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Pavilhão na Expointer tem entrega de Selo Arte, Selo da Agricultura Familiar e recursos para reformas de casas

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quinta-feira (29) do lançamento do Selo Arte no Rio Grande do Sul. Durante a abertura oficial do Pavilhão da Agricultura Familiar na 42ª Expointer, o secretário de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, assinou uma instrução normativa que estabelece a concessão do selo para o queijo serrano seguindo as normas do que determina o decreto que criou o selo.

Com isso, o produto será o primeiro do estado a ter a identificação de artesanal e poderá ser vendido para todo o país. Tereza Cristina comemorou a novidade e reafirmou o compromisso em “continuar trabalhando cada vez mais para que os produtores possam também exportar esses produtos maravilhosos feitos na zona rural”.

Já para o governador do estado, Eduardo Leite, o selo vai dar a possibilidade de incrementar as vendas com desburocratização para os pequenos produtores.

Com o Selo Arte, a estimativa é que somente na área de queijos artesanais, cerca de 170 mil produtores sejam beneficiados. Minas Gerais foi a primeira unidade da federação a começar a emitir o selo, no começo de agosto.

Pronaf

Tereza Cristina também acompanhou a assinatura dos primeiros contratos de construção e reformas de casas entre o Banco do Brasil e beneficiários do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf). Dois produtores foram favorecidos com a nova linha de empréstimos da instituição: Vanderlei Sodré Batista, de São Luiz Gonzaga (RS), e Jane Maria Cerutti de Castro, da cidade Tupanciretã (RS).

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“É o primeiro de muitos contratos que virão em apoio à moradia do pequeno produtor rural”, afirmou o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes.

Jane Maria festejou o empréstimo e afirmou que ele chega em um bom momento: “vou poder reformar a garagem e a cozinha da minha casa que foram destruídas pela chuva há mais de dois anos”.

Essa foi uma das grandes novidades no Plano Safra 2019/2020 para a agricultura familiar. Pela linha do Pronaf Habitação, os produtores podem adquirir empréstimos com juros de 4,6% ao ano, carência de três anos e até 10 anos para pagar.  Serão destinados R$ 500 milhões a essa finalidade. A estimativa é que sejam construídas até 10 mil casas para os agricultores.

“Foi um ganho enorme do Pronaf para que a pequena agricultura, aqueles que estão lá no campo possam, além de construir, utilizar para a reforma de suas moradias. Todo mundo precisa ter conforto e dignidade, principalmente aqueles que estão na zona rural”, destacou a ministra.

 Selo Nacional da Agricultura Familiar

Ao lado do secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, a ministra entregou três selos da Agricultura Familiar para expositores da 21ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer.

“Foi ótimo receber esse selo. Com ele, nosso produto fica bem visto e o consumidor sabe que não está caindo em uma fria”, afirmou Terezinha Domareska, produtora de geleias, após receber a certificação das mãos da ministra.

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O Selo da Agricultura Familiar identifica a origem e as características dos produtos oriundos da agricultura familiar no Brasil e tem como finalidade promover o fortalecimento da identidade social do segmento perante os consumidores e a população

Embrapa

Ainda no Pavilhão da Agricultura Familiar, a Embrapa lançou o programa “Leite Seguro: Segurança, Qualidade e Integridade de Leite e Produtos Lácteos Sul Brasileiros para Alimentação Saudável e Proteção ao Consumidor”. O projeto obteve financiamento de R$ 30,5 milhões, por meio de processo seletivo competitivo do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele permitirá, inicialmente, avanços estratégicos para a região Sul, maior produtora de leite do país.

 Informações à imprensa: Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected] 

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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