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Claudinei indaga Rogério Gallo sobre concursos para segurança pública de MT

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O parlamentar frisou sobre o cumprimento da Secretaria de Fazenda em atender a porcentagem exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal

Deputado Claudinei questiona o secretário de Fazenda sobre os concursos públicos e o RGA- Foto: Assessoria

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), durante a audiência pública promovida pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, nesta segunda-feira (31), questionou o secretário da Fazenda de Mato Grosso (Sefaz), Rogério Gallo, sobre o lançamento de editais para novos concursos públicos para atender a segurança pública que enfrenta a falta de efetivo, principalmente nos municípios do interior. Na oportunidade, as metas fiscais do primeiro quadrimestre deste ano, apontou um aumento considerável na receita que atende ás exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de Mato Grosso.

“A segurança pública é a minha especialidade. Eu venho visitado, desde o ano passado, todas as regiões do estado de Mato Grosso, envolvendo o interior, 129 municípios. Estive agora, em Santo Antônio do Leste, que passa pelo mesmo problema de outros municípios que é a falta de efetivo nas polícias militar e civil. Parabéns, ao governo do Estado que conseguiu reduzir a porcentagem com despesa de servidores públicos, caindo bem abaixo de 49% exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. E o secretário Gallo disse que a meta, era chegar até o final do ano, em 44%”, frisa o parlamentar.

Falta de Efetivo

Rogério Gallo avalia que até 2022 será possível a abertura de editais para novos concursos em MT- Foto: Assessoria

Durante a explanação, Claudinei diz que sabe que Gallo participa das discussões sobre o déficit de pessoal na segurança pública junto com os secretários da Secretaria de Segurança Pública e Casa Civil e o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM). “Nós temos concursos que já foram encerrados, pessoal do cadastro de reserva aguardando as nomeações, não tem como não deixar de abrir os concursos públicos. A esperança nossa é que sejam lançados estes editais, pois corre o risco de fechar mais delegacias pela falta de efetivo. O que vai enfraquecer ainda mais a categoria. A gente espera que com este crescimento econômico no estado de Mato Grosso, abaixando este índice exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal para que possa sair estes editais”, posiciona o deputado.

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Em resposta, Gallo agradeceu a intervenção do deputado e explicou que há de fato a sensibilidade do governo estadual em relação à necessidade da realização de novos concursos públicos. “Na polícia civil, com a carência grande de profissionais como delegados, escrivães e investigadores. A gente tem conhecimento, é um fator notório. A polícia militar necessita da reposição. A nossa arrecadação permite projetar de fato. Não tenho dúvidas que, em 2022, nós devemos sim, realizar, os concursos públicos. Mas, aqui não posso dizer exatamente para quais áreas e nem a quantidade de vagas”, explica o secretário.

Ele também informou que já ouviu relatos do diretor-geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC), Mário Dermeval, que a situação da instituição está bastante precária. “A gente vai fazer essas reposições, elas vão ser feitas. Não tenha dúvida. A gente está trabalhando fortemente no que cabe à Secretaria para que os indicadores fiscais sejam cumpridos e a gente consiga fazer um reforço de efetivo na polícia e outros setores que também apresentam falta de efetivo devido aposentadorias e vacâncias”, ressalvou Rogério.

RGA

Em relação ao pagamento da RGA deste ano, que foi outra indagação feita por Claudinei, o secretário da Fazenda explicou que os valores serão concedidos no próximo ano, devido estar impedido de ser efetuado devido à Lei Complementar de n° 173, de 27 de maio de 2020 que estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento à Covid-19, em que a União repassa um auxílio financeiro aos Estados, Distrito Federal e municípios para mitigar os efeitos financeiros de combate ao novo coronavírus.

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“Não é um problema (o pagamento) com governo quanto a isso, muito ao contrário, o que a gente leva em consideração e não poderia deixar, em um país democrático como o nosso, é o respeito às leis. Cumprindo os requisitos que já começamos a cumprir este ano. Não tenho dúvidas que vai ser concedido ano que vem”, conclui Gallo.

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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