Mato Grosso
Com patrocínio da Gazin, cantor Daniel fará show em comemoração aos 20 anos do Hospital de Câncer de MT
Os ingressos são limitados e já estão à venda
Um show que encantará corações e ainda ajudará uma grande causa. Já estão à venda os ingressos para o show do cantor sertanejo Daniel, que será realizado no dia 08 de novembro na Casa de Shows Musiva. O evento faz parte da comemoração dos 20 anos do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCanMT) e está sendo promovido pela Gazin.
A abertura do show será às 22 horas com a dupla Denner e Douglas. Os ingressos custam a partir de R$ 50,00 e já estão sendo comercializados no HCanMT, na Casa de Festas e também pelo site eventos.hcancer.com.br, com a disponibilidade de camarote, mesas, área vip e pista. Todos pagam meia na pista com a doação de um litro de leite.
O recurso arrecadado com a venda dos ingressos será destinado para manutenção do Hospital. Em 2018, o HcanMT realizou 108.046 atendimentos e visitou 53 municípios com a Campanha de Prevenção promovendo 15.662 atendimentos. Foram 69.467 atendimentos de radioterapia, 18.698 atendimentos de quimioterapia, 4.233 cirurgias e 3.896 internações. Dos atendimentos prestados, mais de 90% são serviços voltados para o Sistema Único de Saúde (SUS) e mais da metade são representados por pacientes do interior do estado.
A Gazin, patrocinadora oficial do evento, acredita que o mundo só pode se tornar um lugar melhor quando as pessoas fazem o melhor pelo outro. É por conta dessa visão, que a empresa foi reconhecida no último mês de agosto com o prêmio Melhores & Maiores, da revista Exame. O show realizado com o cantor Daniel apenas reforçará as convicções e ações da marca, que leva a sério os sonhos que acredita.
Com 286 lojas distribuídas de forma estratégicas em 10 estados do Brasil, a Gazin atua forte no varejo, no atacado e no setor de serviços como consórcios, viagens e seguros. No total, mais de 7 mil colaboradores compõem o Grupo Gazin.
Mais informações sobre o show: Instagram e Facebook Hospital de Câncer de MT ou pelos telefones (65) 3648-7540 e (65) 9.9217-2992.
Serviço:
Ação: Show do Daniel em comemoração aos 20 Anos do Hospital de Câncer
Dia: 08/11/2019
Local: Musiva, às 22 horas
Ingressos: HCanMT, Casa de Festas e venda online pelo link eventos.hcancer.com.br
Valor: a partir de R$ 50,00
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
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