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Moretto acompanha monitoramento em presídio de Pontes e Lacerda

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Foto: MAX AGUIAR / Assessoria de Gabinete

Acompanhado do desembargador Orlando Perri, do juiz da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, Geraldo Fidelis, e do juiz da Comarca de Vila Bela Elmo Moraes, o deputado Valmir Moretto (Republicanos) visitou o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pontes e Lacerda, na quinta-feira (5).

Os representantes da Justiça e da política local puderam comprovar que a unidade faz um trabalho diferenciado para ressocialização dos encarcerados, oferendo ensino escolar em dois períodos e aperfeiçoamento da mão de obra, com oficinas e hortas que produzem para o município.

Atualmente com quase 300 detentos, o CDP de Pontes e Lacerda conta com mais de 120 estudando e 65 trabalhando.

Os reeducandos ainda estão construindo um alojamento que irá abrigar, no período noturno, os presos que já possuem o benefício do regime semiaberto.

"Aqui os presos poderão dormir, enquanto de dia trabalham fora da unidade. Por exemplo, o prefeito irá construir uma praça na cidade. Para economia do município, ele pode utilizar mão de obra de detentos que estão no semiaberto, pagando salário para a família do preso e economizando. Além de tudo, reinserindo o preso na sociedade. Quebrando assim o o tabu que ex-presidiário não pode trabalhar", destacou o desembargador Orlando Perri.

Ao ver as diversas oportunidades que o reeducando tem dentro da cadeia, Moretto confirmou que dentro da penitenciária também se combate o crime. "É com trabalho, com aulas, é com oportunidades, que vamos combater a criminalidade dentro do presídio. A profissionalização do reeducando e a oferta de trabalho enquanto está cumprindo pena de restrição de liberdade, são as formas mais inteligentes e eficientes de combater o crime. Precisamos humanizar para educar", defendeu o deputado.

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O prefeito Alcino Barcelos (Republicanos) agradeceu a visita do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) que visitou Pontes e Lacerda e se colocou a disposição para continuar ajudando na causa da ressocialização. "Aqui nós acreditamos nos agentes do CDP e sabemos que o trabalho oferecido lá dentro ajuda muito a transformar os homens para uma nova vida aqui fora. Obrigado desembargador Perri, juiz Geraldo Fidelis e deputado Valmir Moretto por sempre acreditarem em Pontes e Lacerda e podem ter a certeza que a prefeitura será parceira sempre no processo de ressocialização dessas pessoas", concluiu.

Vale ressaltar que fora do Judiciário, em Pontes e Lacerda quem ajuda a alavancar os trabalhos da unidade é o Conselho de Segurança Pública, que destina verba para a manutenção das oficinas e da horta da unidade.

Outro fator importante a ser destacado é que a unidade não está super lotada. O que dá a oportunidade de boa integração entre os detentos e tira a pecha de que a cadeia é "universidade para o crime".

"Nós vamos trabalhar na Assembleia, junto com projetos do Tribunal de Justiça, para ajudar no processo da reintegração na sociedade. O reeducando precisa de uma segunda chance, desde que ele queira e esteja disposto a mudar. Nosso trabalho na Assembleia também será para essas causas", finalizou o deputado Moretto.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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