Política MT
13 CANDIDATOS: Novo em MT registra crescimento histórico e é o 5º diretório do país com mais eleitos

O Novo registrou um crescimento histórico em Mato Grosso neste ano, com 13 eleitos em sete municípios. Com esse resultado, é o 5ª com maior número de eleitos desta legenda no país, o que acompanha o crescimento da agremiação partidária a nível nacional, que teve um aumento de 800% nos vereadores escolhidos pelos eleitores.
Mesmo sem tempo no horário eleitoral gratuito na televisão e rádio, os 13 eleitos conquistaram juntos 14,9 mil votos no último domingo (6). Com os bons resultados, a sigla chega a um novo patamar no estado e já faz projeções de avanços para o próximo pleito.
“Na primeira e segunda eleições municipais em Mato Grosso não elegemos ninguém e agora vencemos em sete municípios. Temos vindo em uma crescente porque as pessoas buscam por políticos que sejam técnicos. Agora, as expectativas são as melhores para o futuro, de continuar aumentando a nossa participação”, avalia o presidente estadual do Novo em Mato Grosso, Sérgio Antunes
O melhor desempenho do Novo no estado foi em Guarantã do Norte (715 km ao norte de Cuiabá), onde foram eleitos o prefeito Subtenente Márcio Gonçalves e a vice-prefeita Vanda Klement. A chapa pura venceu o pleito com a proposta de levar mudança para o município e sair das “promessas vazias e falta de respeito” com a população.
Foram eleitos ainda vereadores em Rondonópolis (212 km ao sul), Barra do Bugres (168 km a médio-norte), Colíder (650 km ao norte), Conquista D’Oeste (571 km a oeste), Sinop (500 km ao norte), Sorriso (420 km ao norte) e São José do Rio Claro (315 km a médio-norte).
Para Sérgio Antunes o aumento da participação política do partido ocorre por causa do perfil dos candidatos, que é mais técnico, além dos princípios que regem o direcionamento do partido, como redução da participação do Estado na economia, combate permanente à corrupção e o fim dos privilégios com o dinheiro público.
“Nós temos um posicionamento de apoio ao empreendedorismo, da intervenção do Estado apenas quando necessária, com um partido genuinamente de direita, que traz de volta os valores que são importantes para a nossa população. As pessoas querem mudança, uma administração técnica, que foca na gestão e não em acordos políticos”, avalia Antunes.
A sigla ainda pode aumentar sua participação política no estado no 2º turno na Capital, que tem a participação da Coronel Vânia como vice na chapa de Abilio Brunini (PL), que durante o primeiro turno obteve a primeira colocação na preferência de votos dos eleitores e irá agora disputar o segundo turno. Em sua segunda eleição, a policial militar tem entre suas propostas de campanha “resgatar Cuiabá”, trazendo “excelência ao sistema municipal de gestão”.
“Nosso foco agora é ajudar na eleição da chapa Vânia-Abílio, que tem muito a contribuir com Cuiabá. A Coronel Vânia é um grande nome, que trará a expertise de administração do Novo, com qualidade e planejamento da gestão pública que irão recuperar as contas de Cuiabá”, enfatiza o presidente estadual do Novo.
Fundado em 2011 e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Novo participou das eleições pela primeira vez em 2016. Entre os diferenciais da sigla está a exigência de ficha limpa para a filiação e que os candidatos tenham perfil qualificado para cargos no Executivo e Legislativo.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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