Política MT
Deputado Thiago Silva defende políticas públicas de combate à violência contra a mulher

Foto: Assessoria
O deputado estadual Thiago Silva tem como uma das bandeiras do mandato o empoderamento feminino e o combate à violência doméstica, que ocorre em vários lares do Brasil. Comemora-se em 7 de agosto o dia da “Lei Maria da Penha” de 2006, que é um marco no país referente ao combate a violência contra a mulher.
Thiago é autor da lei 11.061/2019 em Mato Grosso que obriga o Estado a criar delegacias 24 horas para o atendimento especializado à mulher, vítima de abusos de seus companheiros. “Criamos essa lei que já foi sancionada e agora o Estado deve entregar neste mês de agosto a primeira delegacia para atendimento à mulher 24 horas, que funcionará também final de semana que é quando se tem muitos casos”, disse Silva.
Segundo informações da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), no primeiro quadrimestre de 2020 foram registrados 22 feminicídios em Mato Grosso. Esse tipo de crime aumentou 47% em relação ao mesmo período de 2019, quando ocorreram 15 casos.
O parlamentar também é autor do projeto de lei “Meu corpo não é coletivo”, para evitar assédios em ônibus nos municípios e também possui o projeto gratuito de qualificação para as mulheres como o ‘Flor do Cerrado’, onde elas aprendem crochê para venda, gerando assim renda para sua família.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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