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8 dicas para descubrir se você tem perfil para empreender no setor de educação

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Estima-se que o mercado de educação, levando em conta os setores público e privado, em todos os níveis, movimenta mais de R$ 134 bilhões ao ano. Só o ensino de idiomas fatura mais de R$ 35 bilhões. De acordo com pesquisas de empresas do setor, só 3% da população brasileira é fluente em outra língua que não o português, o que mostra que há uma grande lacuna a ser preenchida para empreender em educação e aproveitada por escolas e instituições que atuam nesse segmento.


Descubra se você tem perfil para empreender no setor de educação
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Descubra se você tem perfil para empreender no setor de educação

No mercado de trabalho, é cada vez mais comum a escolha por profissionais bilíngues. Não à toa, 77% das pessoas que buscam cursos para aprender outras línguas o fazem com objetivo de atingir crescimento profissional. No setor de franchising, as franquias de educação movimentaram mais de R$ 2,6 bilhões no primeiro trimestre deste ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O resultado representa um incremento de 0,3% sobre o registrado no mesmo período do ano passado. Em número de unidades, as franquias do segmento expandiram sua atuação em 1,5% na mesma base de comparação,um dado relevante para pensar em empreender em educação
.

Diante desses dados atraentes para quem deseja investir no próprio negócio, você pode estar se perguntando se tem ou não o perfil para empreender no ramo. Vale ressaltar que o interessado em ser franqueado de uma escola de idioma não precisa ser da área pedagógica, mas precisa obviamente gostar de gente e em especial de vendas, afinal a escola precisará prospectar alunos, gerir professores e as áreas relacionadas ao negócio, administrativo, por exemplo. Um exemplo de um perfil, a principio sem relação alguma como setor, é o caso de um dos sócios da rede Rockfeller. Fundada em 2004 em Santa Catarina, a Rockfeller surgiu com a concepção de sempre buscar a excelência no ensino de idiomas. Seu crescimento rápido permitiu que, em 2006, a escola abrisse sua primeira franquia, e, em 2008, fosse oficialmente implementado seu modelo de negócios como franqueadora, levando unidades Rockfeller para todo o Brasil. Hoje são 40 escolas em todas as regiões do país, com alunos e franqueados satisfeitos e uma marca premiada por sua excelência no segmento. A meta é chegar a 50 unidades em 2019 e cem em três anos.

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O sócio fraqueador da Rockfeller, Andre Belz, apesar de ter aptdão com idiomas, estava se formando em dentisa e foi na volta do intercambio, antes de ingressar na faculdade de odontologia, o jovem estudante aceitou o desafio de dar aulas particulares de inglês enquanto esperava para ingressava no curso. Nesse período muita coisa aconteceu até que André se envolveu definitivamente com a area de educação e tempo depois se junto a Renata que era engekheira e o pai dela Romeu Morais para vitazar e remodelar a escola que ela já tinha. Hoje os três sócios franqueadores orgulham-se da escolha. “Ia ser dentista, como pai, e claro que a decisão não foi fácil, foi muito investimento na carreira, mas me envolvir a tal ponto com o lado pedagcigo que na hora da decisão daquilo que ira fazer pelo resto da vida bateu mais forte e assim me tornei franqueador”, conta Belz.

Muitos outros casos na rede seguem esse mesmo caminho. A rede tem vários casos parecidos de pessoas que conheceram a Rockfeller, seja na condição de aluno, empregado e fornecedor e que acabaram se tornando franqueado. “pelo menos 90% da rede são pessoas que de algum modo já conhecia a marca, isso é um fator muito importante se você pensar que elas de fato conhecem profundamente a rede antes de investir”, sintetiza André Belz.

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O franqueador enumera alguns diferenciais da rede e o perfil de quem deseja investir em uma rede de ensino de idioma. Confira:
1 – sendo ou não da área de educação é importante saber que suporte a rede oferece, qual apoio a franquia presta. Isso desde a parte interna da unidade, gestão, administrativo, consultoria de vendas, captação de matriculas, e público final. Aqui na Rockfeller estamos sempre preocupados em oferecer material de ponta, afinal a velocidade com que as coisas mudam é impressionante. Somos a primeira rede a adotar as lousas interativas obrigatórias para toda a rede. Acabamos de reformular toda nossa plataforma digital e nosso material didático, que já era moderno, agora está muito mais inovador e efetivo.

2 – os nossos alunos vêm conquistando bons resultados no exame de proficiência em inglês TOEIC®, um dos mais requisitados na área profissional. A média de pontos dos alunos adultos da rede é de 800, de um total de 990. Crianças e adolescentes também obtêm desempenho semelhante no TOEFL JR®, sendo que 90% dos estudantes atingem 840 pontos de um total de 900.

3 – adotamos o método da sala de aula invertida, uma prática que vem sendo usada lá fora e aqui começa a ser explorada pelas escolas mas ainda não vi nas escolas do ensino de idioma. O aluno é protagonista do seu aprendizado desde o início da aula. As aulas são menos expositivas e mais participativas, ou seja, fogem daquele modelo de o professor falar, o aluno ouvir e fazer as suas atividades de forma passiva dentro e fora da sala de aula. Nessa metodologia, o estudante ‘tem a aula fora da sala’ e chega com todo o conteúdo pronto para colocar em prática com o professor. Ele passa a ser o protagonista do curso.

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4 – a rede também foi pioneira na oferta de aulas de 80 minutos, 20 minutos a mais do que a maioria dos cursos, o que no final do curso garante 60 horas a mais de aprendizado e prática, o equivalente a um ano a mais de conteúdo, na comparação com escolas de idiomas que oferecem cursos de dois anos e meio.

5 – em 2019 a rede lança o modelo Duo, o aluno poderá estudar onde quiser e, a cada 15 dias e quatro aulas completadas na plataforma on-line Rockfeller Play, ele deverá agendar uma aula presencial de conversação na escola pelo aplicativo My Rockfeller.

6 – outra modalidade é a On Demand, que é presencial, mas não há turmas. O estudante faz o curso sozinho por meio da plataforma Rockfeller Play nos RockSpots – espaços modernos com vários computadores onde ele também poderá agendar suas aulas pelo aplicativo My Rockfeller, nos dias e horários que desejar. Durante toda a aula ele contará com o auxílio de um tutor

7 – não se exige ser da area pedagogica, mas o franqueado deve ter aptidão comercial, já que vendas, captação de matriculas é essencial

8 – gostar de gente, de lhe dar com público, é sem dúvida outra questão a ser considerada, isso de forma direta e indireta. Tem que se levar em conta o público aluno e a gestão de funcionários. Seleção e treinamento de professores é importantissimo, claro que a rede odefere todo treinamneto, mas é preciso ficar atento ao capital humano o tempo todo
-ter capacidade de inovar e compartilhar boas práticas. Bom relacionamento interpessoal

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STJ considera abusiva inclusão de serviços no plano de celular sem consentimento

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Por unanimidade, o colegiado entendeu que agregar unilateralmente serviços ao plano original viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Por unanimidade, o colegiado entendeu que agregar unilateralmente serviços ao plano original viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC)

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu como prática abusiva a alteração de plano de telefonia móvel sem o consentimento do consumidor. Por unanimidade, o colegiado entendeu que agregar unilateralmente serviços ao plano original modifica seu conteúdo e viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Na ação, a consumidora requereu a devolução em dobro do valor pago indevidamente e a condenação da operadora por danos morais, por ter sido transferida para um plano que, sem ela pedir, adicionou aplicativos e serviços de terceiros, inclusive jogos eletrônicos, que aumentaram o valor da conta.

Relator do recurso no STJ, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino afirmou que o Código de Defesa do Consumidor estabelece que são nulas as alterações feitas unilateralmente pelo fornecedor que modifiquem o preço ou o conteúdo do contrato. De acordo com o relator, a prática adotada pela operadora foi abusiva, ainda que esteja prevista em contrato, pois não cabe a ela decidir qual o melhor plano para o consumidor.

“É certo que a prática contratual adotada pela operadora de telefonia móvel é flagrantemente abusiva, na medida em que configura alteração unilateral e substancial do contrato, prática vedada pelo Código de Defesa do Consumidor, sendo nula a cláusula contratual que eventualmente a autorize”, afirmou.

Sanseverino também indicou que a jurisprudência do STJ, da mesma forma, considera nula qualquer alteração unilateral realizada em contrato de plano de saúde e de financiamento bancário.

Ausência de dano moral

Apesar de reconhecer a prática abusiva, Sanseverino negou a indenização por danos morais. O ministro assinalou anda que a cobrança indevida em fatura de telefonia não se enquadra no prazo prescricional de três anos, pois o pedido de restituição é decorrente da relação contratual entre as partes, ainda que tenha havido uma indevida alteração do contrato. Segundo o relator, a pretensão de devolução relativa à cobrança indevida de serviços telefônicos não contratados tem prazo de dez anos.

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IBC-Br: prévia do PIB aponta alta de 0,12% no 2º trimestre

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IBC-Br: prévia do PIB aponta alta de 0,12% no 2º trimestre
Sophia Bernardes

IBC-Br: prévia do PIB aponta alta de 0,12% no 2º trimestre

A economia registrou um pequeno crescimento de 0,12% no segundo trimestre deste ano, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado nesta sexta-feira. A comparação é com os três meses anteriores.

O resultado foi impulsionado pelo setor de serviços, que vem mostrando números fortes nos últimos três meses e já atingiu o maior patamar de atividade desde 2016.

O varejo também contribuiu e chegou a um patamar de atividade 5,9% maior do que o nível pré-pandemia. Já o setor industrial enfrenta alguns gargalos, como os de matéria-prima, e registrou alguns resultados negativos nos últimos meses.

No primeiro trimestre, a atividade econômica tinha crescido 1,64%. O relatório Focus, que reúne as expectativas do mercado, aponta para um crescimento de 5,3% no PIB este ano.

O IBC-Br é considerado uma espécie de prévia do PIB por calcular o índice de atividade econômica, mas usa metodologia diferente do IBGE, responsável pelo número oficial que deve ser divulgado no dia 1º de setembro.

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Senador quer liberar internet grátis para beneficiários do Bolsa Família

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Jader Barbalho
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Jader Barbalho

O fechamento das escolas durante a pandemia escancarou a desigualdade na educação. Enquanto alunos de escolas particulares continuaram a assistir a aulas de forma remota, a dificuldade de acesso à internet deixou estudantes de escolas públicas sem conseguir acompanhar o conteúdo oferecido a distância. Para reverter o abismo digital, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) apresentou em julho o Projeto de Lei (PL) 2.600/2021, proposta que pretende garantir o uso de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para promover a conectividade das famílias que estão inscritas em programas sociais como o Bolsa Família. 

Pelo texto, os recursos do Fust poderão ser utilizados na construção, ampliação ou manutenção de infraestrutura necessária para garantir o acesso a populações mais pobres. Jader aponta a relação entre pobreza e falta de conectividade.

“Atualmente, o acesso digital deve ser considerado um direito fundamental do cidadão, em virtude do mundo globalizado em que vivemos. Temos trabalhado com afinco para erradicar a fome e a pobreza pela renda, mas chegou a hora de focarmos mais na erradicação da pobreza digital, com a utilização dos recursos do Fust para promover a conectividade das famílias beneficiárias de programas sociais”, defendeu o senador na justificativa do projeto.

Levantamentos e pesquisas reforçam a visão do senador. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março mostram que no final de 2019, 4,3 milhões de estudantes brasileiros não tinham acesso à internet. Desses, 4,1 milhões estudavam na rede pública de ensino. Já o Instituto de Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) aponta que só 29,6% dos filhos de pais que não tiveram qualquer instrução têm acesso à banda larga. Nos lares onde os pais têm curso superior, essa parcela sobe para 89,4%.

Fust

Criado pela  Lei 9.998, de 2000, o Fust obriga todas as empresas do setor a destinar 1% da receita operacional bruta à expansão do serviço especialmente, nas regiões consideradas não lucrativas. Passadas duas décadas, o fundo arrecadou mais de R$ 22,6 bilhões, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Mas apenas uma parcela irrisória do dinheiro foi aplicada para atenuar o abismo digital que isola parte da população.

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ALMT – Campanha Fake News II

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