Mato Grosso
Dados da produtividade da Politec são avaliados pelo Diretor Geral
Até setembro de 2018 foram produzidos 9.908 laudos na DMLF. Os meses de julho e agosto apresentaram os maiores picos de atendimentos periciais do laboratório. Nos meses de maio e setembro, quase a totalidade dos laudos requisitados foram concluídos no mesmo mês.
No decorrer de oito meses, a Coordenadoria de Perícias em Biologia Molecular concluiu 441 laudos, dos quais, 102 são de DNA e 339, de Biologia Forense. A Coordenadoria do Laboratório de Materiais concluiu 9.467 laudos, sendo 8634 laudos de Química Forense e 833 de Toxicologia Forense.
“Precisávamos mudar os números da avaliação do nosso último diagnóstico em todas as gerências do laboratório. Neste aspecto, nós executamos uma força tarefa que atendesse a principal fonte de demanda que é o laboratório de Química e Toxicologia. Fizemos um trabalho de conscientização e avaliação que era preciso ter um atendimento maior, e isso conseguimos fazer, com o atendimento maior que a demanda. Estamos no momento de avaliar os pontos positivos e de que forma podemos replicar em outras áreas com mais regularidade’’, avaliou o Diretor Metropolitano de Laboratório Forense, Paulo Sérgio Vasconcelos de Oliveira.
Um dos exemplos de ações implementadas e que surtiram efeito durante o ano foi a execução de atendimentos em maior escala, realizando os exames definitivos de drogas também do final de semana. “Com relação a toxicologia, conseguimos vencer os passivos de alcoolemia. Na Biologia houve uma acréscimo na produtividade com o apoio de um perito que reveza as atividades entre as seções de Química e Biologia. A próxima meta, até o final do ano, é trabalhar para a diminuição do passivo de exames não realizados, para que os índices não ultrapassem os 12%’’, estima o diretor.
Os dados referentes à produtividade de cada diretoria são compilados e apresentados periodicamente pelo Coordenador de Informações Institucionais Alcides Liberali e discutidas em conjunto com gestores de cada pasta e a Direção Geral.
O objetivo é acompanhar os números da produtividade e as situações de cada diretoria, com o intuito de proceder ajustes ou correções necessárias para o cumprimento das metas estabelecidas no planejamento estratégico.
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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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