Mato Grosso
Efetivo de 48 profissionais combate incêndio no Parque Cabeceiras do Rio Cuiabá
Efetivo de 48 profissionais, entre bombeiros, militares do Exército, agentes da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e brigadistas do Sesc Serra Azul, combatem incêndios na área de proteção ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá. Na quinta-feira (05.09), a tripulação do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM) deu continuidade às ações de combate ao incêndio, que teve início no domingo (01.09).
O fogo destruiu áreas de pasto e de vegetação nativa, indo em direção ao Sesc Serra Azul. No início da manhã de quinta, equipes do Exército, com 22 militares, e da Sema, com dois agentes, reforçaram o efetivo de 14 bombeiros militares e dez brigadistas do Sesc no combate às chamas.
O incremento de pessoal foi solicitado ao Centro Integrado de Multiagencias Operacional (Ciman) e possibilitou que as ações de resposta desempenhadas pelas equipes da Base Descentralizada Bombeiro Militar (BDBM), Equipe de Intervenção Operacional-EIOp e GAvBM fossem mais efetivas.
O GAvBM concentrou os lançamentos de água para enfraquecer a linha de frente, que segue para a direção nordeste da Serra. Uma das linhas de fogo se desloca em direção à Cachoeira Serra Azul, ponto turístico muito visitado na região. Para proteger o entorno, as equipes estão fazendo aceiros negros e linhas de ataque nas proximidades do fogo.
A região é bem acidentada, dificultado o progresso de tropa terrestre. Até a terça-feira (03.09) haviam sido atingidos 5.362 hectares do Parque Estadual Cabeceiras do Rio Cuiabá.
Recursos empregados na operação
2 aeronaves de combate
3 veículos Auto Rápido Florestal
1 Auto Tanques para abastecimento de combustível de aeronave
1 caminhão pipa do Sesc com capacidade de 8 mil litros
2 caminhões com tanque reboque 3.000L
1 estrutura de piscina com capacidade para 15.000 litros de agente extintor (água)
22 militares do exército
2 agentes da Sema
14 bombeiros militares
10 brigadistas do Sesc Serra Azul
Apoio das fazendas circunvizinhas
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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