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AL vai debater políticas públicas  a pessoas com deficiência

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Nos próximos dias, a Assembleia Legislativa vai instalar a Câmara Setorial Temática (CST) para estudar e discutir as políticas públicas para inclusão efetiva das pessoas com deficiência (PCD) em Mato Grosso. A câmara terá prazo de 180 dias, prorrogáveis por igual período, para trabalhar. Ela é um mecanismo de aperfeiçoamento do processo legislativo.

No final dos trabalhos, a CST deve elaborar um relatório e caminhá-lo às entidades competentes ao assunto abordado e ainda para o governo do estado. A proposta foi sugerida pelo deputado Wilson Santos (PSDB). A data para a instalação da CST ainda não foi definida.

A medida, autorizando a instalação, foi publicada no Diário Oficial Eletrônico da Assembleia Legislativa, pelo Ato 040/2019, de 17 de julho. O documento também já trouxe a definição das pessoas que vão participar dos debates junto com a sociedade mato-grossense.

Para presidir a CST foi definido o nome da defensora pública, Cleide Regina Ribeiro. Enquanto que a relatoria ficará sob a responsabilidade do advogado Marcione Mendes de Pinho.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2010, o Brasil tinha 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. À época, o número representava 23,9% da população brasileira. Destes, 2,6 milhões tinha algum tipo de deficiência mental ou intelectual (1,4% dos brasileiros). Em Mato Grosso, eram mais de 872 mil pessoas com alguma deficiência visual, motora, auditiva ou intelectual/mental.

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Além do presidente e do relator foram convidados para participarem da CST: Sérgio Carlos da Silva (Secretaria de Estado de Educação), Sueli Barbosa dos Reis (Câmara de Educação Básica), Luciana Gomes de Souza (Secretaria de Estado de Saúde), Taís Augusta de Paula (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência), Luciene Correa (Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania), Miguel Slhessarenko Júnior (Ministério Público do Estado de Mato Grosso), Tatiana Fava Farto Prado (Assembleia Legislativa de Mato Grosso), Juliana Fortes (ONG Ação Azul, Irene Silva Pessoa).

Na atual Legislatura, já estão em ações outras quatro CSTs:

-Câmara Setorial Temática com o objetivo de proporcionar qualificação técnica e estudos da legislação dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate a Endemias de Mato Grosso. A próxima reunião marcada para o dia 16 de agosto, às 14 horas, na sede do Parlamento.

– Câmara Setorial Temática com o objetivo de levantar e propor legislação e políticas públicas que efetivem direitos às mulheres no Estado de Mato Grosso. Realizada todas as segundas-feiras, sempre às 9 horas.

– Câmara Setorial Temática com o objetivo de analisar e discutir “As Relações Comerciais, Econômicas, Culturais e Políticas Internacionais”. A 2ª reunião está marcada para o próximo dia 29, às 14 horas.

– Câmara Setorial Temática com o objetivo de estabelecer “a Estratégia da Agronomia e da Engenharia para o Crescimento Sustentável do Estado de Mato Grosso. A 3ª reunião está marcada para o dia 14 de agosto, às 9 horas.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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