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Comitê gestor define vencedores do Selo Mais Integridade
O comitê gestor do Selo Mais Integridade definiu nesta quinta-feira (17) as empresas aprovadas na seleção do edital 2019/2020. O prêmio é destinado às empresas e cooperativas do agronegócio que promovem ações de sustentabilidade, responsabilidade social e prevenção à corrupção. O resultado ainda deverá ser homologado pela secretaria-executiva do Ministério da Agricultura.
Em reunião realizada no Ministério da Agricultura, os integrantes do comitê gestor analisaram os relatórios apresentados pelas empresas e cooperativas inscritas no processo seletivo. Participaram da reunião representantes do Mapa, CGU, Embrapa, CNA, Febraban, CNI, OCB, Alliance for Integrity, Ethos e B3.
O comitê aprovou a documentação de 18 empresas entre as 25 que se candidataram no edital deste ano. A lista com o resultado final será divulgada na segunda quinzena de novembro, quando ocorrerá a cerimônia de premiação.
Na abertura dos trabalhos, o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, ressaltou que o tema da integridade é um dos mais importantes trabalhados pelo Ministério. Ele enfatizou ainda que o Selo representa uma oportunidade para o Brasil mostrar ao mercado nacional e mundial que é um país sério e responsável.
“O selo é muito importante, porque nos dá oportunidade de abrir mercados e de mostrar que fazemos as coisas com seriedade no Brasil”, disse.
O secretário executivo da Controladoria-Geral da União, José Marcelo Castro de Carvalho, ressaltou que o Selo Mais Integridade segue o caminho do programa “Empresa Pró-Ética”, executado pela CGU, e pode alcançar impacto positivo no mercado e na percepção das empresas sobre a necessidade de mudanças na gestão.
“Toda a sociedade está cobrando que as empresas sejam mais integras, mais corretas. Então, percebemos que esse movimento favorece consideravelmente que haja uma cooptação das empresas para que elas participem e evoluam. Especificamente relacionado às empresas que mexem com agronegócio, um dos principais pilares do PIB, isso influencia inclusive no mercado. Quanto mais se investir para que a gente tenha uma boa visibilidade por parte do público externo, do mercado, vai ser extremante valoroso para o país”, reiterou Carvalho.
Para a gerente de práticas empresariais e políticas públicas do Instituto Ethos, Marina Martins Ferro, o novo edital do Selo demonstra o amadurecimento do programa no sentido de aprimorar a relação público-privada na promoção da integridade, combate à corrupção e adoção de práticas sustentáveis como estratégia de negócios. Ela relata que tem visto um crescimento do interesse por parte das empresas.
“Para nós do Instituto Ethos, esta é uma política pública de extrema relevância pra conseguir articular diferentes atores do setor privado e o setor público nessa construção de uma sociedade mais justa e sustentável. O Selo Integridade é muito interessante, porque ele traz outras áreas de interesse, de tentativa de incluir questões de sustentabilidade, meio ambiente, direitos humanos. Então, a gente tenta sempre ampliar e aprofundar este questionamento para subir a régua com relação às práticas de sustentabilidade das empresas”, comentou.

Selo Mais Integridade
O Selo tem por objetivo reconhecer as iniciativas do mercado nacional que promovam relacionamento íntegro e ético entre si e com o setor público; e mitigar riscos de ocorrência de fraudes e corrupção nas relações entre os setores público e privado ligado ao agronegócio.
O edital deste ano exigiu certidão de regularidade fiscal das empresas já premiadas na edição anterior e certidão negativa de multas ambientais, além de requisitos mais detalhados da área de anticorrupção.
“Estamos dando continuidade às ações de fomento à integridade para as empresas e cooperativas do agronegócio. Isso demonstra a preocupação do Ministério com a pauta anticorrupção e ambiental”, disse Cláudio Torquato, chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Mapa.
A equipe técnica do Selo está trabalhando para aprimorar os requisitos do edital para o próximo ano, a fim de atrair uma maior participação das cooperativas no processo de premiação, e ainda está levantando informações sobre os impactos do uso do Selo sobre a imagem e o trabalho das empresas que já foram premiadas.
As 11 empresas premiadas ano passado com o Selo de Integridade foram: Produquímica Indústria e Comércio (SP), Adama Brasil (PR), Adecoagro Vale do Ivinhema (MT), Baldoni Produtos Naturais Comércio Indústria (SP), Rivelli Alimentos (MG), Indústria e Comércio de Alimentos Supremo (MG), Iharabras Indústrias Químicas (SP), Bunge Alimentos (SC), Rio Branco Alimentos S.A (Pif Paf Alimentos – MG), Tropfrutas dos Brasil (Leão Bebidas – SP), Old Friends Agropecuária (RS).
Informações à imprensa[email protected]
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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