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Política MT

“Dever cumprido à frente da presidência da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa”, diz Delegado Claudinei

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O parlamentar presidiu a última reunião da Comissão de Segurança da AL e destacou as principais iniciativas realizadas no último ano

Deputado Claudinei aplicou importantes iniciativas a frente da Comissão de Segurança Pública da AL- Foto: Assessoria

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) presidiu, nesta quarta-feira (24), a 6° reunião extraordinária da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Na oportunidade destacou as ações desenvolvidas junto aos outros parlamentares integrantes, como a promoção de reuniões com 12 representantes da segurança pública e a visita aos 13 polos regionais da Região Integrada de Segurança Pública de Mato Grosso (Risp) que deram um norte sobre os trabalhos realizados e a identificação dos problemas enfrentados pelas forças de segurança.

Ele considerou que essas iniciativas, neste último ano, foram diferenciadas devido serem inéditas, conforme o histórico, pela Comissão de Segurança do parlamento estadual. Também, ressalvou que essa metodologia permitiu ter uma concepção bem abrangente da realidade vivenciada pelas instituições de segurança pública existentes em Mato Grosso.

Deputados Claudinei e Elizeu durante visita a instituição de Vila Rica- Foto: Assessoria

“Um dos aspectos que mais despertou a nossa atenção, foi a falta de efetivo nas instituições – principalmente nas polícias civil e militar. Agora, estamos lutando para o lançamento de editais para concursos públicos com emenda na Lei Orçamentária Anual de 2021. Claro que neste período, mantivemos a nossa luta, tanto para a nomeação de aprovados nos concursos de delegado de polícia, como, também, para os Sistema Penitenciário e Socioeducativo e a Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica)”, declara Claudinei.

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Comissão AL

O parlamentar adiantou que na próxima reunião, no início de março, ele passará o cargo de presidente da Comissão ao deputado estadual João Batista (Pros). “A gente já tinha um acordo desde 2019, em que o deputado Sargento Elizeu (PSL) assumiria a presidência no primeiro ano, eu seria em 2020, e o João Batista que é policial penal seria para este ano. Na verdade, nós três, representamos a segurança pública na Assembleia. Eu acho que realmente se não for como presidente, eu pretendo continuar como um membro e colaborar nos trabalhos – tanto em projetos como para demandas externas que recebemos”, explica.

Deputados na Polícia Militar de Tangará da Serra- Foto: Assessoria

Claudinei entregou um relatório com todas as ações realizadas pela Comissão de Segurança ao governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), em fevereiro deste ano, como, também, ao secretário de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), Alexandre Bustamante, para terem todas as informações sobre as situações que necessitam de atenção por parte do governo estadual para as devidas soluções e contribuir com as forças de segurança pública.

Resultados

Além do Delegado Claudinei que preside a Comissão de Segurança, também integram o vice-presidente Silvio Fávero (PSL), os membros titulares Ulysses Morares (PSL), Elizeu Nascimento (PSL) e Thiago Silva (MDB). Neste último ano, foram realizadas 11 reuniões extraordinárias, com a apreciação de 92 projetos de leis.

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Uma das intermediações realizadas pelos integrantes que garantiram benefícios para a segurança pública de Mato Grosso, foi a aquisição de mil armas Glock que foram distribuídas 200 para polícia civil e 800 para a polícia militar. Também, foram atendidas pelo governo estadual, 63 indicações para disponibilizar viaturas para atender as forças de segurança. Outros resultados obtidos, envolvem a disponibilização de mil testes da Covid-19 aos servidores da segurança pública e doação de tintas para a reforma da Academia da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC).

“Dever cumprido com o apoio de todos os envolvidos, minha assessoria jurídica e de imprensa, os deputados integrantes e servidores da Comissão de Segurança Pública. Apesar de ser um ano atípico com a pandemia da Covid-19, conseguimos fazer 13 viagens nos polos regionais que envolvem praticamente 129 municípios. Isso era uma programação que eu havia feito, logo que assumisse a presidência, bem, como, ouvir os representantes da segurança pública. A gente conseguiu conciliar e terminar com produtividade os trabalhos da Comissão”, avalia Claudinei.

Risp – A Comissão de Segurança realizou as visitas aos polos regionais entre os meses de junho e dezembro de 2020, sendo que foram atendidos os municípios de Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Nova Mutum, Cáceres, Água Boa, Juína, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Alta Floresta, Guarantã do Norte, Sinop e Vila Rica.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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