Política MT
Eu bato no peito e falo que eu sou da nova política de Mato Grosso, declara Delegado Claudinei
O deputado estadual se reuniu com os pré-candidatos à eleição municipal de Rondonópolis na Convenção do PSL

Foto: Assessoria
O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), considerado um político honesto, atuante e que trabalha ativamente em prol da sociedade mato-grossense, principalmente em Rondonópolis (MT) – cidade que mora há mais de 15 anos -, se mostra comprometido com as eleições do município pelo Partido Social Liberal (PSL). Tanto que neste sábado, às 13h, ele participou da Convenção do partido que contou com a presença de integrantes do diretório municipal e dos pré-candidatos a vereadores.
Durante a explanação, o parlamentar anunciou que tomou conhecimento que o PSL de Rondonópolis estava sendo vendido, sem ele e o diretório municipal saberem desta situação. “Por discriminação e traições contra o partido, se eu fosse da velha política, eu teria vendido. Não sou um salafrário, vigarista e um desonesto. Eu não vou fazer isso, pois isso não é da minha índole. Vocês têm um exemplo vivo aqui, que sou eu! Eu não tinha dinheiro e não tinha recursos. O que importa que vocês estão aqui hoje, acreditando que é possível fazer uma Rondonópolis diferente e ganhar as eleições”, declara Claudinei.
Campanha
Ainda não está fechada a chapa majoritária do PSL de Rondonópolis, sendo que ainda é estudado uma possível coligação com outros partidos. De acordo com o Claudinei, o partido é um dos maiores partidos no Congresso Nacional, só perde do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições de 2018. “Hoje, o partido é grande em nível nacional. Em matéria de recursos financeiros, infelizmente ainda é pobre em Mato Grosso, pois ainda não há respostas do diretório estadual e nacional sobre as verbas que vem nos ajudar aqui”, explica o parlamentar.
Incentivo
Durante a campanha eleitoral de 2018 enfrentada por Claudinei, ele conta que não foi nada fácil, pois tinha um grupo pequeno de voluntários que acreditavam no projeto dele e em seu nome. “Na verdade, eu não me elegi pela onda Bolsonaro, como muitos falaram. Dos quase 30 mil votos que eu garanti, 20 mil foi na raça pelo meu trabalho de 12 anos como delegado de polícia aqui, em Rondonópolis. Mas, admito que o restante, cerca de 10 mil votos eu garanti com a imagem do presidente em minhas redes sociais. Isso sim!”, esclarece o deputado.
“Vocês têm que acreditar no potencial de vocês. Várias pessoas diziam que eu não tiraria nem cinco mil votos. Eu todo dia saia cedinho e não tinha horário para voltar para casa. Meu nome não aparecia nas pesquisas. Aqui é uma política diferente. Eu bato no peito e falo que eu sou da nova política. Eu quero cumprir a minha obrigação de deputado estadual e eu não posso trair estes quase 30 mil eleitores que votaram em mim”, pontua o deputado aos pré-candidatos para Câmara de Vereadores.

Deputado Delegado Claudinei participa de Convenção do PSL de Rondonópolis-Foto: Assessoria
Candidatos – O PSL fecha com 32 candidatos para concorrer uma vaga na Câmara Municipal de Rondonópolis.
Perfil – O deputado Delegado Claudinei atuou por 18 anos como delegado da Política Judiciária Civil de Mato Grosso (PSL) e, atualmente, é o presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
Ele foi considerado o quinto mais votado na 19° Legislatura da Casa de Leis de Mato Grosso, sendo o primeiro delegado de polícia eleito na história do parlamento estadual a ocupar um mandato. Ele obteve quase 30 mil votos, sendo que cerca de 17 mil foram adquiridos em Rondonópolis. Além da segurança pública, em sua gestão parlamentar, uma das principais bandeiras defendidas são a saúde, infraestrutura e educação.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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