Política MT
Deputados farão sessão extraordinária para votar decreto que susta parcelamento
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
Os deputados estaduais fazem uma sessão extraordinária nesta quarta-feira (12), para votar o Projeto de Decreto Legislativo nº 01/2018, que susta os efeitos do Decreto nº 1.636, DOE de 13/08/2018 -que dispõe sobre o parcelamento, em 11 vezes, dos restos a pagar do Poder Executivo. A sessão extraordinária foi requerida pela deputada Janaina Riva (MDB), que pediu urgência urgentíssima (dispensa de exigências regimentais) para a matéria depois de um pedido de vista do deputado Max Russi (PSB).
O projeto havia sido aprovado em primeira votação na última sessão de segunda-feira (10) e dependia de uma análise na CCJR para ir em segunda votação. Russi tem prazo de 24 horas e agora o Projeto de Decreto Legislativo deve ser votado em segunda votação na sessão extraordinária de quarta-feira (12).
O Projeto de Decreto Legislativo, de autoria das lideranças partidárias, argumenta que “ao aprofundar os estudos no exame do texto normativo do Decreto 1.636, objeto da sustação ora elaborada, observamos que ele vem claramente nos trazer nos seus considerando, a necessidade do Poder Executivo planejar com responsabilidade a sua gestão fiscal, corrigir e mantendo o equilíbrio entre receita e despesas nas contas públicas, com o objetivo de promover a quitação de seus débitos e pagamentos”. Também alega o que classifica de “falta de clareza dos procedimentos que a administração estadual irá adotar para efetuar o parcelamento e o respectivo pagamento do montante de inscrições dos restos a pagar objeto do Decreto 1.636/2018”.
Como justificativa, ainda, as lideranças argumentam que “como regra geral, as despesas devem ser executadas e pagas no exercício financeiro e, extraordinariamente, podem ser de fixadas obrigações a serem cumpridas no exercício seguinte com a suficiente disponibilidade de caixa. Assim, o controle da disponibilidade de caixa e da geração de obrigações deve ocorrer simultaneamente à execução financeira da despesa em todos os exercícios”.
Outro detalhe apontado na justificativa é que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece que “a responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente em que se previnem riscos e se corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, o que impõe que ajustes devam ser observados no decorrer de todo o mandato, de forma que as receitas não sejam superestimadas, nem haja acúmulo excessivo de passivos financeiros”.
O decreto mostra ainda a dívida flutuante, em especial dos restos a pagar, somadas as dívidas ordinárias e cotidianas, “devem ser cumpridas por força de contratos firmados com particulares e que devem ser pagos dentro do exercício financeiro para garantir a manutenção dos serviços essências. Ficamos com muitas incertezas ao nos depararmos com notícia recentemente veiculada na mídia de retenção de veículos por falta de pagamentos, coisa que este ano aconteceu uma duas ou três vezes”.
“Uma das empresas que aluga viaturas para a Polícia Militar de Mato Grosso – cita o documento – confiscou nos últimos dois dias exatamente 38 viaturas que eram utilizadas pela Polícia Militar, principalmente em Cuiabá e Várzea Grande. Para conseguir recuperar os veículos, a organização tem usado uma estratégia interessante: quando uma viatura é levada para manutenção, não é devolvida para ser usada no combate a violência. A empresa estaria cinco meses sem receber pelos serviços prestados. Os donos da empresa estariam revoltados com as constantes promessas de pagamentos por parte de secretários do Palácio Paiaguás”.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
-
Rondonópolis27/05/2026 - 09:03“Tem vereador da base jogando contra”, dispara Cláudio Ferreira ao criticar apoio a candidato de fora
-
Política MT27/05/2026 - 07:27Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170
-
Rondonópolis27/05/2026 - 10:59Venda de patrimônio público entra na mira do TCE após leilões milionários em Rondonópolis
-
Mato Grosso27/05/2026 - 09:09Leis aprovadas por Câmaras são declaradas inconstitucionais em MT
-
Mato Grosso27/05/2026 - 08:34Estado é condenado a reformar Cadeia Pública feminina de Cáceres
-
Rondonópolis27/05/2026 - 09:41MPMT aponta inconstitucionalidade em lei de autoria do vereador Anderson Bananeiro em Rondonópolis
-
Rondonópolis27/05/2026 - 10:28Vereador Vinicius Amoroso declara fidelidade a Zé do Pátio e confirma apoio ao projeto para deputado estadual
-
Rondonópolis28/05/2026 - 16:09Nota de Pesar| Morre o ex-vereador Mohamed Khalil Zaher







