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PLOA pode garantir a nomeação de aprovados do Sistema Penitenciário e Socioeducativo e melhorias para Politec de MT

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A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa teve três emendas aprovadas na 1° votação do projeto na Casa de Leis

Legenda_ PLOA é aprovada na 1° votação na Casa de Leis- Foto: Assessoria

A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa teve três emendas aprovadas na 1° votação do projeto na Casa de Leis

Com a falta de orçamento pelo governo estadual para realização da nomeação dos aprovados do Sistema Penitenciário e Socioeducativo de Mato Grosso, a Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) teve a aprovação das emendas 41 e 42 na 1° votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, nesta última quarta-feira (16), durante sessão plenária na Casa de Leis.

Os valores propostos para a convocação dos aprovados do Socioeducativo e Penitenciário foram respectivamente de R$ 7,5 milhões e R$ 19 milhões. A iniciativa da Comissão para solucionar a situação dos aprovados em cadastro de reserva foi devido o secretário de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), Alexandre Bustamante, ter posicionado sobre os impasses para a devida nomeação, em reunião ocorrida no dia 17 de junho deste ano, devido a situação de calamidade financeira enfrentada pelo governo estadual, em 2019.

“Se eu não tenho orçamento disponível, eu não posso nomear. A nomeação é um ato privativo de uma pessoa, o governador do Estado. O que fazemos como Secretaria são projeções, estratégias e indicações para que sejam nomeados os servidores. Se o Estado não tivesse interesse, não fazia a prorrogação do concurso”, ressalvou o secretário.

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Em outro encontro, ocorrido no dia 1° de dezembro, Bustamante justificou aos parlamentares que há um limite de gastos e enquanto não chegarem em um patamar de prudência, não será possível ao Estado fazer novas contratações. “As contratações que estão sendo feitas, na sua maioria, são por determinações judiciais. Se dependesse de mim e tivesse orçamento, chamaríamos o pessoal dos sistemas socioeducativo e penitenciário, mas a responsabilidade me impede de fazer isso e a legislação também. É questão de legalidade da situação”, esclareceu durante a 5° reunião ordinária da Comissão de Segurança na Casa de Leis.

Politec

Com a visita nos 13 polos regionais da Região Integrada de Segurança Pública (Risp) de Mato Grosso, os deputados da Comissão de Segurança não identificou nenhuma unidade da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) que não tivessem problemas quanto o carência de profissionais no quadro de pessoal e estruturas físicas dos prédios em situação precária para a execução dos trabalhos e atendimento ao público. Perante os levantamentos, a Comissão apresentou a emenda 256 no valor de R$ 3 milhões para reforma e construção de todas as instituições existentes em Mato Grosso.

“Alguns polos regionais não tem um prédio separado do IML (Instituto Médico Legal). O que acontece é um absurdo, os cadáveres em estado de putrefação, quando não tem como analisar dentro dos prédios, são feitos em campo aberto, em terrenos vizinhos e até a população consegue sentir o mal cheiro a uma distância de 500 m a 1 km. É uma situação terrível”, lamenta o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) que preside a Comissão de Segurança Pública.

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Emenda aditiva – Somente a emenda 43 foi rejeitada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) que prevê o lançamento de editais para concursos públicos e garantir a recomposição do quadro funcional da Polícia Judiciária Civil (PJC), Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Politec de Mato Grosso, no valor de R$ 6 milhões.

Para reverter essa situação, Claudinei solicitou o aditamento ao projeto com nova proposta em relação ao remanejamento de recursos, sendo que os valores seriam alocados do Programa 036 de Apoio Administrativo, na Ação 036/2008 – Remuneração de Pessoal Ativo do Estado e Encargos Sociais, para que, assim, possa ser injetados na emenda aditiva, garantindo a realização de concursos públicos na área da segurança pública.

PLOA – Para 2021, o governo estadual projetou um orçamento no valor de R$ 22,114 bilhões. O PLOA contou com 306 emendas, sendo que a 2° votação ocorrerá na primeira semana de janeiro do próximo ano e, com a aprovação, será encaminhada para ser sancionada pelo Poder Executivo.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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