cultura da prevenção. Cada equipe é avaliada mensalmente, sendo necessário atingir 80% da pontuação total para gerar cupons para o sorteio anual. As seis melhores equipes ganham vale-presente no valor de R$600,00, certificados e dois cupons para concorrerem ao carro zero km. Os seis encarregados mais bem avaliados recebem R$1.200,00, certificado e dois cupons para o sorteio do veículo. Equipes com 100 pontos ou mais recebem ainda cupons extras.

 “As equipes envolvidas no projeto da Ferrovia de Mato Grosso estão construindo um novo Brasil. Este projeto é o exemplo de que é possível ter resultados, mantendo nossos parceiros seguros. Isso importa: saber que todos voltam para casa e para suas famílias, em segurança”, ressaltou o diretor executivo do projeto Ângelo Kury.

O primeiro trecho da Ferrovia de Mato Grosso, com 162 km, está com 77% das obras concluídas e mais de 60 km de trilhos instalados. O projeto possui grandes dimensões, em estrutura e no envolvimento de pessoas, como por exemplo, mais de 60 contratos ativos com empresas terceirizadas e mais de 10,7 milhões de horas homens trabalhadas no período de janeiro a novembro deste ano, o que corresponde a uma média de 5300 pessoas em períodos de pico de contratações.

Veja Mais:  Rotam prende homem por porte ilegal de arma de fogo, apreende pistola e munições

“É um cenário de alta complexidade. Múltiplas frentes de obra, prazos apertados, mobilizações intensas, e um desafio enorme de alinhamento cultural. Diante disso, entendemos que apenas exigir o certo, não seria suficiente. Precisávamos engajar, conscientizar, e, principalmente, reconhecer quem fazia o certo no dia a dia”, disse Isabella Vieira, gerente de segurança do trabalho.

TRILHANDO COM SEGURANÇA: O programa foi criado em 2023 pela Vice-Presidência de Infraestrutura da Rumo Logística para fortalecer práticas seguras no início das obras da Ferrovia Mato Grosso. Voltado a milhares de trabalhadores terceirizados, o programa transformou-se em iniciativa contínua, presente em outras malhas da Rumo, estimulando engajamento, liderança ativa e prevenção de acidentes.

A pontuação do programa avalia treinamentos, uso correto de EPIs/EPCs, Olhar Parar e Agir, Sensos de organização e limpeza, além da gestão de atividades críticas, como içamento, trabalho em altura, eletricidade e operação de máquinas. As avaliações são feitas por técnicos de segurança e lideranças, garantindo imparcialidade e padronização.

Sobre a Rumo

A Rumo administra 13 mil km de ferrovias em nove estados, com 1.200 locomotivas e 33 mil vagões. Conta com mais de 8 mil colaboradores, 10 terminais de transbordo e 6 terminais portuários. A empresa oferece soluções logísticas seguras, eficientes e de baixo carbono, consolidando-se como uma das principais impulsionadoras do agronegócio e da indústria brasileira.

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

Publicado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

Veja Mais:  Força Tática prende trio por porte ilegal de arma de fogo e crime ambiental

Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

Veja Mais:  Polícia Civil prende em Sinop alvo de operação do Pará contra organização criminosa

A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

Continue lendo

Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

Publicado

O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

Veja Mais:  Corpo de Bombeiros Militar socorre vítima que ficou presa em máquina de tecelagem de indústria

“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

Veja Mais:  Polícia Civil prende em Sinop alvo de operação do Pará contra organização criminosa

Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

Continue lendo

Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

Publicado

O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

Foto-Assessoria

 
Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
Veja Mais:  CGE Alerta amplia atuação e passa a monitorar indicadores de eficiência em órgãos estaduais
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana