Política MT
TRE deixa suplente de Deputado Jajah Neves inelegível em MT
Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) cassou o mandato do vereador de Várzea Grande, Ademar Freitas, o Ademar Jajah (PSDB). A mesma decisão declara inelegível o apresentador de televisão e suplente de deputado estadual Jajah Neves (Solidariedade).
A ação contra os irmãos “Jajah” foi movida no Tribunal Regional Eleitoral pelo suplente de vereador Joaquim Antunes (PSDB). A defesa dele, por meio do advogado Lenine Póvoas, acusa o vereador do PSDB de ter “usurpado” da imagem do irmão para confundir os eleitores de Várzea Grande.
Na campanha eleitoral, um santinho com nome e número de Ademar Jajah foi publicado com uma foto de Jajah Neves, que apresentava programa de forte apelo popular e era suplente de deputado. Segundo a representação, “houve uma clara tentativa de induzir o eleitor ao erro”.
No julgamento, o juiz eleitoral Antonio Veloso Pelleja disse que ficou claro a tentativa de “induzir” o eleitor a votar no apresentador de televisão. O próprio relator alegou que se “confundiu” com as votos.
O voto do relator foi acompanhado pelo demais membros do pleno do Tribunal Regional Eleitoral.
A decisão ainda cabe recurso. O parlamentar seguirá no cargo até a conclusão do julgamento dos embargos no Tribunal Regional Eleitoral.
Apesar de decisão declarar Jajah Neves inelegível pelo período de 8 anos, ela não terá validade no atual pleito eleitoral, onde ele concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa. Isso porque, no ato de registro de candidatura dele, ainda não havia a restrição por conta desta condenação.
O MPE pediu a impugnação da candidatura de Jajah pelo não pagamento de uma multa eleitoral de R$ 50 mil. O parlamentar garante ter efetuado o pagamento e apresentará o comprovante durante sua defesa.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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