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Circuito Tecnológico Etapa Soja completa 10 anos
Circuito Tecnológico Etapa Soja completa 10 anos
Expedição visita propriedades rurais de Mato Grosso de 15 a 26 de outubro
16/10/2018
O Circuito Tecnológico Etapa Soja, organizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), completa dez anos de visitas as propriedades rurais do Estado para verificar o andamento das lavouras de soja e conversar com os agricultores. Nesta edição, que ocorre de 15 a 26 de outubro, oito equipes percorrerão as quatro regiões, aplicando questionários e recolhendo amostras de sementes e fertilizantes.
O presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, lembra que o Circuito Tecnológico ocorre praticamente desde o início da associação.
“Nesta safra, teremos mais uma vez um incremento de área. O início foi muito bom, começamos a plantar em setembro e temos expectativa de boa produtividade e melhor produção. Porém, ficamos preocupados com o mercado, porque às vezes uma grande produção e boa produtividade não significa renda para o produtor”, afirma Galvan.
Durante todos esses anos do Circuito, por demanda dos produtores, surgiram projetos como o Monitor, Semente Forte, Classificador Legal e ações como o Armazena MT.
Mato Grosso se destaca no crescimento da produção de soja. Em dez anos, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a produtividade saltou de 9,6 milhões de toneladas para 32,5 milhões de toneladas e a área de 3,12 milhões de hectares para 9,62 milhões de hectares. Para o superintendente do Imea, Daniel Latorraca, os dados que saem desta pesquisa a campo são extremamente relevantes.
“Com esta proximidade dos produtores, é possível identificar os desafios e as prioridades para a cadeia produtiva e para a Aprosoja. Para o Imea, as informações sobre financiamento, sobre produção e custo nos ajudam a validar as informações que levantamos no instituto. E numa safra desafiadora como essa de 2018/19, em relação à renda, frete e produtividade, são ainda mais importantes”, frisa o superintendente.
Na primeira semana, de 15 a 19 de outubro, as equipes da Aprosoja estarão nas regiões Norte e Oeste. Na segunda semana, de 22 a 26 de outubro, será a vez das regiões Sul e Leste.
Neste ano, as equipes do Circuito Tecnológico serão compostas por colaboradores da Aprosoja e demais empresas parceiras, como Dimicron, Bayer, Tecfertil e Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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