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Pescadoras dizem que se projeto "Cota Zero" for aprovado vão fechar rodovias em MT

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Foto: ELIEL TENORIO PEREIRA

No dia 12 de setembro (quinta-feira), autoridades políticas, especialista em estudos dos peixes, pescadores, moradores da cidade e comerciantes ligados ao segmento da pesca debateram o projeto 668/2019 denominado de "Cota Zero" durante uma audiência pública, presidida pelo deputado estadual Elizeu Nascimento (DC), no município de Cáceres, (situado a 220 km da capital de Mato Grosso), no plenário da câmara de vereadores da cidade. O Projeto de Lei 668/2019 (Mensagem nº 107/2019), que está em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), se for aprovado, proíbe, em seu artigo 18, a comercialização e o transporte de pesca amadora por cinco anos em Mato Grosso, a partir do ano de 2020. 

Durante a audiência, diversas pessoas subiram na tribuna para manifestar suas opiniões, contrarias, sobre o projeto "Cota Zero), que teve momentos de emoção, causada pelos depoimentos dos pescadores, relatando o temor de perderem suas fontes de renda, em um vídeo veiculado por cinco minutos antes de começar o debate. Mas os depoimentos que mais chamaram a atenção foram os das mulheres. 

"Formei meu filho trabalhando como pescadora e quero continuar trabalhando para terminar de formar o outro que está na faculdade", disse a pescadora, Liliam Alves da Cruz, com os olhos cheios de lagrimas. Outra que também estava emocionada era a pescadora Eulinda Fernades Leite, de Vila Bela de Santíssima Trindade. Ela relatou que já passou por muitas dificuldades durante sua vida de pescadora. 

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"Já passei por muitas dificuldades, pescando na chuva, no sol e até correndo o risco de perder a vida, mas tenho que dar graças a Deus por ter conseguido criar meu filho que hoje trabalha na TV Record" disse com orgulho a pescadora. Durante sua fala, Liliam Alves da Cruz disse, ainda, que se o projeto for aprovado os pescadores irão promover manifestações e também vão fechar rodovias em Mato Grosso. 

O deputado, que também se emocionou durante a audiência, afirmou que ficará ao lado dos pescadores votando contra o projeto. "Esse projeto que é um tiro na cabeça do cidadão mato-grossense, vai gerar desemprego, fome e desordem no estado de Mato Grosso, por isso eu fico do lado do povo, pois fui eleito por ele", disse Elizeu Nascimento. 

De acordo com o parlamentar, se a lei, que tem como autor o governo de Mato Grosso, for aprovada, causará grande dano econômico aos municípios que têm arrecadação ligada a atividades turísticas no segmento da pesca.  Estima se, que mais de três mil cidadãos cacerenses perderão suas fontes de renda, caso a lei seja implementada.  

Nascimento apresentou um substitutivo integral ao projeto de (lei nº 668/2019). De acordo com texto do substitutivo, 100% da arrecadação oriunda das multas geradas pela pesca irregular serão destinados às seguintes áreas: 30% ao Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), para a aquisição de equipamentos que contribuam com a intensificação e ampliação da fiscalização e o combate à pesca predatória nos rios, bacias e mananciais. Mais 35% para a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), direcionados ao investimento em capacitação do funcionalismo, para a compra de equipamentos que contribuam com a intensificação e ampliação da fiscalização, combate à pesca predatória nos rios, bacias e mananciais, também para a criação de programas de conscientização da preservação. Os outros 35 %, restantes, será gasto na aquisição de alevinos, para o repovoamento dos rios, bacias e mananciais e ainda para a implantação de um programa de despoluição e recuperação das matas ciliares. 

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A audiência, que lotou o plenário da câmara de vereadores, durou mais de quatro horas e contou com participação de aproximadamente 400 pessoas entre elas estavam deputados, vereadores, representantes do segmento da pesca, comerciantes, moradores da cidade e de outros municípios. 

Estiveram presentes o deputado estadual Dr Gimenez, o presidente da câmara de Cáceres, Rubens Macedo juntamente com os vereadores, Cláudio Henrique Donatoni, Elza Basto, Creude de Arruda Castrillon, Valdemíra Dutra Ferreira, Elias Perreira da Silva, os vereadores da câmara de Santo Antônio de Leverger presidente da câmara, Eduardo Moreira, vice-presidente da câmara, Romulo Queiroz, vereador da câmara de Porto Esperidião, Sandro Ronaldo Ferreira,vereador da câmara de Vila Bela da Santíssima Trindade Rosicler Fonseca,vereadores da câmara de Porto Estrela, Ednei Aparecido, Luis Vieira o presidente da Federação dos Pescadores de Mato Grosso – Belmiro Lopes de Miranda, presidente da associação de Pesca Profissional de Caceres – Lorival Motta presidente da Colônia de pescadores Z1- Antônio José da Silva, presidente da Colônia de pescadores Z8 – Roselin Tânia das Dores Souza, presidente da Colônia de pescadores Z11 Poconé- Moacyr Carvalho, presidente da Colônia Z21 Pescadores Peixoto de Azevedo- Luis Alves de Lima, presidente da associação de pescadores de Vila Bela de Santíssima Trindade – Eulinda Fernades Leite a presidente da associação de lojista de caça e pesca de Mato Grosso (ALCAPE) – Nilma Silva e o professor e Biólogo Francisco Arruda Machado. 

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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