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Confira as frases mais marcantes dos candidatos no debate da RedeTV!

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Debate da RedeTV! reuniu oito candidatos à Presidência da República
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Debate da RedeTV! reuniu oito candidatos à Presidência da República

O segundo debate
entre os candidatos à Presidência da República, realizado pela RedeTV!, na noite desta sexta-feira (17) foi marcado pela discussão da economia e apresentação de proposta. No entanto, o evento também contou com algumas trocas de farpas e frases de efeito.

Para você que perdeu o debate 
ou quer apenas relembrar os momentos mais impactantes, nós selecionamos as declarações mais marcantes de cada um dos candidatos. Confira.

Alvaro Dias (Podemos)

Alvaro Dias atacou o ex-presidente Lula durante o debate
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Alvaro Dias atacou o ex-presidente Lula durante o debate

  • “Não é um preso político, é um político preso”

Depois de perguntar para Marina Silva o que ela achava da retirada do púlpito com o nome de Lula, Alvaro Dias usou a frase para se referir ao ex-presidente. O ex-governador do Paraná ainda chamou a candidatura do petista de “enganação vergonhosa”.


  • “Nós vamos refundar a República”



O candidato do Podemos usou a analogia em sua apresentação e em suas considerações finais para promover sua plataforma reformista.

Cabo Daciolo (Patriota)

Cabo Daciolo falou em
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Cabo Daciolo falou em “adorar o senhor” em sua primeira semana de governo

  • “Eu amo todos os senhores”



Campeão de polêmicas no primeiro debate, Cabo Daciolo estava mais tranquilo no evento da RedeTV!. No entanto, ele se referiu com carinho aos adversários antes de dizer que o debate é um “teatro”.


  • “Na primeira semana, vamos adorar o Senhor”

Se alguns políticos prometeram fazer reformas e cortar ministérios logo em seus primeiros dias no Palácio do Planalto, o candidato do Patriota tem um plano um tanto quanto diferente. A declaração foi dada por Daciolo durante suas considerações finais.

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Ciro Gomes (PDT)

Ciro Gomes citou o mediador, Boris Casoy, em suas declarações finais

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Ciro Gomes citou o mediador, Boris Casoy, em suas declarações finais

  • “Apesar de minha adversária, você é um referência na demarcação de terras”



Em um momento raro em debates políticos, Ciro Gomes elogiou o trabalho de Marina Silva e disse que era preciso “cumprimentá-la” por seu trabalho pelos povos indigenas. Isso aconteceu após a candidata da Rede questionar o pedetista sobre seus planos para demarção de terras”.


  • “É uma vergonha”



Bem humorado, Ciro utilizou o bordão de Boris Casoy, um dos mediadores do debate, para se referir à situação atual do Brasil em suas considerações finais.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Geraldo Alckmin criticou o alto número de partidos no Brasil

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Geraldo Alckmin criticou o alto número de partidos no Brasil

  • “Não temos 35 ideologias”



Ao propor a reforma política, Geraldo Alckmin atacou o grande número de partidos existentes no Brasil e chamou as siglas de “pequenas e médias empresas”.


  • “PEC é uma vacina contra o PT e seus aliados”

Questionado por Ciro Gomes sobre seus motivos para apoiar a PEC do teto de gastos proposta por Michel Temer, o tucano atacou as políticas econômicas dos governos do PT, mas afirmou que é possível retomar o crescimento econômico sem congelar a receita.

Guilherme Boulos (PSOL)

Guilherme Boulos repetiu frase que fez sucesso no debate anterior
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Guilherme Boulos repetiu frase que fez sucesso no debate anterior

  • “Aqui temos 50 tons de Temer”



A frase que fez sucesso no primeiro debate foi repetida por Guilherme Boulos no evento da RedeTV!. O líder do MST afirmou que todos os seus candidatos são iguais e, de uma forma ou de outra, alinhados com o atual presidente.


  • “Acho que eles não tem vergonha”
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Se algumas das declarações dos candidatos podem parecer forçadas ou exageradas, essa frase de Boulos foi uma resposta direta à pergunta feita por Cabo Daciolo, que foi “Será que os candidatos aqui presentes, com 30 anos de política, não tem vergonha na cara?”

Henrique Meirelles (MDB)

Henrique Meirelles alfinetou Bolsonaro e tentou emplacar slogan

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Henrique Meirelles alfinetou Bolsonaro e tentou emplacar slogan

  • “Ou você não leu seu programa de governo?”



Ao questionar Jair Bolsonaro sobre incosistências entre suas declarações e seu plano de governo, o ex-ministro da Fazenda fez a pergunta ácida ao adversário, que negou que existam diferenças entre seu plano e seus discursos.


  • “Chama o Meirelles”

Durante suas considerações finais, o emedebista tentou, mais uma vez, emplacar seu bordão.

Jair Bolsonaro (PSL)

Jair Bolsonaro prometeu

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Jair Bolsonaro prometeu “afastar o fantasma do comunismo do Brasil”

  • “Vou afastar o fantasma do comunismo”



Logo na primeira pergunta da noite, Bolsonaro listou os motivos pelos quais pretende governar. Além de se citar com um candidato “honesto e patriota”, ele prometeu afastar o “fantasma do comunismo”


  • “Seu partido é símbolo do toma-lá-dá-cá”


Se Meirelles alfinetou Bolsonaro, o deputado não deixou por menos e respondeu o ex-ministro da mesma maneira. Depois do emedebista prometer fazer um governo independente e com especialistas nos cargos de confiança, o candidato do PSL debochou e relembrou o histórico do MDB na política nacional.

Marina Silva (REDE)

Marina Silva protagonizou discussão acalorada com Jair Bolsonaro
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Marina Silva protagonizou discussão acalorada com Jair Bolsonaro

  • “Não”

A resposta mais curta do debate foi o início da discussão mais acalorada da noite. Questionado por Bolsonaro sobre se concorda com o fim do estatuto do desarmamento, a ex-ministra foi monossilábica e utilizou o resto do tempo para criticar as posições do adversário em relação às mulheres.


  • “Você acha que pode ganhar tudo no grito”
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Se o início da discussão entre Marina e Bolsonaro merece ser relembrado, o final dela também teve impacto. Após a réplica do deputado, Marina Silva criticou a forma de dialogar do adversário e chegou a ser elogiada por Guilherme Boulos ainda durante a debate
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Comissão aprova proposta para consórcios municipais de inovação

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A Comissão de Ciência e Tecnologia e de Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4076/25, do deputado José Medeiros (PL-MT), que autoriza municípios a celebrar convênios intermunicipais e contratar consórcios públicos para viabilizar projetos de tecnologia e inovação.

O texto altera a Lei de Inovação (Lei 10.973/04) para permitir que prefeituras se associem no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A medida busca facilitar o acesso de municípios, principalmente os de menor porte, a soluções tecnológicas.

A Lei de Inovação já permite que entes da Federação formem alianças estratégicas para o desenvolvimento de inovações. Essas parcerias podem contemplar redes e projetos internacionais de pesquisa tecnológica, ações de empreendedorismo e criação de ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Medeiros afirmou que municípios de menor porte têm dificuldades para desenvolver projetos de inovação pela falta de recursos, escala e expertise. Segundo ele, é comum a contratação separada de empresas de consultoria, apesar de as carências serem compartilhadas por várias prefeituras. “Devido a essa falta de integração, há uma dificuldade muito grande para que essas unidades federativas possam identificar, contratar, desenvolver e incorporar serviços e produtos inovadores”, disse.

Aliança estratégica
O texto foi aprovado com alteração do relator, deputado Lucas Ramos (PSB-PE), para reforçar que os convênios e consórcios servem para viabilizar alianças estratégicas e desenvolvimento de projetos cooperativos. “A redação proposta reforça a segurança jurídica e a clareza do comando normativo, sem alterar o mérito da iniciativa, mas aprimorando sua aderência ao ordenamento vigente e sua aplicabilidade prática”, afirmou.

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Para Ramos, a proposta dialoga diretamente com a necessidade de fortalecimento das capacidades institucionais locais, especialmente nos municípios de menor porte, por meio da atuação em rede e do compartilhamento de recursos, competências e infraestrutura.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão pode votar regulamentação do trabalho por aplicativo; conheça a proposta

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A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a regulamentação dos serviços de transporte e entrega por aplicativo no país poderá votar, na próxima terça-feira (14), o parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), ao Projeto de Lei Complementar 152/25, do deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

Em relação à primeira versão, de dezembro de 2025, o novo parecer publicado no último dia 7 de abril enfatiza ainda mais o caráter autônomo do trabalho e redefine a abrangência e o peso de certas obrigações. Segundo Coutinho, as mudanças refletem o resultado dos debates e o empenho por um consenso que permita a aprovação da matéria.

“O novo substitutivo materializa o esforço de buscar um texto politicamente viável que, ao mesmo tempo, mantenha conquistas importantes para os trabalhadores”, diz o relator no parecer.

A nova versão consolida o termo “trabalhador autônomo plataformizado”, reforçando que a relação intermediada pela plataforma não cria vínculo empregatício entre o trabalhador e a empresa ou o usuário.

O texto deixa claro o direito do trabalhador de gerenciar livremente seu tempo e de se cadastrar em múltiplas plataformas. Proíbe também metas de tempo mínimo de trabalho e punições para quem recusar serviços ou ficar offline.

Entre outras alterações, o substitutivo foca apenas no transporte de passageiros e em entregas de bens, eliminando a categoria genérica de “outros serviços” via plataformas; e exclui diversos dispositivos relacionados aos direitos dos usuários, remetendo, nesses casos, ao Código de Defesa do Consumidor.

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Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas, que eram direitos garantidos na primeira versão do parecer, passam a ser “diretriz de política pública” na nova versão, que prevê instalação gradual e sem exigência imediata.

Fernando Frazão/Agência Brasil
Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas passam a ser “diretriz de política pública”

A nova versão estrutura as regras nos seguintes eixos centrais:

Previdência Social

  • Trabalhador autônomo plataformizado: é segurado obrigatório na categoria de contribuinte individual. Paga 5% sobre o salário de contribuição, que corresponde a 25% de sua remuneração bruta mensal.
  • Plataformas: a regra geral é o recolhimento de 20% sobre a mesma base de cálculo (os 25% da remuneração bruta do trabalhador).
  • Modelo alternativo: as plataformas podem optar por contribuir com 5% sobre a receita bruta obtida no mercado brasileiro.

Ganhos, taxas e remuneração

  • Natureza dos ganhos: os ganhos do trabalhador são divididos em duas partes:
    • 25% são considerados renda (base para impostos e Previdência)
    • 75% servem para cobrir custos, como combustível e manutenção
  • Taxas de retenção: as plataformas podem cobrar uma taxa mensal fixa ou taxas por serviço. No caso de taxas por serviço, a média não pode ultrapassar 30% (ou 15% em modelos híbridos com taxa mensal). O cálculo deve ser feito de forma individualizada a cada sete dias.
  • Remuneração para entregas:
    • por serviço — piso de R$ 8,50 para trajetos de até 3 km (automóvel) ou até 4 km (moto, bicicleta ou a pé).
    • Por tempo trabalhado — valor não inferior ao proporcional a dois salários-mínimos por hora efetivamente trabalhada (contada do aceite à entrega).
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Gorjetas e promoções: as gorjetas devem ser repassadas integralmente e não integram a remuneração bruta. Descontos e promoções oferecidos pela plataforma aos usuários não podem ser descontados do trabalhador ou usados para abater o limite das taxas.

Benefícios adicionais

  • Benefícios fiscais: isenção de IPI e IOF na compra de carros e motocicletas nacionais para profissionais que comprovem ao menos 2.000 horas de serviço nos últimos 12 meses.
  • microempreendedor: motoristas enquadrados como trabalhadores autônomos plataformizados não podem ser microempreendedores individuais (MEI).

Foram excluídos da nova versão benefícios como a gratificação de 30% em dezembro, os adicionais para trabalho noturno, domingos e feriados, e a possibilidade de formação de reserva (poupança) custodiada pela plataforma.

Trabalho, segurança e transparência

  • Justiça: compete à Justiça do Trabalho julgar casos envolvendo os contratos dos trabalhadores autônomos plataformizados.
  • Seguro: obriga as plataformas a contratarem seguro de vida e integridade física com capital mínimo de R$ 120 mil.
  • Transparência: assegura aos motoristas direito de receber relatórios detalhados (por serviço e consolidados a cada 30 dias) com valores, taxas e retenções. Decisões automatizadas sensíveis (como bloqueios) devem ser passíveis de revisão humana.
  • Dever de Diligência: obriga as empresas a prevenirem cadastros falsos e garantirem a identidade real do trabalhador.

Regras para punições

  • Contratos: exige contrato escrito e claro definindo prazos, formas de remuneração, obrigações de conduta e critérios para distribuição de ofertas de serviços.
  • Bloqueios e suspensões: antes de suspender, bloquear ou punir trabalhadores, as plataformas devem prever sanções em contrato, notificar o trabalhador dos fatos, conceder prazo para defesa e decidir apenas após avaliá-la — proibindo cláusulas genéricas e vagas.
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Por fim, foram removidos na nova versão o limite de jornada de 12 horas, o tempo mínimo de 15 segundos para aceite, o botão de pânico obrigatório no aplicativo e o direito de mulheres atenderem apenas mulheres.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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Nutricionistas pedem jornada de 30 horas e piso salarial em audiência na Câmara

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Em debate realizado na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados na terça-feira (7), representantes dos nutricionistas defenderam a aprovação do Projeto de Lei 6819/10, que prevê jornada de 30 horas semanais e piso salarial nacional para a categoria.

A audiência pública foi solicitada pela deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) e reuniu representantes do governo, conselhos profissionais e sindicatos para discutir as condições de trabalho dos nutricionistas. Os participantes relataram condições precárias de trabalho e defenderam mudanças na legislação para valorizar a categoria.

A diretora da Federação Nacional dos Nutricionistas, Ana Paula Mendonça, afirmou que o projeto aguarda votação no plenário após receber apoio para tramitação mais rápida.

“Um nutricionista valorizado é um profissional mais presente, motivado e capaz de oferecer à população um cuidado mais qualificado”, disse.

A deputada Sâmia Bomfim afirmou que valorizar esses profissionais pode reduzir gastos públicos ao prevenir doenças no Sistema Único de Saúde (SUS).

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Condições de trabalho dos Nutricionistas. Presidente - Sindi-Nutri | SP, Maria Da Consolação Machado Furegatti
Maria da Consolação Machado denunciou condições precárias de trabalho

Precarização e pejotização no setor
A presidente do Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo, Maria da Consolação Machado, relatou condições precárias de trabalho.

Segundo ela, há casos de desvio de função, com profissionais que chegam a realizar tarefas de limpeza. Também há registros com cargos genéricos para evitar o pagamento do piso da categoria.

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Outro problema apontado foi a contratação como pessoa jurídica (pejotização) e a informalidade.

Representante do Ministério da Saúde, Lívia Angeli Silva informou que mais de 50% dos vínculos de nutricionistas no setor de saúde são informais.

Segurança alimentar
As participantes afirmaram que a nutrição é essencial para a segurança alimentar.

A conselheira do Conselho Regional de Nutrição da 3ª Região, Jozelma Rodrigues dos Santos, destacou a atuação desses profissionais em áreas como alimentação escolar e atendimento em unidades de terapia intensiva.

A presidente do Conselho Federal de Nutrição, Manuela Dolinsky, apresentou dados sobre a categoria:

  • entre 93% e 95% dos profissionais são mulheres;
  • o Brasil tem cerca de 270 mil nutricionistas e 21 mil técnicos;
  • no SUS, atuam mais de 35 mil nutricionistas, número considerado insuficiente.

Apoio do governo
O representante do Ministério do Trabalho e Emprego, Miqueias Freitas Maia, disse que o ministério não se opõe à limitação da jornada e ao piso salarial.

Ele informou que a revisão da norma sobre insalubridade está prevista para 2027 e que o governo acompanha riscos psicossociais e casos de assédio no trabalho.

Ao final da audiência, a deputada Erika Kokay (PT-DF) sugeriu a criação de uma frente parlamentar em defesa dos nutricionistas.

A proposta é dar caráter suprapartidário ao tema e acelerar a análise de projetos, como o que permite a solicitação de exames laboratoriais por nutricionistas em planos de saúde.

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Da Redação – GM

Fonte: Câmara dos Deputados

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ALMT Segurança nas Escolas

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