Política MT
Deputado Claudinei critica atuação do STF para investigar o Governo Federal
O deputado Claudinei analisou posições dadas pelo STF que beneficiam ministros e ex-presidente da República

Deputado Claudinei critica decisões do STF- Foto: Assessoria
O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), durante sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na última quarta-feira (28), indagou sobre os posicionamentos feitos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente com a CPI Covid-19 para investigar a atuação do governo federal. Só que ele não compreendeu o motivo de dez pedidos de impeachment contra integrantes dessa Corte não terem sido acatados pelo Senado Federal para a apurar as procedências e todos os processos contra o ex-presidente Luís Inácio da Silva terem sido anulados.
O parlamentar expôs que a relatoria da CPI Covid-19 ficou sob o comando do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que é um político com um amplo histórico de corrupção. “Isso é mais um tapa na cara da sociedade brasileira. É como se dissesse que a população brasileira é palhaça. Vamos colocar um relator na CPI para investigar o governo federal, os recursos que foram para os estados e municípios na mão de um indivíduo que tem 43 processos e seis inquéritos contra ele. É um dos parlamentares mais ficha suja no Congresso Nacional”, revolta.
Investigação
Logo, Claudinei expressou que gostaria de perguntar ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM), quais os motivos de não investigar os dez pedidos de impeachment contra os ministros do STF. “Isso parece piada no Brasil, mas é a verdade, isso acontece. Por que não observam o artigo de n.° 52 e inciso 2° da Constituição Federal que cabe ao Senado Federal investigar as condutas dos ministros do STF. Sabe por quê? A sociedade quer saber e tem dúvidas nas decisões absurdas ou estranhas que acontecem e ficam sem entender. É preciso que estes pedidos sejam apurados, e se agiram de acordo com a lei ou não. Se teve benefício ou não. Se os ministros foram colocados lá dentro pelo partido do ex-presidente Lula, se agiram de forma imparcial”, salienta.
Lava Jato
No dia 15 de abril, a maioria dos ministros do STF alegaram que os quatro processos criminais da Operação Lava Jato que tramitavam contra o ex-presidente Lula, na 13ª Vara Federal de Curitiba, terão que ser refeitos. Com a decisão da Corte, o petista passou a ter os direitos políticos garantidos, o que favorecerá para que concorra as eleições de 2022.
“O que levou um ex-presidente da República ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro e, hoje, teve seu processo anulado pelo STF, nas vésperas de uma eleição de 2022. Ele foi condenado em 1° e 2° instância, em Curitiba. Agora, foi tudo anulado. As provas da operação Lava Jato foram jogadas no lixo. O entendimento do STF foi porque houve um erro dele ser julgado em Curitiba e tinha que ter sido julgado no Distrito Federal”, indigna o parlamentar.
Carreta – Na oportunidade, o deputado comentou sobre a manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, neste sábado, 1° de maio, em várias cidades do Brasil. “Mais uma carreata de apoio ao nosso presidente Bolsonaro. Vamos fortalecer e apoiá-lo. Estarei na concentração do Cais de Rondonópolis, às 15h. Desde o início de sua gestão, como líder maior, vem enfrentando muitas barreiras. Mas, está aí firme, antes de ser eleito, recebeu uma facada e continua firme, vencendo todas as barreiras. Felizmente, a maioria da população está ao lado dele e é por isso que, agora, teremos mais essa movimentação em apoio a ele”, conclui o parlamentar.
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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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